novo clipe do Hanson, Thinking ‘Bout Somethin’. delicinha.
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rapidinha #1
ousadia: Justin Bieber canta RESPECT, de Aretha Franklin, aos 13/14 anos.
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Registrado a Sete Chaves
Um NxZero muito mais maduro aparece no especial da Multishow, lançado no dia 25 de janeiro desse ano. Longe de mostrar a imagem repetitiva em que focam as reportagens saídas até hoje (especialmente as de grandes veículos) a respeito dos meninos, Sete Chaves – Registro dá voz a todos os membros da banda, agora mais familiarizados com o sucesso durante turnê e gravação do último álbum, Sete Chaves.
Imagens de quatro anos de estrada comentadas por Diego Ferrero, Conrado Grandino, Daniel Weksler, Filipe Ricardo e Leandro Rocha, que transformam as horas maldormidas na estrada, as viagens pelo Brasil, o difícil processo de divulgação e “defesa” dos discos e o dilema da repetição de perguntas por parte da mídia em um material emocionante para fãs e, por que não, não-fãs da banda. O segredo é deixar os preconceitos de lado desde o início e curtir o vídeo como se fosse parte da tal “família NX”.
a propósito: Eu mesma, depois de assistir ao programa e ao making of das gravações do disco, resolvi dar mais uma chance ao álbum – que, na maior das vibes xiita rock’n'roller, não havia conseguido ouvir por inteiro nenhuma vez.
NXZERO – SETE CHAVES
Multishow Registro
Direção de Daniel Ferro e produção de Rick Bonadio, com imagens de César Ovalle.
DVD com Programa + Clipes + Making Of das gravações
Arsenal Music + Multishow + Universal Music
120 minutos – LIVRE
#drops: Veja o novo clipe do The Used, “Blood On My Hands”

Pra quem, como eu, é fã de longa data do The Used, a novidade agrada: saiu o clipe da música “Blood On My Hands“, primeiro single do novo álbum da banda - Artwork – que tem previsão de lançamento marcada para 1º de Setembro. Como de costume, o clima é sombrio, os gritos são envolventes e as imagens ficam na cabeça. Tem uma vibe que muito me lembrou Jogos Mortais – aliás, toda a arte do álbum me parece inundada de referências aos filmes. Sensacional. (Não podia ser diferente: com uma letra que une “Eu odeio dizer que eu te avisei, mas eu te avisei…” e “Não me faça ser eu mesmo perto de você”… Bom, é The Used, né? Não tem nada melhor!)
Veja aqui o vídeo de Blood On My Hands:
Blood On My Hands, novo single do The Used – Álbum “Artwork” sai em Setembro
Como de costume, pra quem gosta de acompanhar, confira abaixo a letra:
Blood On My Hands
You felt the coldness in my eyes
it’s something I’m not revealing
Though you got used to my disguise,
you’re catching this awful feelingIt’s the meaning I let you know,
‘Cause I’m never sure, I have my reasons
I hate to say that I told you so, but I told you so…There’s blood on my hands,
like the blood in you
Some things can’t be treated
So don’t make me don’t make me be myself around youStraight from your eyes it’s burying me
Beautifully so disfigured
This other side that you can’t see
Just praying you won’t rememberFeel the pain that I never showed
I hope you know, it’s never healing
I hate to say that I told you so, but I told you so…There’s blood on my hands,
like the blood in you
Some things can’t be treated
So don’t make me don’t make me be myself around youStraight from your eyes it’s burying me
Beautifully so disfigured
This other side that you can’t see
Just praying you won’t rememberThere’s blood
There’s blood
There’s blood, blood, blood!There’s blood on my hands,
like the blood in you
Some things can’t be treated
So don’t make me don’t make me be myself around youThere’s blood on my hands, (there’s blood)
like the blood in you (there’s blood)
Some things can’t be treated (there’s blood)
So don’t make me don’t make me be myself around you…There’s Blood!
#drops: Saiu o clipe de “Me Adora”, novo single da Pitty!
Pitty liberou em primeiramão no 256tonsdecinza o primeiro clipe do Chiaroscuro. Me Adora, que já está tocando em todas as rádios do país, estreia na TV ainda essa semana, tem versão em clima de baladinha – e o melhor, é em HD!
Assistam agora ao clipe de Me Adora!
Pra quem gosta de acompanhar, a letra:
ME ADORA
Tantas decepções eu já vivi
Aquela foi de longe a mais cruel
Um silêncio profundo e declarei:
“Só não desonre o meu nome”Você que nem me ouve até o fim
Injustamente julga por prazer
Cuidado quando for falar de mim
E não desonre o meu nomeSerá que eu já posso enlouquecer?
Ou devo apenas sorrir?
Não sei mais o que eu tenho que fazer
Pra você admitirQue você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber
Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceberPerceba que não tem como saber
São só os seus palpites na sua mão
Sou mais do que o seu olho pode ver
Então não desonre o meu nomeNão importa se eu não sou o que você quer
Não é minha culpa a sua projeção
Aceito a apatia, se vier
Mas não desonre o meu nomeSerá que eu já posso enlouquecer?
Ou devo apenas sorrir?
Não sei mais o que eu tenho que fazer
Pra você admitirQue você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber
Que você me adora
Que me acha foda
Não espere eu ir embora pra perceber
É, “Me Adora” gruda duma forma na cabeça da gente… Refrão maldosamente pegajoso (como definiu o Inagaki) e que você pode até não gostar na primeira vez que ouve, mas de repente…
Bye bye, MJ!

Já é a segunda vez no ano que acontece: estou trabalhando sossegada e, de repente, um nome do qual não se fala com tanta frequência aparece na timeline do Twitter. Um burburinho, infarte, uma possível morte. Primeiro foi com o Clodovil: eu estava cobrindo o lançamento de um livro, e, embora precisasse ficar focada na cobertura, não resisti e acabei acompanhando também as notícias sobre sua morte. Viva o Twitter Search, amigos.
Ontem foi ainda mais incrível, porque (não subestimando meu amado Clodovil – sem ironias!), a vítima foi uma estrela maior. De repente, foi um tal de Michael Jackson infartou? Michael Jackson morreu? Michael Jackson não morreu! Michael Jackson! Michael… Twitter e Google caindo, notícias duvidosas, piadinhas limpas, humor negro, transmissões ao vivo, galera discutindo sobre pegar pesado ou não.
Tinha acabado de receber da faculdade um email cancelando as aulas desse semestre devido a confirmação, pela vigilância sanitária, de dois casos de gripe suína no prédio. Sequer me recuperara das notícias sobre a morte de Farrah Fawcett e o contrato de Gugu com a Record. Pra ajudar, provas e deadlines me impediram de ver o Andersson, que tinha vindo de Curitiba e passou dia aqui em São Paulo. Não podia encanar com nada disso, corria o risco de surtar. Daí, a próxima vítima seria eu. Então dividi a atenção entre um ensaio sobre o tema “A morte na obra de Manuel Bandeira” (é, eu sei, deveria ter me concentrado mais) e a tal da história do controverso rei do pop, metamorfose ambulante, que vivia um eterno (e polêmico) finding Neverland. Em resumo: ontem senti que estávamos vivendo o apocalipse.
Depois, uma puta insônia (não por conta do Michael, mas do trabalho) me fez passar a madrugada em claro lendo meus feeds – e a cada minuto tinha uma coisa nova, incrível. Eu li, sem brincadeira, no mínimo trinta artistas diferentes dizerem que “só são músicos graças à MJ”. Fui tentar fechar os olhos lá pelas cinco da manhã, soltando apenas um “Ok, então”. Sabe o que é? Prefiro acreditar que foi o calor do momento, a chance de aparecer um pouquinho. Também não posso falar muito: eu não era fã.
Thriller pra vocês
Claro, me lembro de umas duas vezes ter faltado na escola pra assistir Moonwalker na Sessão da Tarde, lá no comecinho da década de noventa – mas isso foi o máximo de contato que tive com o ídolo. (Até porque, nasci em 1990… convenhamos.) Lembro também de ter twittado no começo da semana que estava louca pra aprender a dancinha do Thriller. É, eu sempre quis saber inteira, shame on me. Não deu tempo. Achei até engraçada essa coisa dele morrer bem na semana em que falei isso, porque, convenhamos, a gente sempre acha alguma coisa pra classificar como anormal nessas horas. Enfim, eu não tenho muito o que dizer sobre Michael aqui. (Aliás, O Inagaki, lá no Pop Cabeça, já disse tudo!)
Fica somente o “Adeus” sincero da equipe do Vitrola.
Lily Allen – Fuck You Video (explicit version)
Já deram uma olhada no vídeo mais recente do “It’s Not Me, It’s You“, da Lily Allen? É o de Fuck You.
Sensacionais os efeitinhos especiais. Sem falar na letra, no mínimo ousada, em que Lily manda o recado para os que ela considera ‘preconceituosos’.
Vale os três minutinhos e meio – e olha que eu nem sou muito fã da franjudinha. É mais pela vontade de sair cantando o refrão pra todo mundo que me encher o saco, mesmo. hihi.
Assista aqui ao vídeo de Fuck You, da Lily Allen.
Cantiga de menina malcriada: “Fuck you (fuck you), Fuck you very, very much”
All the single JONAS

Na contagem regressiva para o lançamento de Lines, Vines and Trying Times, os Jonas lançaram em seu Youtube Oficial ontem um vídeo do Joe Jonas fazendo a Beyoncé e dançando Single Ladies, com direito a macacãozinho de aeróbica marcando o corpitcho e salto alto na maior.
I N D I G N O.
Veja aqui o vídeo de Joe Jonas dançando Single Ladies:
(Assim fica fácil entender o porquê dos anéis de pureza…)
Dia do Orgulho Nerd
Saudações, queridos!
Hoje é Dia do Orgulho Nerd e, pra não deixarmos passar em branco, fica pra vocês o último vídeo dos Seminovos – de quem, por sinal, já falamos aqui – “Escolha já seu nerd”.
Pra quem não tem certeza de se é nerd ou não, o G1 disponibiliza um Quiz bem meia boca que supostamente ajuda a descobrir!
Basta clicar aqui.
Se os Beatles fossem irlandeses
Querendo ou não os meninos de Liverpool tinham alguma descendência irlandesa, expressa em seus sobrenomes. Mas, fato é, nasceram na Inglaterra. Mas e se, só “se”, eles tivessem nascido na Irlanda? Sua música seria diferente? O que os caracterizaria?
Um vídeo do You Tube de Roy Zimmerman soluciona estas dúvidas e apresenta a resposta a pergunta “What if the Beatles where irish?”. O autor da resposta, bem inteligente por sinal, brinca com sotaque e o ritmo da trad music irlandesa (já explicada por aqui) nos singles dos Beatles. Lucy in the Sky with Diamonds, Hey Jude e Eleanor Rigby são algumas das músicas apresentadas em quatro minutos. Aliás, “all the lonely people, where do they all come from?” ganhou, também, resposta: Dublin!


