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	<title>VITROLEIROS &#187; The Jesus and Mary Chain</title>
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	<description>música por e para quem não vive sem</description>
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		<title>Al&#244;! Al&#244;?! Planeta Terra chamando!</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 16:12:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Das 17 horas do último dia 8 até algo por volta de 3:40 da madrugada do dia 9, o Main Stage do festival Planeta Terra 2008 dominou o público. Os ingressos vendidos por R$65,00 valeram a pena. Nas próximas linhas, tentarei descrever minhas impressões desse grande evento. Mais do que uma matéria ou resenha, esse texto será apenas minha visão dos acontecimentos desse dia, elegido por mim como um dos melhores do ano.</p>
<p>Localizado na Avenida Nações Unidas, número 20003, a Villa dos Galpões comportou cerca de 15 mil pessoas que foram ao festival que mais prometia desse ano (pelo menos para mim). O local era bem grande e dividido em três grandes palcos: Main, Indie e DJ stages. Placas ajudavam na sinalização de lugares de uma forma, digamos, suficiente para bêbados encontrarem o que queriam. Os balcões dos bares eram extensos, então não havia tanto problema para comprar uma cerveja por R$4,00. A comida era cara como tudo lá dentro, mas mesmo assim, depois de mais de 10 horas lá dentro aquela fome bateu e tive que apelar para um hot-dog, R$6,00. Os banheiros pareciam uma árvore de natal, lotados de galhos de pinheiros no chão para deixar o cheiro um pouco melhor, o que, pelo visto, funcionou até o fim do evento.</p>
<p>Ao entrar no evento, praticamente todos ganhavam um guia, com um mapa do lugar e as atrações com seus respectivos horários e um “porta-bitucas”, para não sujar o chão com os cigarros já fumados. Alguns já fizeram um uso diferente para o tubinho: lança-perfume. Alguns baseados também rolavam soltos em alguns grupinhos. Durante os shows, telões anunciavam os nomes das músicas tocadas pelos artistas, conseguindo, quase sempre, errar. Esse foi o maior erro que consegui perceber no Planeta Terra 2008: enquanto tudo estava perfeito, apenas escolheram as pessoas erradas para nomear as músicas do telão. Mesmo assim, foi um problema apenas para quem não conhecia as diferentes bandas. Nos intervalos dos shows, reprisavam imagens do último e passavam entrevistas (que para nós do palco principal eram transmitidas sem som).</p>
<p>Mas vamos ao que realmente o festival se propunha: a música!</p>
<p><a href="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2009/12/mallu-reinaldo-marques.jpg"><img class="size-medium wp-image-114 colorbox-94" title="mallu-terra08" style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" height="197" alt="Mallu Magalhães - Foto: Reinaldo Marques" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2009/12/mallu-reinaldo-marques-300x193.jpg" width="304" /></a></p>
<p>Dos quatro shows que assisti, o primeiro foi de Mallu Magalhães. Antes dela, o Vanguart havia se apresentado. O show da Mallu correspondeu ao esperado. Tocou alguns de seus sucessos, como <em>Tchubaruba</em>, <em>Vanguart</em> e <em>J1</em>. Pelo que parece, Mallu está evoluindo bem rápido no campo musical. Em alguns outros shows que vi e ouvi, desafinava algumas vezes, mas, nesse, foi impecável. Trocando várias vezes seu figurino e tirando e colocando a cartola com a qual se apresentou e agindo com aquele seu jeito meigo e um pouco ingênuo de ser, ela conseguiu atingir o público com <em>Town of Rock’n Roll</em>, que foi a que mais animou o público. Tocou também covers dos Beatles e de Cash. Entretanto, a música que mais me chamou atenção (e que eu mais gostei) foi <em>Noil</em>, com Mallu tocando sua escaleta no começo e usando bastante a voz, com altos e baixos, para criar um clima melancólico para a música.</p>
<p><a href="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2009/12/jesus-reinaldo-marques.jpg"><img class="size-medium wp-image-117 colorbox-94" title="jesus-terra08" style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" height="193" alt="The Jesus and Mary Chain - Foto: Reinaldo Marques" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2009/12/jesus-reinaldo-marques-300x193.jpg" width="300" /></a></p>
<p>Meu segundo show, logo após o da adolescente prodígio, foi o dos veteranos do The Jesus and Mary Chain. Esse foi um show que, me arrisco dizer, foi um dos melhores do festival. Mesmo sem conhecer muito da banda dos anos 80, as músicas tocadas eram boas e, apesar de não muito animadas, conseguiram prender o público. Mesmo assim, grande parte das pessoas que dominavam a grade eram jovens com a camiseta do Offspring, que seria o próximo show. Para mim, o ponto alto do show foi algo que me pegou de surpresa: a interpretação de <em>Just Like Honey</em>, a música final da trilha sonora de <em>Lost in Translation</em> (<em>Encontros e Desencontros</em>), de Sophia Coppola (um de meus filmes preferidos e, com certeza, um dos melhores finais de filme que já vi, favorecidos pela música). Antes mesmo da melodia começar, apenas com as batidas da bateria, o público já gritava e aplaudia.</p>
<p><a href="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2009/12/offspring-reinaldo-marques.jpg"><img class="size-medium wp-image-119 colorbox-94" title="offspring-terra08" style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" height="300" alt="Dexter Holland, vocalista - Foto: Reinaldo Marques" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2009/12/offspring-reinaldo-marques-244x300.jpg" width="244" /></a></p>
<p>O Offspring foi, para muitos, o show do festival. Eu mesmo estava indo principalmente para vê-los, mas não me surpreendi. Tocaram alguns dos seus maiores sucessos como <em>All I Want</em>, <em>Gone Away</em> e <em>The Kids Aren’t Allright</em>, que animaram muito a platéia. Mesmo assim, pelo que percebi (e senti) enquanto estava em uma roda punk, <em>Bad Habit</em> causou grande furor nos quase violentos jovens que pulavam loucamente. Ao que me parece, a música mais cantada pelo público foi <em>Hit That</em>, mas não posso nunca afirmar, já que mudei de lugar várias vezes. Provavelmente mais perto da grade, a maioria conhecia quase todas as músicas da banda e acompanhava as canções. Greg K teve seu momento de glória em <em>Have You Ever</em>, na qual luzes de seu baixo acenderam como uma espécie de neon azul. Dexter ainda fazia piadinhas como sempre, e Noodles apareceu com a camisa 9 da seleção brasileira e brincou mostrando a barriga. Ao acabar o show, a banda se retirou e esperou o encore (bis). Mesmo não sendo tão clamada pelos fãs, percebe-se que em poucos minutos a banda seguiu o script e voltou aos palcos (como anteriormente combinado, provavelmente). Parece que foi aí que o público se tocou que não veria o Offspring por mais um bom tempo e resolveu aproveitar pra valer as três últimas músicas: <em>Can’t Get My Head Around You</em>, <em>Want You Bad</em> e, finalmente, <em>Self Esteem</em>, que fechou com chave de ouro para os antigos fãs.</p>
<p>Após o Offspring, foi a vez de Bloc Party, show que não tinha a mínima vontade de conferir, já que estava cansado, com sede e com fome, depois de três shows seguidos próximos à grade. Mesmo assim, depois do fracasso no VMB, parece que a banda conseguiu restituir sua reputação com o festival, tocando suas músicas ao vivo.</p>
<p><a href="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2009/12/chiefs-reinaldo-marques.jpg"><img class="size-medium wp-image-120 colorbox-94" title="chiefs-reinaldo-marques" style="display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto" height="193" alt="Wilson com boina de fã - Foto: Reinaldo Marques" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2009/12/chiefs-reinaldo-marques-300x193.jpg" width="300" /></a></p>
<p>O último palco da noite foi do Kaiser Chiefs, que conseguiu reunir grande platéia por ser o último palco a apresentar alguma atração. Todos pareciam acabados, mas foram revitalizados pela presença de palco do vocalista Ricky Wilson em um show com uma interatividade marcante com a platéia. A agitação da banda transpirava aquela <em>vontade de estar ali</em>, como nenhum outro teve no festival todo. Tentando falar em português várias vezes e arremessando as coisas no palco e até no público, como as baquetas que havia usado, o vocalista pulava do palco para conseguir proximidade com seus fãs. Chegou a colocar uma boina cedida por um deles e a subir em um amplificador fora do palco. Wilson pediu para cantarem <em>Na Na Na Na Naa</em> e todos atenderam, levantando folhas de papel com Na, Na e Naa. Uma das mais conhecidas da banda, <em>Ruby</em>, agitou bastante o público cansado e fez todo mundo esquecer que já estava em pé e pulando por algumas horas. Mas foi <em>The Angry Mob</em> que fez o povo ir mais alto: como último grande acontecimento da noite, a platéia inteira esgotou suas últimas energias restantes. A banda finalizou o show com <em>Oh My God</em>.</p>
<p>Depois disso, as pessoas só procuravam pensar em como ir para a casa depois de um dia cansativo, mas que tinha valido a pena. O festival todo foi – arrisco dizer mesmo só tendo estado no Main Stage o tempo todo – ótimo. Tenho certeza que algumas das bandas que se apresentaram para um público desconhecido ganharam novos fãs. Além disso, renovaram o espírito de que ainda hoje temos qualidade musical. Isso é tudo uma questão de gosto, claro, mas gosto não se discute.</p>
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