Sublime With Rome disponibiliza seu primeiro álbum por streaming no Facebook

Yours Truly, novo do Sublime With Rome

Depois do lançamento dos singles “Can You Feel It?”, com a participação do rapper Wiz Khalifa, e “Panic”, a expectativa finalmente chega ao fim: o Sublime With Rome, junção entre do antigo Sublime com os vocais e a guitarra de Rome Ramirez, ganhará seu primeiro fruto concreto, intitulado Yours Truly, no próximo dia 12 de julho, terça-feira.

É o primeiro trabalho de estúdio da banda desde 1996, ano da morte de seu vocalista original e fundador, Bradley Nowell. A banda foi lembrada por tributos e coletâneas até 2009, quando a parceria com Rome deu um novo gás à mistura de ska e reggae dos californianos.

Legal, né?

Tem mais: mesmo com o álbum já disponibilizado para pré-venda no iTunes, mas quem curte o som dos caras só precisa dar uma passadinha na página do Sublime With Rome para poder ouvir Yours Truly na íntegra. E tá bem bom, viu, se é que vocês aceitam um conselho.

Uma Jamaica inédita para seus ouvidos

Você sabia que a Jamaica foi um dos maiores centros de produção de vinis nos anos 60 e 70? E que o movimento skinhead surgiu na Inglaterra nos anos 60 para unir brancos e negros, e não segregá-los? Sabia também que o Bob Marley não apareceu para o mundo fazendo reggae?

Pois é: em 2010, os estudantes de jornalismo Bruno GonçalvesJuliana MacarencoNathalie Folco, da Faculdade Cásper Líbero, se aprofundaram em um verdadeiro universo jamaicano dentro da cidade de São Paulo para trazer essas e muitas outras informações e curiosidades sobre a ilha caribenha na série especial Jamaica Paulistana.

O trabalho apresenta traços remanescentes de uma cultura originada nos anos 60 na Jamaica, enraizada na cidade de São Paulo pelas mãos frenéticas do pessoal do You&Me on a Jamboree, especialistas na divulgação dos ritmos jamaicanos na cidade, e de outros apaixonados pelos ritmos da ilha. Em quatro capítulos de dez minutos, o trio retrata a cultura soundsystem, aborda a origem da subcultura skinhead, conta um pouco dos ritmos jamaicanos que mais influenciaram a música mundial e indica onde você pode encontrar tudo isso em São Paulo. A Jamaica existente na cidade e que vai além da família é apresentada em quatro capítulos, cada um com 10 minutos.

Importante: com tanto conteúdo, o material jamais deixaria a desejar nas referências musicais. Tem early reggae, skinhead reggae, rocksteady e ska para todos os gostos, com Toots & The Maytals, The Skatalites, Lauren Aitkel, The Specials, Orquestra Brasileira de Música Jamaicana, Pinguins Tropicais, Extra Stout e muitos outros sons.

Durante o mês de abril, o programa será uma das atrações do semanal Skataplá, transmitido pela webrádio Brasil 2000 todas as sextas-feiras, às 21h, com apresentação de Denis RomaniGuilherme Mosaner.

E, para ouvir o Jamaica Paulistana quando quiser, é só acessar o blog ou o soundcloud do projeto.

 

Skataplá: Ska para todos os gostos

Quem procura a definição de Ska descobre um gênero musical originado na Jamaica nos anos 50, precursor do rocksteady e do reggae.  Mas ficar só com uma definição é bobagem: bom mesmo é ouvir e curtir o som numa boa. É, sim: porque ska é pra curtir em qualquer ocasião.

Nunca provou? É fã? Para ambos os casos, nada melhor do que ser guiado por alguém que entende do assunto. Pelo menos essa é a minha opinião de ouvinte compulsiva. E é aí que entra nossa dica da semana: Skataplá!

Skataplá é o único programa de rádio no Brasil dedicado ao ska e suas vertentes. Seus apresentadores, o jornalista Denis Romani e o trompetista Gui Mosaner, deixam sempre a gente na vontade de mais: som gringo, nacional, cover, versões inusitadas…

Além de imperdível, dá pra curtir online e offline: no ar todo sábado, às 9 da noite na 107,3 FM de São Paulo, ou a qualquer momento — os meninos disponibilizam para download!

AH! Segura que esse aviso vale ouro: siga @skatapla no Twitter e fique por dentro de promoções, festas de reggae e sonzeras imperdíveis.

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Skataplá
Todos os sábados, 21h
107,3 FM (SP) ou http://brasil2000.com.br/
(programas disponíveis online nos links http://bit.ly/dkAPl7 e http://bit.ly/cY49VZ)


Selo -- Mil Coisas e Causas Imperdíveis

A Orquestra Brasileira de Música Jamaicana

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“Big Band de Ska”  interpreta músicas brasileiras com ritmos da Jamaica

Aposto que você nunca pensou em dançar ao som da música-tema de “A Voz do Brasil”, não é mesmo? Acontece que a sisuda, séria e antiga ópera “O Guarani”, composta por Carlos Gomes, virou música para ser dançada com todas as bençãos de Jah. Os responsáveis pela anarquia são os 9 músicos da “Orquestra Brasileira de Música Jamaicana”, grupo de nome quase auto-explicativo que resolveu adaptar clássicos do repertório musical brasileiro para o ska, o dub e o reagge.

Formada por músicos experientes, a Orquestra nasceu com uma constatação: músicas brasileiras eram tocadas e adaptadas por bandas da Europa e do Japão, mas não havia ninguém no Brasil fazendo esse tipo de coisa.Jogando longe o tal banquinho e violão, o grupo pretende colocar todo mundo pra dançar com versões de “Garota de Ipanema”, “Águas de Março” e “Carinhoso”. Outras escolhas inusitadas são marchinhas de carnaval, “Tico-Tico No Fubá” e o clássico de Adoniran Barbosa, “Trem das Onze”.

A Orquestra Brasileira de Música Jamaicana é formada por Sérgio Soffiatti (guitarra, vocal), Rafael Toloi (baixo), Fabio Luchs (bateria), Felipe Pipeta (trompete), Ruben Marley (trombone), Marcelo Cotarelli (trompete), Fernando Bastos (sax e flauta), Igor Thomaz (sax) e Lulu Camargo (teclado).

Com tanta gente, será que existe um maestro para essa orquestra? Apesar de ter sido um dos idealizadores da banda, o vocalista e guitarrista Sérgio Sofiatti avisa: “Nós somos uma banda. Eu faço alguns arranjos, mas não tenho formação de maestro. Aqui todo mundo acaba dando sua contribuição.”

Quando?
Sexta-feira, dia 18 de setembro. A partir das 22 horas já tem música rolando e a Orquestra sobe no palco à meia-noite.
Onde? na Aldeia Turiassú. Rua Turiassú, 928, Perdizes.
Quanto? Os ingressos custam 30 reais na porta ou 20 com nome na lista – é só mandar um e-mail com os nomes para obmj@gmail.com.
Por que? Sacudir o esqueleto com ska e ainda fazer Carlos Gomes revirar no túmulo não tem preço