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	<title>VITROLEIROS &#187; retro</title>
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		<title>Esculpindo em gelo negro</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Jan 2010 01:36:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1841" href="http://vitroleiros.org/musica/esculpindo-em-gelo-negro/attachment/blackiceacdc/"><img class="alignleft size-full wp-image-1841 colorbox-1840" style="margin: 2px" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2010/01/blackiceacdc.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a>Sabe como é às vezes a vida: você acorda, faz um café/chá, lê algum livro/jornal/resenha, vai trabalhar/estudar, sai com alguns amigos/namorada(o/as/os) e deita a cabeça na cama à noite surpreso de estar satisfeito de poder repetir a exata mesma rotina no dia seguinte, uma felicidade molenga de estar em um ponto ótimo e seguro, de onde nenhum imprevisto ou sentimento repentino possa te abalar. É assim que me sinto musicalmente com a banda de Hard Rock AC/DC. Na cena rocker desde os idos de 1973 o grupo australiano lança álbuns com um pouco mais do que um miasma criativo e alguns riffs parecidos funcionando como fio condutor da obra. Desde Black in Black e para além dos discos de menor intensidade que povoaram a década de 80, ouvir AC/DC agora é admiravelmente similar a ouvir AC/DC de coisa de 20 anos atrás. No cenário atual, em que o Rock e suas vertentes vêm se diferenciando e reinventando entre e para além de seus paradigmas, isso pode soar um bocado negativo. E, convenhamos, AC/DC está num patamar estranho mesmo se comparado a bandas de igual calibre e tempo de estrada (qualquer um vai concordar comigo depois de ver a repaginada estilística que Judas Priest organizou sob o single Nostradamus). Claro, constatar essa estagnação não deixa de ser &#8220;lugar comum&#8221; &#8211; além de um desserviço para a capacidade criativa musical de Angus, Johnson e cia. Portanto, eis o caso em questão: O CD Black Ice, lançado em outubro de 2008 e a mais nova aventura da banda. Seria este um novo experimento, um disco conceitual pronto para romper suas barreiras de estilo? Um Nostradamus? Ou suas previsões falharam? Confiram a seguir, enquanto disseco o mais atual fruto dos autralianos do AC/DC.</p>
<p>Ok, ok, vamos falar sério! Se vocês conhecem bem AC/DC sabem que a resposta para essas perguntas é um sonoro NÃO. Os autralianos são desse tipo de caras que encontram sua voz na multidão, um formato de sucesso e uma boa sonoridade e seguem firmes e fortes. Sem experimentalismos, sem viagens à lá Jethro Tull. E quer saber, não é nada mal. Se Black Ice consegue fazer algo bem, é superar a sombra do Back in Black e se firmar em suas próprias pernas. As canções são boas, vibrantes e energéticas, além de extremamente viciantes. O disco começa (sim, eles começam sim, geração &#8220;Shuffle&#8221;! Começam sim!) em uma alta nota com &#8220;Rock n&#8217; Roll Train&#8221;, uma entusiásmatica coleção de riffs contagiantes, trocados com precisão e velocidade entre o Guitar Hero Angus e Malcolm Young. O ritmo Staccatto um pouco violento e grosseiro faz seu retorno, auxiliado pelo baterista Phil Rudd e o baixista Cliff Williams. A música, entretanto, soa mais organizada e afiada.</p>
<p>De &#8220;Rock n&#8217; Roll Train&#8221; em diante, o roqueiro padrão está em casa, com uma coleção de músicas com elementos bem semelhantes com os do passado da banda: &#8220;War Machine&#8221;, por exemplo, parece algo saído de &#8220;Back in Black&#8221;, enquanto &#8220;Anything Goes&#8221; tem uma levada similar à de &#8220;For Those About to Rock (We Salute You)&#8221;. Entre esses sons mais familiares e um ou outro que pode soar vazio de inspiração &#8211; &#8220;Spoilin&#8217; for a Fight&#8221; vem à mente &#8211; minha favorita de todo o disco é, sem dúvida, &#8220;Rocking All The Way&#8221;. Nela, um ritmo funky puxado para Jazz rouba a cena, e o baixo de Cliff Williams ganha voz. Também não dá para deixar de se lembrar dos tempos em que Bon Scott estava nos vocais do AC/DC, e em que o ritmo Soul tinha presença mais marcante no trabalho dos autralianos. É uma faixa genial, e a mais surpreendente de todas as presentes, soprando um pouco de vida nova e personalidade ao álbum.</p>
<p>Já que a base instrumental se manteve a mesma, é o papel do vocal criar a sensação de novo. Diferente de Scott, Brian Johnson é um barítono natural, mas em Black Ice, o vocal explora tons mais altos e, como resultado, sua voz soa um pouco menos impactante.  Longe de estragar a experiência, claro. As letras ainda mantém uma saudável dose de irreverência com pitadas de Tom Sawyer,  relegando tudo o que não for Rock n&#8217; Roll pra um mero segundo plano. Sem emoções profundas e investigações sobre o melodrama humano, é interessante notar como o AC/DC ainda consegue criar um material tão divertido com palavras e temas que já são clichés há décadas. Fato é que depois de um tempo ouvindo Black Ice é possível que você comece a cantarolar coisas que te fariam soar no mínimo cafona. E que você não dê a mínima pra isso.</p>
<p><strong>ACDC &#8211; Black Ice (Sony/BMG)<br />
</strong></p>
<p>Produzido por Brendan O&#8217;Brian</p>
<p>Lead Guitar: Angus Young</p>
<p>Rythym Guitar: Malcolm Young</p>
<p>Vocais: Brian Johnson</p>
<p>Baixo: Cliff Williams</p>
<p>Bateria: Phil Rudd</p>
<p>Canções compostas por A. Young e M. Young<strong><br />
</strong></p>
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