Desde o triste final do Whitestripes há um ano, os fãs estão curiosos pelo novo trabalho de Jack White. Afinal, o músico cheio de projetos paralelos não iria ficar muito tempo longe das novidades. Pois foi divugado o single do novo trabalho solo do artista, chamado”Love Interruption”.
A faixa faz parte do álbum Bunderbuss, com previsao de lançamento para 23 de abril. Durante este ano, além de desenvolver este trabalho solo, White se envolveu nos trabalhos de sua gravadore com o Insane Clown Posse, Tom Jones e o rapper Black Milk. Suas bandas paralelas, The Racounters e The Dead Weather, continuaram seus trabalhos normalmente.
Não deixa o frio dessa segunda dominar o estado de espírito não! Tem novidade gostosa no ar. Os guris do Evora me mandaram há algum tempo o link para seus singles de 2011, mas eu estava sem computador. De certa forma, parece ter valido a pena: o dia de hoje é ideal para curtir em loop as cinco faixas disponibilizadas no site oficial da banda. Café em Sol Maior e Permita-se vocês já conhecem de postsanteriores, não? Mas ainda há Ego, O Lado de Lá e Quebre o Silêncio.
As faixas estão na pegada nova da banda, cada vez mais dentro do conceito próprio e ousado que eles vêm tentando seguir desde o ano passado: um rock bem tocado e cheio de influências da MPB. E parece que esses lindos vão continuar fazendo sexo com a música por muito tempo… Bom pra nós.
Hoje de manhã, os fãs do trio australiano Silverchair tiveram uma desagradável surpresa. Através de uma nota em seu site oficial, a banda comunicou que vai entrar em um período de “hibernação indefinida” para que os integrantes possam se dedicar aos seus projetos solos.
Alguns trechos da nota:
“[...]if the band stops being fun and if it’s no longer fulfilling creatively, then we need to stop[...]“
“[...]se a banda deixa de ser divertida e não nos preenche mais criativamente, então precisamos parar[...]“
“[...]This means that Silverchair won’t be making music together or playing shows any time soon. It also means that the three of us won’t be working together unless and until it feels right again[...]“
“[...]Isso significa que o Silverchair não fará novas músicas ou shows nos próximos tempos. Também significa que nós três não trabalharemos juntos até valer a pena novamente[...]”
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O trio australiano alcançou a fama nos anos 90 com seu álbum de estréia Frogstomp e seu último disco foi o Young Modern de 2007.
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Em 2009, a banda australiana voltou aos estúdios para começar a gravar um álbum, mas ficou nítido que a banda não tinha mais aquela empolgação e que os interesses profissionais não eram mais os mesmos.
Os casais mineiros terão mais uma opção de lazer para passar o Dia dos Namorados. No dia 12 de junho, acontece em Belo Horizonte o Festival Natura Musical Minas, com mais de 15 atrações espalhadas por quatro praças de diferentes regiões da capital mineira, entre 10h e 22h. E o melhor, tudo na faixa! Pato Fu, Palavra Cantada, Renegado, Marcelo Jeneci e Maria Gadú são só alguns dos artistas.
Confira a programação completa:
Praça da Liberdade (Região Centro-Sul)
A programação especial para o público infantil começa com a oficina musical Pratubatê, do grupo Trampulim, seguida do grupo Palavra Cantada, que se apresentam no local às 11h, com o espetáculo “Brincadeiras Musicais”. Às 15h30, o Pato Fu sobe ao palco para apresentar o “Música de Brinquedo”, e para fechar a tarde, o integrante do Clube da Esquina Lô Borges divide o palco com o cantor mineiro Pedro Morais.
10h: Oficina Grupo Trampolim (MG) 11h: Palavra Cantada (SP) - infantil 15h30: Pato Fu - Música de Brinquedo (MG) - infantil 17h: Lô Borges e Pedro Morais (MG)
Praça Duque de Caxias (Região Leste)
As apresentações começam às 10h15, com o show “Pequeno Cidadão”, em que os músicos Edgard Scandurra, Taciana Barros, Arnaldo Antunes e Antonio Pinto convidam seus filhos para cantarem juntos músicas infantis próprias, cuja inspiração vem da experiência como pais e também das lembranças de infância. Às 12h, o grupo Trampulim promove a oficina Pratubatê para os presentes. Karina Buhr sobe ao palco às 14h30, apresentando seu primeiro álbum “Eu menti pra você”. Na sequência, o rapper mineiro Renegado entra às 15h40 e Marcelo Jeneci encerra a tarde, às 16h50 apresentando seu álbum de estreia “Feito pra Acabar”.
O grupo mineiro “Curupaco” dá início às apresentações, às 10h30, com o espetáculo “Danca Balanca”, que brinca com elementos tradicionais da cultura da infância, ao mesmo tempo em que aborda assuntos contemporâneos ao cotidiano dos pequenos. O sexteto de violeiros mineiros “Vivaviola” se apresenta com o grupo “Meninhas de Sinhá”, formado por mulheres com idade entre 50 e 92 anos, moradoras da região Leste de Belo Horizonte às 12h15. Em seguida, o público participa da oficina do Grupo Trampulim a partir das 14h30, e às 15h40, Marku Ribas apresenta sua obra contemporânea, marcada por traços africanos, jazz e black music. Fechando a tarde no parque, às 17h, o grupo mineiro Zé da Guiomar apresenta seu samba de raiz.
10h30: Grupo Curupaco (MG) 12h: Vivaviola e Meninas de Sinhá (MG) 14h30: Oficina do Grupo Trampolim (MG) 15h40: Marku Ribas (MG) 17h: Zé da Guiomar (MG)
Praça da Estação (centro)
Depois de curtir as atrações nas outras três praças, o público poderá seguir para a Praça da Estação, onde o Festival Natura Musical Minas será encerrado. A primeira atração da noite, às 18h, será o grupo de percussão baiano Orkestra Rumpilezz, seguida pela sambista carioca, mas mineira de criação, Aline Calixto, às 19h, que traz Carlinhos Brown como seu convidado para um dueto. O cantor e compositor encerra o festival às 20hs, e para acompanhá-lo no palco, convida duas cantoras que têm ganhado cada vez mais destaque na cena musical: a paulistana Maria Gadú e a potiguar Roberta Sá.
17h30: Oskestra Rumpilezz (BA) 19h: Aline Calixto (RJ) convida Carlinhos Brown (BA) 20h: Milton Nascimento (MG) convida Maria Gadú (SP) e Roberta Sá (RN)
Dois fins de semana de fevereiro estarão reservados para música e vídeo na Casa Dissenso. Nos dias 5, 6, 12 e 13, sempre a partir das 17h e com entrada franca, ocorrerá o 1# Dis Experimental, que reunirá oito projetos de destaque da cena experimental.
As apresentações musicais serão de N-1, -notyesus>, >interzona<, Panetone, National, F? R!, Duo Henrique Iwao-Mário Del Nunzio e Objeto Amarelo, enquanto vídeos de vanguarda serão exibidos, como clássicos do grupo Fluxux e Duchamp e documentários sobre compositores contemporâneos. No dia 12 ainda terá um debate sobre as perspectivas da cena experimental brasileira. De quebra, dá pra ajudar quem precisa. Quem quiser pode doar água e alimentos não perecíveis, que serão destinados a Cruz Vermelha para o pessoal do Rio de Janeiro. Fica a dica pra quem curte novidades e multimídia.
O artista como arte
“SER ARTISTA É UMA ARTE!! a indústria é realmente decepcionante porque os artistas se contentam em ser medíocres!!“, disse Chris Brown em seu twitter na segunda-feira. E esse seu comentário não só faz sentido como também foi um dos grandes pontos abordados no último domingo, 7/11, no Debate Nokia sobre Tecnologia e Música. Lobão soltou já quase no fim da discussão: “é preciso restituir às boas bandas o desejo de chegar ao topo das paradas sem perder a qualidade”. Sim, porque, segundo ele, hoje todo mundo quer dinheiro e sucesso – não importa a que custo. E aí, o que chega ao mainstream se torna, em sua maioria, sinônimo de porcaria para aqueles que conhecem do assunto.
“Vi a morte total do CD e acabei crescendo dentro disso, dessa historia de se adaptar aos novos tempos, de não ficar parada reclamando” — Pitty, no #debatenokia
Com um computador e acesso a internet, qualquer um é artista. Ou acredita ser. Pitty, que saiu do que chama de “underground do underground” – a cena de rock na Bahia – comentou inclusive que, ao mesmo tempo em que maravilhosa – um espaço democrático, afinal, cheio de músicos (amadores ou não) – a tecnologia tem seu lado ruim. “As pessoas não querem ser artistas, elas querem ser famosas. Eu não quero ser mainstream, underground ou alternativa. Eu quero viver da minha música”.
Questionamentos eternos
Além dos músicos Pitty e Lobão, Carlos Affonso de Souza, advogado e representante do Creative Commons no Brasil participou do painel. Em foco, os benefícios e prejuízos das tecnologias para o mercado musical: como precificar uma obra autoral? Como divulgá-la e vendê-la depois do estouro do MP3? O que é e o que não é pirataria? Por que as rádios no Brasil são tão restritas? São perguntas às vezes até intangíveis, mas que precisam ganhar espaço entre artistas, gravadoras, rádios e até mesmo o público.
Terra do jabá?
O desabafo comum a ambos os músicos partiu da ideia de que, se na internet as músicas são ouvidas como são, é nas rádios que o grande público toma conhecimento delas. E para estar na rádio a dificuldade vai além do grande problema do jabá: é preciso se encaixar num padrão comercial nem sempre parecido com aquilo que foi inicialmente composto. “A cada novo single, o Martin, meu guitarrista, é o primeiro que sofre”, brinca Pitty, que já fez um desabafo bem lúcido em seu blog a respeito das rádios e o rock no início desse ano. O resumo, simples demais, veio de Lobão: “falta PAUDURESCÊNCIA no rock do Brasil”. E as rádios alimentam isso, exigindo que tudo seja “pop” demais o tempo todo. Enquanto isso, escondidas por aí, bandas de qualidade, mas que não se submetem às mudanças ou não têm dinheiro para pagar sua entrada na programação lutam por um lugarzinho ao sol sem nunca saber se conseguirão ou não. A verdade é que hoje não basta talento, tecnologia: é preciso dinheiro ou sorte também.
“Basicamente, a gente tem que readquirir o hábito de ouvir realmente a música.” Lobão no #debatenokia
Direitos e formatos
Direitos autorais e formatos de áudio também foram destaque do debate. Afinal, imposto em cima de imposto e quem sai no prejuízo é a arte. “O que a gente vai fazer? Como continuar atribuindo valor para a música e vivendo dela nessa hora em que ela virou um arquivo solto, que qualquer um vai lá e pega?”, desafia a baiana. Foi a deixa para Lobão comentar a necessidade de valorização do vinil, que tem retornado às lojas atualmente depois de um tempo no limbo. Aliás, a defesa não foi só o vinil: foi da experiência auditiva como um todo.
O questionamento principal é: com toda essa tecnologia, os fones de ouvido baratos, os mp3 de baixa qualidade e a banalização do videoclipe, quando foi a última vez que você ouviu um álbum do início ao fim, colocando a música em primeiro lugar, captando todo o conceito que o artista criou ali? Pois é. Isso também se banalizou demais — o que pode não ser de todo ruim, mas é triste. Afinal, quem cria o faz com a intenção de que aquilo seja ser ouvido, observado, compreendido. Não há mais — não de todo, mas em grande parte do mundo — o ritual de ouvir um disco. As crianças de hoje riem-se diante de um CD, ora essa. Quem dirá de um bolachão. Mas vinil é tecnologia também, amigos. E há fones de ouvido que oferecem experiências auditivas incríveis. Os bons artistas continuam pensando em seus álbuns de forma íntima, escolhendo a ordem das músicas, mixando os áudios fora daqui. Então é tudo uma questão de escolha — e de lutarmos ou não para que isso não acabe. Afinal, “mais do que tecnologia, é o que você faz com ela”, não? E, se podemos fazer dela ferramenta para que a música se torne algo melhor e mais proveitoso, por que deixarmos que ela faça da música o que quiser?
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A discussão, muito interessante, não parou lá no MIS. Quem se interessa pelo assunto, pode ler:
(São pontos de vistas distintos, mas que alimentam a discussão em vários dos aspectos citados ali em cima)
A Expomusic chega a São Paulo recheada de shows e estandes com equipamentos absurdamente incríveis. O evento promove bandas e artistas recém saídos do forno e outros já mais divulgados na mídia. Os destaques são para as bandas Jamirulus,Fractius, Dejavu e Shaman.
O Jamirulus, que inclusive já deu uma entrevista contando a história do grupo aqui no Vitroleiros, estará à partir das 16h no estande da empresa Leson, nesta sexta-feira (24) e no sábado (25). Se você quiser ouvir um rock nacional novo em folha e de destaque, apareça por lá!
Já os Fractius fará um tributo aos dinossauros do clássico rock ‘n roll do Deep Purple no espaço Music Hall, às 13h do sábado.
O Dejavu de que estou falando não é esse que você pensou, o sucesso das paradas tecnobrega/forró. É um outro estilo bem diferente, mais próximo de um pop rock à la Paralamas e Legião Urbana. Ouça aqui para saber e apareça na Expomusic para apreciar :)
Além das atrações citadas, muita gente boa vai marcar presença em pocket shows em estandes do evento. No sábado (25), o guitarrista do Sepultura Andreas Kisser, a banda Lipstick, Kiko Loureiro & Cuca Teixeira, Crazy Legs e muito mais. No domingo (26), tocam O Teatro Mágico, a banda Detonautas, Vanguart e outros artistas excelentes que valem muito a pena ver ao vivo.
Os shows começam às 11h da manhã e o evento abre os portões às 10h. Não esqueça de levar R$ 15 para pagar a entrada. Os únicos dias que o evento é aberto ao público são neste sábado (25) e no domingo (26). Portanto, se você quiser comprar microfones, amplificadores, guitarras, baterias, baixos, violões, violas, violinos, rabecas, teclados, cabos, fios, mesas de som, enfim qualquer aparato musical, ou simplesmente quiser conhecer mais sobre este maravilhoso mundo da música, da qual ninguém vive sem, a Expomusic é uma ótima oportunidade.
A banda com nome de cidade portuguesa e música do Banhart resolveu apostar nos clipes para divulgação e, por que não, para arte. Para conhecer o trabalho dos caras, sentir o som e as ideias deles, o melhor caminho é assistir aos vídeos. Rafael Arcaro, voz e guitarra, além de levar a música, também estuda cinema e dirigiu os 4 já produzidos. Por falar nisso, saiu na semana passada o novo vídeo, de Sem Nome. A banda, buscando identificação com o público, fez uma votação na comunidade do Orkut para decidirem qual seria a música escolhida para a nova gravação. Confira aí.
Uma escada escura e luzes de natal no chão; depois, “Foi por pensar saber falar / por crer acreditar que as coisas vão / e são como elas são”. Cinema, cigarro, cerveja. Instrumentos de alumínio, um passeio de bicicleta e dançarinas no espaço. Isso é Santa Maria da Feira.
O CD tem 12 faixas rápidas e animadas ou lentas, sempre intensas. Letras e composições são assinadas por Arcaro e por Felipe Campedelli, também voz e guitarra. O baixo fica por conta de Rafael Senatore e a batera por Guilherme Francischi. Algumas delas lembram os vocais dos Los Hermanos, principalmente se levarmos em conta Bloco do Eu Sozinho e 4. A banda, inclusive, fez um clipe independente para How To Hang A Warhol, outra ponte com a figura de Amarante, que vale bastante a pena e está no canal de Youtube deles.
Mas é com jeito de gente grande e visitas de novos artistas (os independentes somam até agora quase 20 mil no Myspace da banda) que faço uma aposta pessoal: dobram até o fim do ano. A turnê pelas casas de São Paulo está marcada para começar no fim deste mês e continuar até novembro.
Parece que de forma descontraída, pouco a pouco, vão buscando a estrada, mesmo sem saber o que ela vai trazer: “eu sei lá onde quero chegar / eu prefiro ficar a navegar / sem escolha”.
Para os vitroleiros, ”música por e para quem não vive sem” não é um exagero. Uma pesquisa da Namosca mostrou que grande parte dos jovens brasileiros se enquadra entre os que não vivem sem notas e acordes.
Uma pesquisa realizada com 175 universitários de 20 conceituadas faculdades de São Paulo demonstrou que grande parte dessa população jovem não consegue imaginar seus dias sem o som dos acordes. Somente 10%, uma pequena parcela, não acham que a música seja uma parte muito importante de suas vidas. Se pensarmos no panorama musical dos anos 50 para cá, podemos ver que o público jovem foi quem mudou, tomou o cenário e continua predominando na indústria fonográfica, o que se explica, em parte, pela importância que estes dão para a música.
Os jovens, de acordo com o estudo, também são muito ecléticos. 56,5% dos entrevistados são ouvintes do rock, mas não é somente este estilo de música que prevalece. Mais da metade dos universitários também gosta dos sons da MPB, eletrônica, samba/pagode e sertanejo, o que demonstra a grande diversidade de gostos entre estes jovens ouvidos.
O estudo foi feito pela agência especializada em marketing jovem, Namosca.
Já ouviu o novo single do Paramore, Ignorance? Não? Ouça aqui!
Ignorance é primeiro single do novo álbum do Paramore, Brand New Eyes. Estreia nas rádios americanas hoje, 7 de Julho. Lançamento do álbum está marcado para 29 de Setembro.
Ouça aqui Ignorance!
Quer a letra pra acompanhar? Aí vai!
Ignorance – Paramore
if I’m a bad person, you don’t like me
i guess I’ll make my own way
it’s a circle
I mean cycle
i can’t excite you anymore
where’s your gavel? your jury?
what’s my offense this time?
you’re not a judge but if you’re gonna judge me
well sentence me to another life.
don’t wanna hear your sad songs
i don’t wanna feel your pain
when you swear it’s all my fault
cause you know we’re not the same
oh we’re not the same
the friends who stuck together
we wrote our names in blood
but i guess you can’t accept that the change is good
it’s good
you treat me just like another stranger
well it’s nice to meet you sir
i guess i’ll go
i best be on my way out
ignorance is your new best friend
this is the best thing that could’ve happened
any longer and i wouldn’t have made it
it’s not a war no, it’s not a rapture
i’m just a person but you can’t take it
the same tricks that once fooled me
they won’t get you anywhere
i’m not the same kid from your memory
now i can fend for myself
don’t wanna hear your sad songs
i don’t wanna feel your pain
when you swear it’s all my fault
cause you know we’re not the same
oh we’re not the same
we used to stick together
we wrote our names in blood
but i guess you can’t accept that the change is good
it’s good
you treat me just like another stranger
well it’s nice to meet you sir
i guess i’ll go
i best be on my way out
ignorance is your new best friend
you treat me just like another stranger
well it’s nice to meet you sir
i guess i’ll go
i best be on my way out
Já até imagino as dancinhas da Hayley: Ignorance is you new best friend (8)