The Subways lança nova música

A banda The Subways está devolta com seu terceiro álbum, Money and Celebrity, que tem previsão de lançamento para setembro e acaba de liberar o primeiro sigle, It’s a Party, para download no site oficial da banda.

O álbum foi produzido através do PledgeMusic, que arrecada dinheiro dos fãs em troca de shows exclusivos, autógrafos e coisas nessa linha.

Por enquanto vamos ouvir It’s a Party e aguardar setembro.

The Subways – It’s A Party by barrygruff

 

 

The Kooks libera nova música

A banda The Kooks usou o twitter nessa terça-feira para divulgar sua nova música. A idéia era a de que quanto mais vezes fãs tuitassem a hashtag #junkoftheheart mais tempo da música “The Saboteur” seria divulgado.

Nem precisa falar que a galera pirou e a música você pode ouvir na íntegra aqui:

The Kooks – The Saboteur by chwigui

 

A música ainda está disponível para download do site do novo álbum.

http://www.junkoftheheart.com/

 

Novo vídeo de Miles Kane

O queridinho Miles Kane acaba de lançar seu novo clipe, “Inhaler” cheio de imagens dos bastidores da turnê de seu primeiro álbum solo, “Colour of the Trap“, lançado esse ano. A faixa foi lançada como single em novembro do ano passado, mas, atendendo aos pedidos dos fãs, está sendo relançada agora.

O vídeo foi dirigido por Charlie Lightening, que trabalhou recentemente com o Beady Eye, banda do polêmico Liam Gallagher (que por sinal se diz admirador do talentoso Miles!) e que é atração confirmada no lineup do festival Planeta Terra em novembro por aqui.

O ex-Rascals e parceiro de Alex Turner no genial Last Shadow Puppets acabou de passar pelo Brasil para um show no Cultura Inglesa Festival em São Paulo. Quem não foi perdeu uma mostra do tanto de talento que esse garoto tem. É a atual grande promessa da música inglesa. Veja o clipe e prepare-se para ouvir mais e mais sobre Miles Kane a cada dia.

 

 

Katy Perry musa dos anos 80, feia e nerd… Demais!

E a musa Katy Perry apronta de novo! Saiu hoje, dois dias antes do previsto, o tão aguardado novo vídeo do quinto single de seu mais recente álbum, “Teenage Dream”, “Last Friday Night (T. G. I. F.)” e a mocinha caprichou dessa vez, em todos os sentidos.

No vídeo ela é a vizinha brega, zoada e nerd da garota festeira Rebecca Black, que interpreta ela mesma, e até depila o buço da Katy. A garota brega fica incomodada com o barulho da festa e vai tentar acabar com tudo, mas chegando lá, entra no clima, passa por uma extreme makeover e leva até seu tio, interpretado por ninguém mais que Kenny G (!) para cair na dança. Para completar a família maravilha 80’s, sua mãe é Debby Gibson!

A festa ainda conta com o Hanson ao vivo, muita bebedeira, cores, e a participação dos atores de Glee, Kevin Mchale e Darren Criss.

A música é muito legal, o vídeo super divertido, o melhor saído de “Teenage Dream”, sem dúvidas!

Confere aí e tire as suas próprias conclusões…

 

Vida de Copas

O nosso colega Rafael Roncato conversou com Cacá V, vocalista do Copacabana Club, para conhecer ainda mais a história banda e deliciar-se com a novidade do primeiro CD, lançado hoje

Por Rafael Roncato

O calor está infernal. Os corpos tomados pelo suor são envolvidos numa atmosfera de excitação, resultado da união de batidas frenéticas extremamente dançantes e os jogos de luzes. Mesmo assim, o público parece não estar nem próximo de se cansar, e muito menos perder a animação, quando a vocalista Cacá V e o guitarrista Alec Ventura começam a cantar energicamente os primeiros versos de “King Of The Night”. A platéia estupefata dá início às palmas e uma cantoria uníssona quase gritada, deixando no ar uma química contagiante.

“Looks like he wanna be the king of the night…”, nesse exato momento dá-se uma pequena pausa. Cacá salta em meio à multidão, que de meros dançarinos pseudo-cantores passam a coadjuvantes da festa, e a banda parte para o refrão como um golpe sonoro. O público explode num frenesi dançante ao redor da vocalista, suas três borboletas coloridas tatuadas no braço esquerdo multiplicam e misturam-se ao movimento elétrico de todos que estão na pista. “É isso a balada do Copacabana Club”, brinca Cacá.

O que antes seria apenas uma banda entre amigos por pura diversão, agora concretiza-se como assunto sério com o lançamento do primeiro disco. Em menos de quatro anos, os curitibanos do Copacabana Club tornaram-se uma das grandes promessas da música nacional, posição conquistada por um “boom” acidental, surpreendendo tanto seus integrantes quanto a mídia especializada. “Quando a gente começou, eu mal sabia cantar e tocar qualquer instrumento”, conta Cacá V, a carismática vocalista do quinteto, “Nunca tive uma banda antes. O Copa foi um projeto pra gente se divertir e ser mais um tipo de escape, um hobby”, completa.

Hobby que não poderia ser mais dançante. Batido em liquidificador, a banda faz um rock alternativo de mistura saborosa e bem energética, reflexo do gosto musical democrático de seus integrantes: vai de Beatles a Primal Scream, passando de Stevie Wonder para Stereolabs e LCD Soundsystem, acrescentando também um toque de brasilidade dos anos 70, como Jorge Ben. “Cada um tem suas influências e gosta de um tipo de som, e no final dá uma soma bem legal”, comenta Cacá. Com tanta sonoridade, classificar o Copacabana Club não é tarefa fácil; tanto que colocá-los como rock alternativo é uma das possíveis soluções, como para com tantas outras bandas.


foto por poperotico

Em meados dos anos 1980, o rock alternativo tornou-se uma saída simples para enquadrar bandas independentes influenciadas pelo punk rock e os sons que se desenvolveram depois, como o pós-punk e o new wave. A cena pertencia aos pequenos clubes, com aparições mais modestas, uma ou outra música alcançando o ponto mais alto das paradas e ocasionalmente recebendo críticas em publicações mais influentes. Hoje a história muda, mas nem tanto: grande parte das bandas independentes continua nos pequenos bares, os selos independentes ainda estão por aí, algumas bandas dão mais sorte que outras, mas a visibilidade e o hype aumentaram consideravelmente com a internet e as redes sociais, como o MySpace.

Dos anos 1990 aos 2000 mais bandas começaram a ganhar reconhecimento, como Radiohead, The Strokes, The Killers, The White Stripes e Yeah Yeah Yeahs. Sons que de uns anos para cá tomam as pistas das baladas alternativas, muito conhecidas pela Rua Augusta, em São Paulo, que também serve de celeiro para novas bandas, mesmo com influências e sonoridades, às vezes, completamente distintas. “Ter uma banda que todo mundo conhece e se estabelecer nesse espaço é mais difícil, porque é tanta gente, tanta banda legal, tanta coisa acontecendo que você tem que ser mais que genial para ficar nesse lugar”, analisa Cacá, considerando-se ainda uma novata na área com seus três anos de estrada.

Em 2007, após voltar de uma temporada de cinco anos em Londres, o vocalista e guitarrista Alessandro Oliveira – Alec Ventura – encontrou num bar o também guitarrista Luciano Frank, antigo companheiro de banda. Desse encontro informal, os dois decidiram montar uma nova banda juntos, e logo de cara convidaram a baterista Cláudia Bukowski, que já havia tocado com Luciano em outra banda. A vocalista Camila Cornelsen – Cacá V – estava ao lado durante o convite, entretanto com ela foi um pouco diferente. “Eu acabei me convidando para entrar no Copacabana”, relembra Cacá, que completa em tom repressor: “Eu não admitia que eles ficassem falando de montar uma banda sem mim” e cai na risada. Em junho de 2007, dois meses depois dos convites boêmios e alguns ensaios, foi a vez de Tile Douglas assumir os baixos, completando a sonoridade do Copacabana Club. Em pouco tempo a banda já contava com quatro faixas para o lançamento do EP “King Of The Night”, de 2008.

De lá para cá o caminho foi de ascensão: capa do caderno Ilustrada, da Folha de S. Paulo, vencedores do projeto Levi’s Music 2009, apareceram em vinhetas da MTV e indicação para no VMB 2009, principal premiação da MTV brasileira; em 2010 fizeram uma pequena turnê pelos Estados Unidos e disputaram o Prêmio Multishow. Tudo isso conquistado apenas com um EP, crescente número de visualizações no MySpace e o clipe de “Just Do It”. Quando pergunto da rápida repercussão da banda, Cacá responde enfática: “A gente não esperava. Eu não imaginava que em tão pouco tempo a banda tomasse tanto tempo da minha vida”.


foto por arielmartini

Mesmo com o repentino sucesso, os Copas não viviam completamente da música. “Todo mundo tem alguma coisa para fazer, sabe?” comenta Cacá que trabalha com fotografia, e considerava a carreira na música antes como um plano C. Há pouco tempo, Tile teve que optar entre o emprego fixo em Curitiba e a banda, devido à dificuldade de conciliação; diferente do novo guitarrista Rafael Martins, jornalista e com horários mais flexíveis que os demais integrantes. “Ainda não conseguimos nos desprender tanto porque não ganhamos o suficiente”, explica.

E foi graças à soma dos empregos e das apresentações pelo Brasil que o Copacabana foi capaz de fazer sua primeira turnê internacional, com passagem por Nova York, Boston, Filadélfia e também pelo renomado festival independente South By Southwest, em Austin, Texas: “Como é independente, eles não te pagam nada. E a gente já tinha decidido que iríamos de qualquer maneira, então juntamos nossos cachês e economias”, conta Cacá. Dessa oportunidade, a banda conseguiu mostrar o que trazem de melhor: a energia do vivo, também servindo de termômetro para as músicas. “Foi como se a gente tivesse que tocar todas as nossas músicas do zero”, relembra, “Lá ninguém conhecia nada, então foi bom para gente testar algumas músicas que já tínhamos feito”, completa a vocalista.

No embalo da turnê e aproveitando o amadurecimento das músicas, os Copas finalmente lançaram seu disco de estreia, o aguardado Tropical Splash. Ao perceber a força do ao vivo, o desafio foi transmitir essa energia e descontração dos palcos para o estúdio. “Por mais que seja legal ao vivo, às vezes é difícil fazer isso sem soar estranho ou cafona”, garante Cacá, e acrescenta: “temos conseguido explorar de uma maneira legal essa nossa força dos palcos”. Depois de um ano e três meses de gravação e produção, a banda não via a hora de ter o produtor final em mãos e ouvidos, independentemente do formato. “Seja da forma que for: digital, físico, gravadora, independente, nossa ideia era apenas lançar”, afirma a vocalista, que continua com uma autocobrança: “Já estava mais que na hora de lançar um disco”. Ao ser questionada sobre o momento que vive no Copacabana Club, Cacá demonstra-se realmente satisfeita ao repensar sua vida. “De certa forma eu sempre tive vontade de fazer música, só não sabia como. De repente o Copa foi a oportunidade perfeita para isso.”

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Quer dar uma conferida nas músicas novas? Então aperta o play nesse preview que vai deixar aquele gostinho de quero-mais.

Copacabana Club Album Sampler by bulldozermedia

www.myspace.com/copacabanaclubmusic
www.flickr.com/photos/copacabanaclub
copacabanaclub.tumblr.com

Grizzly Bear anuncia início das gravações de um novo álbum

A banda nova-iorquina Grizzly Bear anunciou mês passado na sua página oficial no Facebook que iria para o Texas para começar as composições e gravações de um novo álbum, o quarto de sua carreira, no final de maio.

Por enquanto, essa é a única informação sobre o futuro sucessor do ótimo último álbum lançado pela banda, “Veckatimest”, que saiu em 2009.

Resta-nos esperar ansiosos por mais informações.

 

Beirut libera nova música

Sem lançar nada desde o EP de 2009, March of the Zapotec, e com um novo álbum previsto para sair ainda esse ano, ainda sem nome e sem data confirmada para o lançamento, o Beirut liberou uma nova faixa, East Harlem.

Este single sairá em edição limitada em vinil sete polegadas e também estará disponível para download na internet e contará ainda com a faixa Goshen.

O site Stereogum diz que East Harlem é uma faixa composta por Zach Condon (o próprio Beirut) aos 17 anos e que vinha sendo apresentada nos shows desde 2009.

Beirut – East Harlem by Revolver USA

Beirut – Goshen by ListenBeforeYouBuy

The Kooks anuncia novo álbum

Após três anos sem lançar nada, The Kooks anuncia em sua página no facebook detalhes sobre um novo trabalho.

O álbum se chamará “Junk of the Heart” e deve ser lançado dia 12 de setembro. Já há até a pré-venda de uma pequena tiragem de 1.000 cópias.

O primeiro single é da faixa-título e deve sair dia 11 de julho. A banda promete que este álbum será repleto de canções para cima, bem animadas, vamos aguardar!

 

Tracklist:

Junk of the heart (happy)
How’d you like that
Rosie
Taking pictures of you
Killing me
Fuck the world off
Time above the earth
Runaway
Is it me
Petulia
Eskimo kiss
Mr. Nice Guy

 

Novo álbum do City and Colour

Dallas Green, guitarrista do Alexisonfire e nome por trás do City and Colour já divulgou o nome e as 11 faixas do álbum sucessor de “Bring Me Your Love”, que saiu em 2008. Previsto para sair dia 07 de junho,  “Little Hell” já está disponível para ser ouvido na íntegra no site oficial e a essa hora a net já deve estar cheia de links para download, é só procurar um pouco. Vale a pena.

E sim, essa é a capa do álbum.

Link para download do álbum: http://stor1012.uploaded.to/dl/17QpGPqPx4 (colaboração de Rodrigo de Faria Jorge)

Assista ao clipe de Jane’s Addiction, End To The Lies!

Jane`s Addiction de música e clipe novos, com direito a silhueta dos membros da banda tatuada em garotas nuas… Certamente, se você estiver no trabalho agora, é melhor guardar o link pra ver depois. Não que o vídeo seja tão agressivo, mas… A gente sabe que o chefe sempre passa pra dar uma espiadinha no nosso computador na hora errada.

“End To The Lies” é single do novo álbum do Jane’s Addiction, “The Great Escape Artist”, que será lançado ainda esse ano. Boa música, por sinal. Confira: