Beyoncé no Sonora + Concurso Cultural!

Depois de váááários singles terem vazado no maravilhoso mundo da internet, a linda da Beyoncé finalmente lançou seu mais novo álbum, 4, fruto de uma fase super produtiva da estrela, que já tem músicas prontas para mais uns dois discos novos.

O álbum é recheado de músicas prontinhas para atingirem o topo de todas as paradas, como a hiper-feminista Run The World (Girls) e a linda e mais tristinha Best Thing I Never Had. Em 1+1, Bey mostra todo o seu talento vocal e atinge notas altíssimas, no maior estilo diva. Não preciso nem dizer que o álbum é uma delícia, né?

Pra quem acompanha a carreira da ex-Destiny’s Child – Desculpa, Bey, mas eu sinto falta desses tempos! –, o álbum mostra uma maturidade maior da intérprete das mais do que consagradas Crazy in Love, seu primeiro sucesso, e Single Ladies, provavelmente a música preferida do Kanye West!

E se você está louco para escutar, lá vai a primeira boa notícia do dia: 4 está disponível para audição DE GRAÇA no Sonora até amanhã, quinta-feira, 7 de julho! Então, já sabe, corre lá pro Sonora!

Agora a segunda boa (melhor?) notícia desta quarta-feira gelada: vamos dar um trial de 6 meses do Plano 25 do Sonora para um fã sortudo de Beyoncé poder se esbaldar nos downloads – legais! – de música.

E para ganhar é só responder com o todo o charme da Beyoncé – e mais do que bem-vindas (porém não obrigatórias!) referências da diva – quais as 4 coisas que te tiram do chão!

Para participar é só preencher o formulário e torcer bastante para sua resposta ser a mais criativa! O resultado sai na quarta-feira que vem, dia 13 de julho.

(Se não estiver conseguindo ver o formulário, clique aqui)

Beyonce, Kanye e Andre 3000

Beyonce + Kanye + Andre 3000 = muito amor para uma música só!

A internet mais uma vez mostrou seu grande potencial ao vazar a quinta música do novo álbum da Beyonce, 4, antes de seu lançamento oficial, marcado para 28 de junho!

Com produção de Kanye West e participações dele e do frontman do Outkast Andre 3000, Party volta para a felicidade abandonada pela cantora em sua última música divulgada, Best Thing I Never Had.

Kobe Bryant e Kanye West estrelam filme de Robert Rodriguez

Kanye West tem estilo até na hora de vender tênis. Explico: ao lado de Kobe Bryant, o rapper que teve um dos álbuns mais comentados de 2010 está no elenco de “The Black Mamba”, filme exclusivo para a internet dirigido por ninguém menos que Robert Rodriguez (e que conta ainda com Bruce Willis e Danny Trejo, imaginem).

Produção da Nike Basketball, o vídeo será divulgado durante jogos da NBA. Por enquanto a gente fica só na curiosidade: os trailers estão logo aí embaixo. Enjoy.

[via Consequence of Sound]

Os discos que fizeram nossa cabeça em 2010

24 de dezembro. Véspera de Natal. A uma semana do fim de 2010, já sentindo o cheiro de peru e champanhe, nós, daqui da equipe, resolvemos que faríamos sim uma daquelas listas de fim de ano. Mas nosso critério é diferente: nada de falar sobre os melhores álbuns do ano da perspectiva da indústria. Aqui vocês conhecerão os que fizeram as nossas cabeças nos últimos doze meses, cheios de shows marcantes, lançamentos e lembranças. Assim, além de conhecer os discos, vocês conhecem um pouquinho de cada um. Vem com a gente!

Amigo do Tempo, Mombojó (2010)

Papapa…
O “Amigo do Tempo”, dos queridos pernambucanos do Mombojó, sem dúvida é um dos discos que eu usaria para atribuir um título para o ano de 2010. Genial, a banda que começou em 2001, formada por Chiquinho, Vicente, Samuel, Felipe e Marcelo, apesar de ser classificada como “manguebeat” e “rock”, é, antes de qualquer coisa, uma inovação na música popular brasileira. Digo, na nova MPB. Como os modernistas da Semana de 22, o trabalho do grupo reuniu um pouco de clássico, original e novo. Resultou em uma composição nostálgica e pós-moderna. “Você diz gostar do carnaval sem separatismo e sonha em dormir na geladeira. Papapaparara…”

Clara Camargo, @Clanis

Apanhador Só, Apanhador Só

Direto de Porto Alegre (RS) para o Brasil, o Apanhador Só não é mais uma das bandas que se compara com este ou aquele grupo. A variedade é essência do CD homônimo que eles lançaram no primeiro semestre e a mesmice se esconde de um jeito que ninguém encontra. Dá pra viajar em um tom de brincadeira ou em um acorde à la MPB, mais sério. Todas as vezes que escuto o disco consigo perceber mais uma nuance, mais um pedacinho da poesia que ficou pra trás. Pra quem não conhece, ainda tem muito que vale a pena descobrir.

Bruno Guerrero, @brunoguerrero

Lançado em abril, o primeiro álbum da banda gaúcha Apanhador Só surpreendeu muita gente. Na turnê que fizeram em São Paulo uma garota me disse que os conheceu num dos shows para depois comparecer a todos os outros. Simpáticos, Alexandre Kumpinski, Felipe Zancanaro, Fernão Agra e Martin Estevez apresentam 13 faixas de rock bem abrasileirado com composições criativas. Junto a eles uma antiga integrante da banda acompanha na divertidíssima percussão: Carina Levitan. Vale a pena ouvir a gostosinha “Maria Augusta” e viajar em “Nescafé”. E quando for tocar “Vila do 1/2 dia” chame os amigos para acompanharem o coro.

Jessica Grant, @jessicagrantc

Teenage Dream, Katy Perry (2010)

Sinto decepcionar quem esperava uma revelação do rock de garagem, um novo som experimental ou uma cantora de pós-MPB em ascensão. Aqui, no meu disco marcante de 2010, vocês não vão encontrar nenhuma crítica profunda ou explicações complexas sobre as influências do “novo Los Hermanos”. Meu álbum marcante deste ano foi Teenage Dream.

Esse mesmo da Katy Perry (agora, Katy Brand).

É verdade que eu curto sons pesados e letras profundas, mas tenho boas razões pra esta escolha. Foi um ano cheio de ups and downs, de muita mudança e de muita informação. Pelo menos num nível pessoal. Daí o porquê de eu ressaltar o disco da neo pin up. Sabe, tem momento em que tudo que eu precisava era ver uma guria com peruca azul e chantilly voando do sutiã e cantando sobre como ela faz picolés derreterem. Ela não teve a pretensão de inovar o pop, como a Lady Gaga, ou de se levar a sério. Repito: chantilly voando do sutiã. E depois, ainda ficou pedindo pra ver os pavões dos caras (metáfora bizarra, mas ok) em Peacock. Quando lançou Firework, a ex-cantora gospel soltou outra coisa do busto: fogos de artifício. E, claro, coroou o ano de excentricidades casando-se com Russel Brand.

Então, que posso dizer, meu 2010 foi marcado pelos vestidos de látex e pelas perucas coloridas de Katy Perry. E quer saber? Não tenho vergonha disso.

Anita Porfírio, @nitafp

dezenove vezes amor, Martin & Eduardo (2010)

“Se é pra seguir, aponte ao menos em que direção”. O início arrebatador do meu álbum do ano. Porque era o que eu queria, uma direção, que dezenove vezes amor foi paixão à primeira ouvida. Com uma sonoridade que me fazia falta há anos, Martin & Eduardo, apesar do nome ligeiramente sertanejo, fazem um rock escasso no cenário atual. A voz de Martin chegou num momento crítico da minha vida, cheio de decisões importantes e difíceis, e foi um dos meus guias até o segundo em que eu pude sentar e dizer “Está tudo bem”. Desde então, seja embalada por “Strange Days”, seja sonhando ao som de “Lírio”, meus fones de ouvido parecem não querer tocar outra coisa.

Ariane Freitas, @ArianeFreitas

Efêmera, Tulipa Ruiz

Na seleção musical que tocou antes do show do Paul McCartney em São Paulo: “Efêmera”, a faixa-título do primeiro álbum da paulistana Tulipa Ruiz. A cantora aparece em tudo quanto é canto e realmente roubou a cena. A voz fina canta com simpatia transbordante o pop florestal que mistura as influências da selva de pedra com a criação em Minas da cantora. Mais uma vez alguém que conquista no palco: após seu show no SWU um amigo meu estava apaixonado. Mas que musa da MPB que nada! Tulipa mostra mais: uma mulher de força e com a manga cheia de boas composições, criativas e inspiradoras como em “A Ordem das Árvores”.

Jessica Grant, @jessicagrantc

Half the Perfect World, Madeleine Peyroux (2006)

É, este CD tem um pouco de quilometragem – afinal a americana o lançou em 2006. Mas foi ele quem, fácil, foi a trilha sonora do meu ano de 2010. A voz macia de Peyroux e os metais confortantes guardam letras com mensagens pesadas, profundas e mesmo levemente eróticas. É algo como “uma música de elevador que te pega pelo pescoço”. Ou mesmo “uma DR com uma versão feminina de Barry White”.
Vocês vão entender quando ouvirem, acredite!

Leonardo Teixeira, @leonardoatorama

Journal de BAD, Bárbara Eugênia (2010)

A voz é um pouquinho rouca. Mas não é porque ela grita em um rock pesado ou num punk bem rápido. O motivo? É que ela canta sua história de vida, se confessa perante os ouvintes do saboroso Journal de Bad e nos faz pensar que somos todos parecidos. O álbum de estreia de Bárbara Eugênia transborda experiência e conta com diversas participações especiais, de Otto a Fernando Catatau, de Karina Buhr a Tom Zé. E a moça carioca ainda concorda comigo: o cenário musical de hoje é digno de se entrar pra história, no Brasil. Taí, um dos melhores de 2010 não só pela qualidade do disco em si, mas também pelo que a artista promete pro futuro.

Bruno Guerrero, @brunoguerrero

Kanimambo, Emiliano Castro

O paulistano e independente Emiliano Castro é a mente por trás do melhor trabalho acústico nacional deste ano. E como não dispenso um bom violão, naturalmente dedico à sua obra, “Kanimambo”, lugar de destaque. Como primeiro álbum do músico – resultado de um bom tempo na estrada – é de se esperar um grau de experimentalismo. Castro faz um blend pouco usual, misturando Samba, Jazz e um pouco de Baião em um ritmo próprio.
É bem original, e se você acha que trabalhos na linha de “Otto” ou “Seu Jorge” são viajados demais, creio que vai encontrar muito o que amar em “Kanimambo”. É diferente, quase que sem querer ser.

Leonardo Teixeira, @leonardoatorama

Las Venus Resort Palace Hotel, Cibelle (2010)

Cibelle desperta tropical, preguiçosa, com raios de sol, flores e influências do fundo do baú em um hotel fictício de um mundo pós-apocaliptico. Do meu mundo pré-apocalipse, eu ouvia o disco por acaso, que acabou transmutado na trilha sonora da nova casa e vida, enquanto eu me adaptava ao misterioso mundo das contas a pagar, da louça empilhada, de acordar e dormir junto, de pendurar coisas pela parede, esperar o próximo ano e me definir como muito feliz, para variar.

Tory Oliveira, @toryy

Em 2010, a paulistana da Vila Mariana radicada em Londres lançou seu terceiro disco. Os dois primeiros álbuns – Cibelle (2003) e The Shine of Dried Electric Leaves (2006) – deixam claro a voz estonteante, os estilo único e as influências pós-tropicalistas da musa. Mas é em Las Venus Resort Palace Hotel que se entende o que diferencia Cibelle de todas as outras cantoras brasileiras: um conceito. O disco tem sons de animais, não tem pausa entre as faixas e é comandado pelo alterego exótico da cantora, Sonja Khalecallon. Cada faixa é puro encanto. Vale ouvir as notas agudas da voz da cantora em “Brad My Hair”, o clima tropicalista de “Melting de Ice”, o piano-e-voz de “Sad Piano”, o violão de nylon e os efeitos da guitarra de “The Gun and The Knife” e o idioma tupiniquim de “Escute Bem” e “Sapato Azul”.

Érika Kokay, @ekokay

MTV Unplugged, Aerosmith (1990)

Two times, baby
Se em 1990 este disco não foi um dos mais aclamados do ano, uma década depois ele ainda merece ser. “Aerosmith MTV Unplugged” é uma coletânea de 13 faixas gravadas ao violão, percussão, sax, flauta e voz, que faz o rock ‘n’ blues do Aerosmith penetrar bem mais delicadamente nos ouvidos do que de costume. O CD, gravado no Teatro Ed Sullivan, em Nova Iorque, não dispensa os gritos rasgados de Steven Tyler, mas reduz de maneira considerável os solos guitarrísticos de Joe Perry. As duas músicas mais bem sucedidas desta experiência, acredito terem sido “Seasons Of Wither”, do segundo álbum de estúdio da banda, o Get Your Wings (1974); e a empolgante versão cover de “Love Me Two Times”, do The Doors.

Clara Camargo, @Clanis

My Beautiful Dark Twisted Fantasy, Kanye West (2010)

Distorcido e fantástico
Com meio milhão de cópias vendidas na semana do lançamento, Kanye West também deu as caras em novembro de 2010, mostrando que o exílio no Havaí após os excessos de 2009 foi muito bem vindo.
Quinto álbum de Kanye, Dark Twisted Fantasy renova a condição de criador do hits do norte-americano, capaz de uma mescla única entre o flow do hip hop e as batidas eletrônicas, mas traz também um autor mais livre e mais propício à experimentação – o que pode ser apreciado nos quase 8 minutos de Blame Game e nos mais de 9 minutos de Runaway. Sem, dúvida, o homem está de volta.

Bruno G. Santos, @brunellas

Recovery, Eminem (2010)

Começou com a notícia de que Eminem estava tirando a indústria musical do buraco com as vendas de seu novo álbum que, ironicamente, chamava-se Recovery. Recebi-a como uma criança com saudades – havia desistido dele há alguns anos e agarrei a chance de reencontro com todas as minhas forças. Quando já conhecia o disco de cor e de trás para frente, o show. Espero desde 2002. Tentei escolher outro disco, que não destoasse tanto do dos meus colegas de equipe, mas não pude evitar. Não posso ignorar quanto do meu ano foi do Eminem, especialmente do Recovery, porque quase todas as minhas manhãs raivosas de 2010 e minhas viagens noturnas de Pinheiros para os Jardins e então para a Zona Leste foram na companhia das rimas dele, que diziam tanto e tão pouco de mim ao mesmo tempo. De todos ao mesmo tempo.

Ariane Freitas, @ArianeFreitas

Screamworks: Love in Theory and Practice, HIM (2010)

‘Screamworks: Love in Theory and Practice’ foi a promessa do HIM para 2010, três anos após ‘Venus Doom’. Apesar dos usuais tons melancólicos e sombrios, bem contornados pelo vocal do vocalista Ville Valo, o álbum traz um som mais enérgico, comparado ao de álbuns anteriores. Não perdem a maestria, com destaque para ‘Scared to Death’, que assina bem a mensagem das músicas da banda.
As letras continuam cumprindo o papel de casar temas como morte e melancolia com romance e outras situações, o que torna o trabalho da banda finlandesa ainda mais interessante. Ainda sobre eles, recomendo ‘Vampire Heart’, do álbum Dark Light, de 2005. Bom, acho que é isso. Feliz 2011, sei lá.

Francisco Junqueira

The Lady Killer, Cee-Lo Green (2010)

Matador
Cee Lo Green retornou com força aos nossos ouvidos com The Lady Killer, lançado no início de novembro. Assim como os álbuns lançados ao lado do produtor Danger Mouse no projeto Gnarls Barkley, Lady Killer é uma festa para ser apreciada no volume máximo.
Variando entre o ritmo dançante de Bright Lights, Bigger City e a levada suave de No One’s Gonna Love You, cada faixa apresenta uma fusão de elementos já conhecidos do soul e do rhythm & blues dos anos 60 e 70, como linhas de baixo elaboradas e backing vocals afinados, com uma voz poderosa e carregada de ritmo. É classe do início ao fim.

Bruno G. Santos, @brunellas

Welcome to the Breakdown, I Fight Dragons (2010)

Quando você recomenda um álbum, você compartilha um pouco do que você. Não é só uma música, é um conjunto inteiro e algo que diz um pouco sobre quem indicou. Eu deixo ‘Welcome to the Breakdown’, o álbum que a I Fight Dragons, direto de Chicago, lançou em 2010. Quem ouvir pela primeira vez vai notar que muitos sons de vídeo-game e RPG são incorporados nas músicas, o que só atenua o espírito jovem das músicas. Enfim, é bem bacana. Não acho que supera ‘Overcool’, meu favorito deles, mas, ganha em criatividade. Além das letras, que não deixam o som animado interferir no tom emotivo das músicas, os caras adaptaram os vocais do tema clássico de The Legend of Zelda. Vale a pena conferir.

Francisco Junqueira

Where the Wild Things Are, Karen O. & Band (2009)

Cheio de sussurros, batidas e barulhinhos da infância, a trilha sonora de “Where the Wild Things Are” (Onde Vivem os Monstros) é daquelas que funciona independente do filme para o qual foi criada (por sinal, incrível, dirigido por Spike Jonze). As músicas chegaram até mim de maneira independente também, uma a uma, anexadas por e-mail por uma amiga querida. Os arquivos ficaram perdidos para sempre no limbo do meu ipod, até o dia em que foram puxados pela espiral do shuffle. Daí, dentro do metrô, a vontade era sair pulando ou ficar bem quietinha, eufórica e melancólica, como costuma ser o finalzinho dos dias de criança.

Tory Oliveira, @toryy

Runaway, novo clipe média-metragem de Kanye West

SAIU! Para quem já esperava, é um alívio. Para quem nem sabia do que estava por vir, uma surpresa. No último sábado, Kanye West lançou seu média metragem Runaway. O debut, que conta a história de um romance entre Kanye e uma fênix, não é só um clipe da faixa homônima, não: contém trechos de nove músicas do último álbum, My Beautiful Dark Twisted Fantasy.

Maior que a Lady Gaga, fala a verdade? Ok, brincadeira. haha

Assista aqui ao vídeo de Runaway, do Kanye West, e conte-nos o que achou!

Pois é,  e mais uma vez minha rapidinha não é tão rápida assim.  :P

Kanye West: He’s back, but not to bad!

Neste último ano, Kanye West, vem se esforçando para demonstrar arrependimento em relação à sua atitude no VMA 2009, quando tomou o microfone das mãos de Taylor Swift e declarou que ela não era merecedora do prêmio de “Melhor Video Clipe Feminino”, e sim Beyoncé, que concorria com ela por “Single Ladies”. O rapper foi criticado por músicos, fãs, e até pelo presidente Barrack Obama.

Depois de ter passado pela clínica de reabilitação, para tratamento da dependência de álcool, foi a vários programas de televisão e rádio, declarando abertamente que estava arrependido e que havia mudado e se tornado uma pessoa melhor.

Kanye West foi perdoado, não só pela Taylor Swift, mas por todos. No dia 12 deste mês, durante o VMA 2010, o rapper se redimiu por completo apresentando um dos shows mais esperados da noite, e com uma nova música de trabalho “Runnaway”, que faz parte do seu quinto álbum de estúdio “Good Ass Job”, lançado no último dia 14.

Aproveitando o retorno em grande estilo, foi anunciado esta semana uma parceria com a banda 30 Seconds to Mars no novo álbum do grupo. A faixa “Hurricane” foi gravada no ano passado, e pertencerá a edição especial do álbum “This is War”. Jared Leto – vocalista do 30 Seconds to Mars – diz que a música será lançada no início de novembro.