The Fame Monster

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Por Francisco Junqueira

Dias atrás, estava eu participando de um amigo secreto restrito a um grupo de amigos da faculdade (acho que todos escrevem pra esse site, mas, tudo bem). Muito além das gracinhas do povo e de algumas calúnias sobre a minha pessoa, que não bebeu como andam dizendo, eu ganhei um CD da Lady Gaga da Tory Oliveira. Duplo, são dois discos, o primeiro com The Fame Monster, o álbum mais recente da cantora, e outro com The Fame, o primeiro, que consagrou Poker Face, Just Dance, etc.

Meu primeiro comentário, e o que sintetiza, basicamente, todo o post, é que ficou sensacional! Lady Gaga, além de perder a Síndrome da Letra P (Pppo-ppoker ; Papa-Papa-Paparazzi), chegou com uma qualidade musical fora do comum, e, talvez, superior ao primeiro álbum. A maioria das músicas já havia vazado, e causado furor, na internet, antes do lançamento oficial do CD, mas, penso eu, olhando e conversando com algumas pessoas, que o deslize só serviu pra deslanchar The Fame Monster.

A playlist é aberta com Bad Romance, o carro chefe do álbum. A faixa foi a primeira a vazar na internet e atingiu auge quando o vídeo clipe oficial foi divulgado. Na falta da letra ‘p’, Gaga retoma o estilo gaguejante (trocadilho, oi?) com seus Rah-Rah ou Ga-Ga pra lá e pra cá. O vídeo, futurista e bastante agitado, arrancou elogios e impressionou a quem assistiu. De fato, Lady Gaga evoluiu e evoluiu muito!


Bad Romance, primeiro hit do álbum

O álbum segue com Alejandro Don’t Call My Name e Monster, no bom estilo da cantora e sem grandes coisas a acrescentar. Já a quarta faixa, Speechless, me soou numa vibe mais Amy Winehouse. Quem ouviu Will You Still Love Me? da Amy vai perceber, mas, não deixa de ser bem gostosa de ouvir. Dance in the Dark, a quinta, ficou como minha favorita. Elétrica e com uma senhora composição, é o tipo de música que se dança cantando aos berros.

Sobre Telephone, a sexta e gravada com a Beyoncé, foi a única que não me agradou. Beyoncé é uma, Gaga é outra. O Estúdio Coca Cola com Calypso e Paralamas deu mais certo, mas…  só minha opinião.

So Happy I Could Die, penúltima, não sei, mas, sabe aquelas músicas pra ouvir na estrada? Soou, pra mim, como algo assim. Bem gostosinha, também. Teeth eu não entendi muito bem a proposta. A música, a última do CD, fecha o repertório com um ar Black music. Ficou boa, mas, acho que fugiu um pouco da linha do álbum, enfim.

De modo geral, Lady Gaga é uma boa pedida. Seja pra presente, seja pra ouvir por aí. The Fame Monster é realmente muito bom. A montagem ficou muito bem disposta, assim como a própria Gaga como cantora. Deu pra sentir uma evolução… Pra quem começou pequenina em algumas baladinhas com Just Dance e Poker Face, a diva não parou. O que eu acho muito legal. Barracos e bizarrices à parte, ela conquista muito mais pela qualidade de artista do que como um corpo ou um rosto por si só.

Desculpem a demora pra voltar a postar, mas, parece que trabalhos gigantes de faculdade, crises amorosas e 3 kg acima do peso andam de mãos dadas! Beijão pra todo mundo, e, por favor, fãs da Banda Cine, LEIAM o post todo antes de comentar. E isso é muito sério! Valeu pra Tory, fofíssima, que me deu o CD.