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Up Brothers lança novo EP. Só ouvindo para saber

Posted on 10 August 2010 by Clara Camargo

Cansado de Cine, NxZero, Hevo 84, coloridos e blablablas?

Alivie seus ouvidos com o som do novo EP dos Up Brothers, lançado nesta semana no Myspace da banda. A música da banda paulistana soa familiar, mas está longe de seguir a moda que vigora atualmente. Apesar de estarem de ouvidos sempre atentos às bandas do mainstream, os Up Brothers produzem um som original e próprio.

A banda lançou o  EP intitulado “Dias em Claro” no domingo, dia 1 de Agosto, que está disponível para baixar no Myspace. Após meses trabalhando, o disco finalmente saiu,  com cinco novas músicas. As minhas duas apostas para o EP são a segunda e a quarta faixa. The Killers é a cara de “Walking All Day”, com a letra toda em inglês e rockabilly define a quarta composição, “Dolores”.

Baixe aqui e ouça agora

A banda Up Brothers foi formada em 1999 quando os irmãos Rick (voz e guitarra) e Guilherme (voz e bateria) começaram a tocar o que ouviam de seus artistas favoritos por bares de São Paulo. Depois, outros músicos se integraram ao grupo até chegar na formação atual, com o guitarrista Felipe Lucas e o baixista Rafael Puccini. Os caras definem suas letras como “conscientes e com boas pitada do clássico protesto do rock”. Eles pretendem consolidar seus trabalhos na cena do rock alternativo nacional.

CONFIRA A #ENTREVISTA:

O som de vocês é diferente do que estamos acostumados a ouvir, tanto nas rádios, quanto nos Myspaces das bandas alternativas, principalmente por ser mais eletrônico e mixado. De onde vêem as referências e influências?

Estamos sempre antenados ao que as bandas do mainstream estão produzindo. Bandas como Killers e Franz, fazem parte da nossa referência. Se eles lançam material de qualidade, por que nós não podemos? Nos dias de hoje a tecnologia é nossa grande aliada. Portanto, sempre que vamos criar alguma coisa, prezamos pela qualidade da produção. Caprichar nos arranjos de todos os instrumentos é fundamental. Nem tudo que é independente, alternativo, tem que ser tosco ou mal feito. Nós jogamos no time das bandas que se preocupam com o trabalho que estão apresentando pro público.

Como a banda se formou?

Rick – A formação atual tem pouco mais de um ano. Começamos quando o meu irmão, Guilherme, tinha apenas seis anos de idade. Na época, ensinei algumas batidas na bateria para ele me acompanhar e assim tocávamos em shoppings, festas e tudo mais. O engraçado é que naquela época ele era tão pequeno que só se conseguia ver baquetas tocando. Com os outros integrantes chegando, as primeiras composições próprias foram surgindo e a gente foi se consolidando como uma banda de verdade.

Como surgiu o novo álbum?

O lançamento virtual foi no dia 1 de agosto. Ele é fruto de um trabalho de mais ou menos um ano, entre prédios, viagens de metrô, melodias que aparecem durante o sono e você acorda no meio da madrugada pra gravar no celular. A proposta foi criar músicas com batidas vibrantes, que retratem situações do nosso dia a dia e tenham a capacidade de despertar a capacidade de reflexão nas pessoas.

Como foi a composição das músicas?

A gente tem um mini estúdio em casa e a pré-produção e gravação da maioria dos instrumentos aconteceu lá. A mixagem e gravação da bateria foram feitas no estúdio Lamparina, onde conhecemos a galera gente fina do Coletivo Amerê e o Gutão, que trabalhou conosco e contribuiu muito com a sonoridade do EP.
Gravamos cinco faixas:

1.Ana – Já a tocávamos desde a turnê do EP passado. Mas ainda não tínhamos gravado.

2.Walking All Day – Nossa primeira composição em inglês. Uma parceria minha (Rick) com a Daniele Guirau.

3.Meu Lugar – Essa fala um pouco sobre a cidade em que vivemos e dá um toque urbano ao EP.

4.Dolores – Ela é originalmente um blues, composição do nosso baixista. Demos uma roupagem mais roqueira pra música dele.

5.Face – “Roubamos” essa letra de uma banda amiga chamada Duendts da Terra do Nunca. Era uma mbp e fizemos um rock! O legal foi que a galera do Duendts curtiu a nova roupagem que demos pra música.

Já lançaram outros trabalhos antes?

No início de 2009, gravamos um EP intitulado “Up Brothers” reunindo algumas músicas que tínhamos desde que começamos a banda. Foi o nosso primeiro trabalho lançado, nos abriu muitas portas e nos fez entender como a cena independente funciona.

Contem sobre as premiações dos integrantes e da banda, como por exemplo o prêmio do Guilherme no “Tagima In Concert”

É engraçado esse lance de premiações, porque a gente não faz o trabalho nessa intenção, mas quando vêm é sempre uma alegria imensa! Em um festival do caderno “Folhateen” do jornal “Folha de São Paulo” em que nossa música foi uma das selecionadas entre mais de 3.500, eu (Rick) e o Guilherme fomos eleitos os melhores músicos do evento (minha mãe quase teve um infarto na platéia vendo as suas duas crias sendo premiadas). O Guilherme sempre foi o mais prodigiozinho da banda, foi eleito destaque do festival “Tagima In Concert” e se apresentou em um evento ligado à bateria chamado “Batuka Music Festival” recebendo elogio de bateristas que são ídolos dele. O batera do Angra e dos Titãs estavam por lá.

Como está a agenda de shows?

Tocamos recentemente em Mogi das Cruzes, São Caetano. A turnê do “Dias em Claro” está se desenhando. Logo mais teremos datas confirmadas!

Pelo que vocês podem perceber, as bandas mais famosas e já emplacadas na cena do rock oferecem apoio para as bandas que estão começando ou é cada um por si?

Não temos muito contato com bandas famosas. Mas não se pode contar muito com o apoio de quem já tem o trabalho consolidado. Se as bandas que estão começando não correrem atrás do seu, fica muito complicado de se alcançar os objetivos.

E as bandas independetes? Apoiam-se entre si?

Demorou um pouco mas parece que a consciência de que “a união faz a força” está cada vez mais viva entre as bandas independentes. Coletivos pipocam cada vez mais pelo Brasil e entendo que essa seja a forma mais urgente que as bandas tem para lutar pelos seus interesses.

Indicam bandas de selo independente ou do cenário alternativo de amigos, conhecidos ou que chamam a atenção de vocês que merecem ser divulgadas?

Em nossas pernadas pelo universo alternativo, conhecemos muitas bandas legais de quem ficamos amigos, tocamos juntos e trocando muitas figurinhas. Dentre elas posso citar Narcotic Love, Jane Dope, Maquiladora, Circo Motel, Siete Armas, The Name … poderia citar várias… todas são muito boas, mas cada uma tem sua pegada.

MySpace@upbrothersBlogLastFMTrama Virtual

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Quer um Rock inovador? Conheça o Jamirulus

Posted on 23 July 2010 by Clara Camargo


LISTEN:


Pessoas com seus 20 e tantos anos, um pouco mais, um pouco menos, podem se sentir perdidas quando ligam o rádio e ouvem as músicas que estão nas paradas nestes últimos anos e meses. Três tipos definem: pop rock emo/“colorido”, black music e Lady Gaga.

Quando ouvi o som do Jamirulus, aquela esperança de buscar algo bom e diferente que não fosse restrito a um público de pseudo cults ou excêntricos musicais, que parecia ter morrido, veio à tona de novo.

“O Jamirulus é uma banda com a energia do pop, o peso do rock e o groove do funk. A proposta da banda é inovar o cenário musical atual do Brasil, com um estilo diferenciado mas sem deixar o gosto popular de lado”, conta Simba, o guitarra do Jamirulus.

Sete anos de banda. É um tempo longo suficiente para saber exatamente como agradar ao público. Os simpáticos e talentosos integrantes da banda desta #Entrevista são:

Bruno Geddy – Vocal
Leandro Piru – Baixo
Yuri – Teclado e Guitarra
Simba – Guitarra
Don Boccalini – Bateria

O primeiro álbum do grupo, denominado “54” está previsto para ser lançado no mês de agosto de 2010. O disco já foi gravado e está sendo finalizado em fase de mixagem. Os garotos prometem que logo menos estará disponível no site www.jamirulus.com.br, junto com um clipe novo.

E neste fim de semana, nos dias 24 e 25 de julho, os caras vão tocar em Carapicuíba num evento de bandas independentes e domingo no evento da rádio Metropolitana no Itaim Paulista, zona leste de São Paulo.

CONFIRA A #ENTREVISTA:

Como a banda começou?

O Jamirulus existe desde 5 de abril (05/04 – para quem não sabe, 54 é intitulado o nome do nosso priemiro álbum) de 2003, quando os amigos Leandro (Piru) e Phillip (Simba) começaram a fazer aulas de baixo e guitarra respectivamente, e o irmão de Piru, Guilherme (Don) começou a estudar bateria e decidiram montar uma banda. Vizinho de Piru, Daniel Broetto assumiu o posto de vocalista e um amigo de infãncia de Simba e Piru Carlos “Toss”, a outra guitarra. Estava formado o Jamirulus Anos mais tarde, por escolha própria, os membros Daniel e Carlos deixaram a banda e entraram Yuri Blackhammit na guitarra e teclados e seu colega de conservatório Bruno Geddy nos vocais. Formação atual da banda.

Quais são as influências do Jamirulus?

Nossas influências são todas possíveis, do pop ao rock, da MPB ao jazz e por aí vai: Red Hot Chili Peppers, Rush, Guns ‘n Roses, Charlie Brown Jr, Talisman….

De onde veio o nome diferente e curioso da banda?

Jamirulus veio de uma brincadeira entre Simba e Piru com uma amiga de escola que apelidamos de Jamirulus Octavius (antigo nome da banda). Pra ficar mais fácil deixamos só Jamirulus. Existe, inclusive, na internet e no nosso site, um vídeo nosso no CQC respondendo a essa pergunta no top five, graças a “brilhante” explicação do baixista. (risos)

>>> Assista à explicação (…) que o baixista Piru deu sobre o nome Jamirulus ao CQC, programa da TV Bandeirantes:

Contem sobre a participação de vocês em programas eventos.

Além de programas de internet, aparecemos pela primeira vez no programa On Stage em guarulhos. Era um programa para bandas independentes que queriam dar uma divulgada no material, também tivemos a participação no programa Lu na TV (de onde foi tirado o video que foi pro Top Five do CQC) e tivemos uma breve aparição no programa do Jô Soares num cartaz anunciando o Manifesto Rock Fest (festival organizado pelo Piru com o Manifesto bar) onde apareceu nossa foto como banda de encerramento do evento que teve menção pelo Jô. Temos que agradecer, e muito, à banda Capital Inicial, pois no dia 1º de maio de 2010 tivemos a oportunidade de tocar com eles e sem dúvida foi uma experiência incrível.

Para ganhar fama e notoriedade no mundo da música, é necessário ter Q.I. (quem indica) e “padrinhos”?

Para ser reconhecido ter contatos e “padrinhos” é muito importante. Não nos lembramos de uma banda que ficou muito famosa sem ajuda de grandes produtoras ou gravadoras ou dinheiro para investir na divulgação de imagem. Nós do Jamirulus, como nossas letras dizem, acreditamos também em perseverança, acreditar nos seus sonhos, lutar, correr atras e fazer acontecer. Isso para nós é o principal, além do talento musical. Acreditamos que o cénario musical está sempre mudando. As bandas ditas como “coloridas” vieram talvez por abordar temas mais jovens, ou o modo como se vestem não sabemos dizer ao certo, o mundo musical é absurdamente vasto. O Jamirulus não é uma banda colorida e quer tentar trazer um estilo novo para os jovens e adultos do mundo inteiro.

Na opinião do Jamirulus, existe ajuda entre as bandas menos divulgadas pela mídia que fazem parte do cenário independente?

No cenário independente existe sim mais ajuda entre as bandas. Todas as bandas independentes deveriam pensar dessa forma, assim todos chegaremos juntos ao lugar mais alto.

O Jamirulus indica alguma banda para quem está a fim de novidade?

Estamos fazendo shows juntos com a banda LYS, parceiros de longa data com um som de primeira qualidade.

Youtube

Site Oficial

Fotolog

@jamirulus54

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#entrevista: banda Offline

Posted on 04 June 2010 by Clara Camargo

O Vitroleiros conversou com a banda carioca Offline sobre seu novo álbum independente, lançado em abril deste ano. É o segundo disco dos caras, um trabalho primoroso que comporta 12 faixas inéditas. Lançado pelos quatro integrantes (Pedro, Diego, Marcão e Gabriel) + empresário + engenheiro de som + patrocínios é “totalmente independente de selos, gravadoras, empresários ricos e famosos”, como contou o baterista, Diego.

O curioso é que o “Tudo Aquilo Que Te Faz Voar” foi gravado no ambiente rural, numa fazenda. Os garotos comentam que o resultado deste “isolamento” do mundo urbano foi um disco mais fluido, mais acústico e mais despojado.

O CD está disponibilíssimo para baixar, com as letras das músicas e tudo mais, no site oficial.

Confira também:

Fotolog

Myspace

Orkut

Youtube

Quem toca:

Pedro Burgos – vocal e guitarra, Gabriel Marcondes – baixo, Diego – bateria, Marcão – guitarra


Ouça “Quando o chega o fim”:

A Offline surgiu no Rio de Janeiro, cidade menos acostumada com o cenário do rock independente, diferente de São Paulo, Curitiba e até mesmo do nordeste brasileiro, o que torna mais difícil a subida de uma banda na escada da fama e do reconhecimento. Mas isso não foi um empecilho para a Offline. Confira na entrevista.

Sempre em busca de apoiar as produções alternativo-independentes, o Vitroleiros perguntou para a Offline:

- Vitroleiros: Há poucas bandas de rock do Rio de Janeiro conhecidas atualmente. Qual a força, o impacto e o público deste estilo na região?

Offline: Bem, no Rio de Janeiro o cenário que prevalece é o do funk, samba e o das noitadas, é claro. Então ser uma banda de rock, por mais pop que seja, é difícil por aqui. Mas acho também que a dificuldade em se tornar uma banda reconhecida não é só no Rio. Em todos os lugares é bem difícil aparecer, até porque hoje em dia tem “mil bandas por quilômetro quadrado”. Toda essa dificuldade, para nós, é vista como um incentivo a correr mais atrás do nossos sonhos e objetivos como banda.

- Vitroleiros: Como a banda Offline foi formada?

Offline: Eu (Diego) e Pedro estudávamos juntos na adolescência e nos identificamos musicalmente desde sempre. Quando dava, nos reuníamos para fazer um som, fosse em pequenos projetos ou simplesmente para passar o tempo, e um dia tivemos a ideia de formar a Offline. Gabriel é primo do Pedro e já havia tocado conosco em um desses projetos. Começamos a fazer shows, frequentar ainda mais shows e a conhecer gente, e assim conhecemos o Marcão.

- Vitroleiros: Qual a identidade musical deste álbum?

Offline: Depois de alguns anos de banda, meio que achamos o que se chama de ”identidade musical“. Nada mais é do que um início de estrada pelo qual você começa a querer caminhar. Ao longo desse trajeto muitas coisas vão acontecendo e influenciando essa estrada de todas as formas. Um diferencial nesse disco foi o fato de o gravarmos numa fazenda, meio isolados do mundo e num clima diferente da cidade grande que estamos acostumados a (con)viver. O resultado foi um disco mais despojado, muito orgânico, com mais violões e arranjos mais livres do que os do primeiro disco (OFFLINE – 2008). Gostamos de acreditar que foi um belo registro daquele momento. Simples assim.

- Vitroleiros: Quais são as influências de músicos nacionais e internacionais da banda?

Offline: Nossas influências são as mais variadas possíveis. Mas como exemplo de artistas nacionais podemos citar Legião Urbana, Barão Vermelho, Lulu Santos e Nando Reis e internacionais posso dizer que Counting Crows, Goo Goo Dolls, Bon Jovi, Aerosmith, Guns ‘n Roses, etc. Influência vem basicamente de tudo o que a gente ouve, lê, vive e imagina.

- Vitroleiros: Como está a recepção do público pelas músicas novas?

Offline: Tem sido a melhor possível! As pessoas comentam que o som está mais maduro, muito “gostoso”, que é um som que embala. Falam das canções e comentam também da naturalidade, que foi na minha opinião um dos pontos altos do disco. Ainda vamos apresentar esse novo projeto a muitas e muitas pessoas!

- Vitroleiros: Quais são os projetos futuros da banda?

Offline: Futuro é o presente neste caso. Temos que botar a cara na estrada para divulgar nosso disco recém-lancado em todos os lugares possíveis e acumular experiências e novas influências para fazer um novo disco daqui há algum tempo.

- Vitroleiros: Como está a agenda de shows?

Offline: Nosso empresário esta agendando nossos shows dessa turnê que começará custe o que custar, agora no mês de junho. Então em breve divulgaremos as datas, locais e tudo mais.

- Vitroleiros: Vocês Pretendem lançar algum clipe?

Offline: Com certeza! Ao final da gravação do “Tudo Aquilo Que Te Faz Voar”, juntamos o equipamento numa certa área da fazenda e gravamos um material que está sendo editado como vídeo da música “Você Me Disse Que Ia Voltar” (faixa 2). Decidir uma música em especial é que é difícil (risos), mas estamos sempre fazendo imagens de shows ao vivo. Pretendemos produzir um clipe oficial mais requintado para lançar na TV também.

- Vitroleiros: A Offline disponibiliza o álbum, inclusive os encartes e letras no site para baixar gratuitamente. A divulgação da música hoje é mais importante do que vender mais discos?

Offline: Sem dúvida que é. Hoje em dia tem muita oferta de música, então a melhor maneira de vender música é dando elas para o público sem que eles precisam de grandes esforços. Qualquer empecilho gerado para alguém chegar até música já é ruim, devido ao fato de que certamente terá um link ao lado de uma outra música, com o acesso mais fácil e rápido. Então a gente dá a nossa música a quem quer ouvir e dá a oportunidade das pessoas conhecerem mesmo que seja sem querer (risos).

- Vitroleiros: Indicam alguma banda que considerem de destaque do cenário alternativo?

Offline: Alternativo é o que destoa do comum e hoje em dia tudo destoa do comum, então grupo alternativo pode ser qualquer um, inclusive a gente, se comparado com outra realidade. Mas um cenário alternativo que eu indico é o do rock ‘n roll. Tem muito rock bom hoje em dia que não tem espaço na mídia. Procurem no Googlerock ‘n roll” e escutem tudo o que puderem que vão achar muita coisa boa.

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