O que esperar de uma banda que tem a ‘destruição do rock’ no próprio nome?
“Money ? O começo e o fim de tudo”, diz Paul. Assim começou o nosso papo com a os paulistas da Money, no último dia 25, no Centro Cultural da Juventude onde, dois anos depois do lançamento do EP “Who cares?”, a banda lança seu CD homônimo.
A platéia com poucas pessoas não desanimou o trio, que mostrou a energia de quem toca para um milhão de pessoas. Desde “Intro”, passando “Paper Scissor Rock” até “Singing in The Rain” – última música do setlist.
Em tempos de Myspace, a banda optou por lançar o CD em formato físico, embalado em digipack e com arte simples mas muito bem elaborada. Sobre o mundo da música na internet, Fran diz: “Com a internet, as bandas conseguem gravar, disponibilizar e alcançar um público maior de modo muito mais rápido que há uns 15 anos. Esse é o lado bom, mas a qualidade é prejudicada por pessoas que não levam a sério e postam qualquer coisa”. Ainda sobre as bandas que surgem na internet, Fran complementa: “Só o fato de começar com um fotolog já é errado. Uma banda começa com o som e não com foto.”.
Uma banda brasileira cantando em inglês? Paul, que morou um tempo nos Estados Unidos, responde: “Pra gente sempre foi mais natural compor em inglês. Já tentei escrever em português, mas para a sonoridade da banda as composições em inglês se encaixam melhor.”
A lista de influências do Money vai de Ramones à ACDC. Para o trio, o rock surgiu para “incomodar, gerar uma vontade destrutiva e sinceridade no limite”, contou Dom.
Fotos: Lucas Barbosa Villar









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Eu tive o privilegio de assistir o show.
E ainda ganhei cd. =)
Considero que o Money é tudo isso oque eles descreveram na entrevista.
São sinceros e fazem oque gostam. O mais importate do rock nao é só o money e as beritas e sim mostrar as vontades que esse rock tem, a expressão e a forma com que a história é contada. O Money tem isso.
Sucesso.
Fudido e honesto rock n roll!