Madonna, “fuck” e o cinema de Tarantino

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Em 1994, a material girl Madonna causou polêmica ao dizer o palavrão “fuck” 13 vezes em menos de 20 minutos, no programa The Late Show With David Letterman.

O fato causou espanto na época – mas tal número não é nada perto da incrivelmente desbocada marca de Tony Montana (Al Pacino) em “Scarface” (1983): 226 “fucks” e derivados ditos em 170 minutos de filme.

Lançado um ano depois de “Scarface”,  “Like a Virgin” lançou Madonna ao estrelato e acabou inspirando o diálogo  de abertura do filme “Cães de Aluguel” – a “primeira vez” de Quentin Tarantino.

Mr. Brown: Let me tell you what ‘Like a Virgin’ is about. It’s all about a girl who digs a guy with a big dick. The entire song. It’s a metaphor for big dicks.

Mr. Blonde: No, no. It’s about a girl who is very vulnerable. She’s been fucked over a few times. Then she meets some guy who’s really sensitive…

Mr. Brown: Whoa, whoa, whoa, whoa, whoa… Time out Greenbay. Tell that fucking bullshit to the tourists.

Joe:
Toby… Who the fuck is Toby? Toby…

Mr. Brown: ‘Like a Virgin’ is not about this sensitive girl who meets a nice fella. That’s what “True Blue” is about, now, granted, no argument about that.

Para Mr. Brown, “Like a Virgin” é uma música sobre (usando a linguagem à la Leonardo Ávila) órgãos sexuais masculinos avantajados.

Alguém tem mais alguma teoria sobre “Like a Virgin”?

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