
Tiê canta "Bailarina" com a alma
Em mais uma edição do Prata da Casa no SESC Pompéia, ontem (19/05) às 21 horas, podemos finalmente ver a Tiê tocando. Já falamos dela aqui e aqui, eu já decorei algumas músicas, mas nunca tínhamos (eu, Jessica Grant, e o Bruno Zerbini) visto esse passarinho a tocar e cantar ao vivo. Valeu a pena.
Recém-chegada da “gringa”, Tiê trouxe alguns comentários da viagem. Lá fora, disse, teve vergonha de cantar “Stanger but mine” com seu inglês. Mas achou interessante as faces dos ouvintes de lá tentando adivinhar o que ela cantava em português. “Eu falava que era sobre amor, e acho que eles ficavam pensando sobre amor ou dor…”, ria. Prefere tocar em casa.
O público, atento as letras, cantou somente suavemente “Chá Verde”, a pedidos da cantora. Mas na platéia muita gente de outras bandas (alternativas ou não) foi prestigiá-la. Pelo jeito (ou melhor: pelos aplausos) gostaram do que ouviram. Alternando instrumentos com seu produtor, Plínio Profeta, eles garantiram a simplicidade e lírica que a musa reflete em todo seu trabalho também no palco. Plínio, silencioso e com óculos de sol, foi apresentado duas vezes com alegria e brincadeiras de Tiê.

Tiê e Plínio Profeta
Depois do show que terminou com flores presenteadas pela mãe, Tiê foi rodeada por diversas pessoas. Simpática, linda e humilde. Não falamos com ela, mas valeu vê-la somente. O mais curioso é que o Bruno é amigo de um cara (tmb músico) que morou no mesmo prédio que ela e eu namoro um cara (oi Fê!) que era amigo do irmão dela (Gianni Dias, também músico). Parece que o mundo conspirou para que virássemos fãs da Tiê. Recomendo, mais uma vez, que escutem este passarinho, promessa de diva, “too sexy for her shirt”.

Tiê no piano e Plinio
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