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	<title>VITROLEIROS &#187; Reviews</title>
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	<description>música por e para quem não vive sem</description>
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		<title>Caetano Veloso, Araçá Azul</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Aug 2011 21:58:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Essencialbuns]]></category>
		<category><![CDATA[araçá azul]]></category>
		<category><![CDATA[debora lopes]]></category>
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		<description><![CDATA[por Débora Lopes “Que é um sonho que tive e que, simbolicamente, eu botei como nome do disco” Caetano Veloso Estamos em 1973, Caetano Veloso lança &#8220;Araçá Azul”, um álbum cheio de experimentalismo, diversidade, poesia e algo ainda sem nome, &#8230; <a href="http://vitroleiros.org/reviews/essencialbuns/caetano-veloso-araca-azul/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por <strong>Débora Lopes</strong></p>
<blockquote><p>“Que é um sonho que tive e que, simbolicamente, eu botei como nome do disco”<br />
Caetano Veloso</p></blockquote>
<p> Estamos em 1973, Caetano Veloso lança &#8220;Araçá Azul”, um álbum cheio de experimentalismo, diversidade, poesia e algo ainda sem nome, inclassificável, um quê de doçura, psicodelia e genialidade; talvez a medula óssea poética do próprio Caetano. São dez faixas que a qualquer momento podem ser interrompidas por cânticos, vozes, violinos ou palmas. Um disco que virou tese de mestrado na Universidade de São Paulo, defendida pelo Prof. Dr. Peter Dietrich, em uma detalhada análise semiótica sobre o que Caetano proporcionou a seu público, tornando-se alvo de críticas e boicote de vendas.</p>
<p>“Vem comigo no trem da leste, peste…<br />
Vem no trem pra Boranhém, nhém nhém nhém, nhém”</p>
<p> Caetano, na época com 30 anos de idade, usou em “Araçá Azul” elementos lúdicos, às vezes infantis, transcendeu em corpo, alma, música e fez a Bahia chegar até os nossos ouvidos já na primeira faixa. O álbum, que oscila sinestesicamente entre sonho e pesadelo, tem folclore nas letras e tristeza nas melodias. As letras não são apenas cantadas, elas saem de sua boca balbuciadas, faladas, arranhadas, grunhidas e proporcionam, muitas vezes, estranheza em quem ouve. Quando se aperta o “play” em “Araçá Azul”, fica difícil prever o que acontecerá nas próximas faixas.</p>
<p>“Sugar Cane Fields Forever” é a música preferida (na vida) desta que vos fala. Uma canção que exige olhos fechados e concentração total. Funcionaria bem como trilha sonora. Há horror e amor, há facetas diversas de um artista que cria sem medos. Inúmeros elementos que tecem o caos poético proporcionado por Caê.  E, ah, lindas melodias numa só canção. Lindíssimas, meus caros.</p>
<p> A letra de “Júlia – Moreno”, oitava música na ordem do disco, por exemplo, foi construída como uma espécie de poesia concretista, um holograma. Durante as gravações de “Araçá”, o filho de Caetano &#8211; em começo de gestação &#8211; tinha seu sexo desconhecido pelos pais. Daí a brincadeira na letra “Uma talvez Júlia, um quiçá Moreno&#8230;” </p>
<p>Elementos regionais, étnicos, experimentalismo desenfreado e um orgulho brasileiro que pulsa nas habituais criações de Caetano marcam “Araçá Azul”. Mas o disco não sobrevive apenas com o que o cantor e compositor sabe fazer de olhos fechados. Influenciado pelo viés rock and roll de seu parceiro musical e amigo Gilberto Gil, que dois anos antes lançara o também lendário “Expresso 2222”, Caetano acrescenta psicodelia e guitarra elétrica ao álbum como em “De cara – Eu quero essa mulher”. Guitarras que, vale lembrar, são tocadas pelo mestre Lanny Gordin, que participou de gravações com diversos artistas brasileiros, tais como Roberto Carlos, Tim Maia, Gal Costa, Rita Lee e Erasmo Carlos.</p>
<p> Mas será que Caetano voou alto demais no sonho que virou vinil? Na época, grande parte dos discos distribuídos em loja foi devolvida à gravadora por falta de venda, sendo “Araçá Azul” relançado apenas em 1987. Faltou veia poética aos fãs de Caetano em plena década de 70 ou faltou ao artista tino comercial, gana por sucesso? A resposta para essa pergunta, talvez seja exatamente a frase que fecha o disco, onde Caetano, solto, com ar de menino, revela “Araçá Azul é brinquedo&#8230;”</p>
<h2>a desafiada</h2>
<p><img src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2011/08/debora.jpg" alt="" title="debora" width="120" height="120" class="alignleft size-full wp-image-8675 colorbox-8674" />Débora Lopes. Poeta e estudante de jornalismo. Cantou e compôs por quatro anos na <a href="http://myspace.com/sietearmas">Siete Armas</a>, largou o rock and roll e criou o <strong>Clube da Chapadócia</strong>, pra misturar samba e poesia. Tem como paixões recém descobertas o teatro e a dança contemporânea. Prometeu não cortar o cabelo por quatro anos – já cumpriu 1/8.  Gosta de ler o jornal, ver o sol e escrever poemas. Urbanóide a contragosto, quer mesmo é fugir pro meio do mato pra fazer filhos e livros.<br />
<br />
-<br />
</p>
<h2>tracklist</h2>
<p><img src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2011/08/51QyKBluWCL1.jpg" alt="" title="51QyKBluWCL[1]" width="400" class="alignright size-full wp-image-8680 colorbox-8674" />&#8220;Viola, meu bem (canta Edith Oliveira)&#8221;<br />
&#8220;De conversa/Cravo e canela&#8221;<br />
&#8220;Tu me acostumbraste&#8221;<br />
&#8220;Gilberto misterioso&#8221;<br />
&#8220;De palavra em palavra&#8221;<br />
&#8220;De cara/Eu quero essa mulher&#8221;<br />
&#8220;Sugar Cane Fields Forever<br />
&#8220;Júlia/Moreno&#8221;<br />
&#8220;Épico&#8221;<br />
&#8220;Araçá azul&#8221; </p>
<p>Você pode <a href="http://sonora.terra.com.br/#/cd/28812/araca_azul">ouvir o álbum online</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ara%C3%A7%C3%A1_Azul">ler mais sobre ele</a>.</p>
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		<title>The Who, Who&#8217;s Next</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 17:45:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Essencialbuns]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[detonautas roque clube]]></category>
		<category><![CDATA[renato rocha]]></category>
		<category><![CDATA[the who]]></category>
		<category><![CDATA[who's next]]></category>

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		<description><![CDATA[por Renato Rocha @RenatoDRC Depois de muito pensar, escolhi o &#8220;The Who &#8211; Who&#8217;s Next&#8221;. Esse vinil na época me bateu tão forte que continua ressoando em minha alma até hoje. Tudo soa perfeito nas 9 faixas desse antológico disco. &#8230; <a href="http://vitroleiros.org/reviews/essencialbuns/the-who-whos-next/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por <strong>Renato Rocha</strong><br />
@<a href="http://twitter.com/renatoDRC">RenatoDRC</a></p>
<p>Depois de muito pensar, escolhi o  &#8220;The Who &#8211; Who&#8217;s Next&#8221;.  Esse vinil na época me bateu tão forte que continua ressoando em minha alma até hoje. Tudo soa perfeito nas 9 faixas desse antológico disco. Fiquei ainda mais intrigado (eu tinha 15 anos quando o ouvi pela primeira vez em vinil importado da Inglaterra, presente que ganhei de um ex-sogro) com o som daquilo que fui descobrir depois que se tratava de um arpegiator. Aquele sintetizador que abre o disco em Baba O&#8217;Riley. </p>
<p>Todos estão tocando maravilhosamente bem, o Daltrey cantando horrores e a dinâmica do repertório é matadora. Foi possível sentir agressividade, tristeza, raiva, paixão&#8230; Vários sentimentos. As baladas são imortais também. Me lembro de pegar o violão e tentar tirar Behind Blue Eyes&#8230; Claro que só descobri alguns acordes tempos depois. Enfim, é disco com um equilíbrio perfeito, sonoridade incrível e músicas eternas. Já perdi a conta de quantas vezes ouvi e com certeza ouvirei muitas mais, dessa vez com a minha filha. Já já estará na hora de apresentá-lo a ela&#8230;</p>
<p><img src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2011/06/rrsptransamerica1-150x150.jpg" alt="" title="rrsptransamerica[1]" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-6750 colorbox-6746" /><br />
<h2>//o desafiado >></h2>
<p>Renato Rocha é um sonhador. Cresceu em Bonsucesso ouvindo os discos do tio, começou a estudar música aos 5 anos com o piano da vizinha e não parou mais. Conheceu Tico Santa Cruz na internet e, juntos, eles começaram o Detonautas Roque Clube, banda da qual ele é guitarrista até hoje.<br /><font color=ffffff>pulalinha</font></p>
<h2>//who&#8217;s next para ouvir >></h2>
<p><a href="http://sonora.terra.com.br/#/cd/32688/whos_next">Clique aqui para ouvir o Who&#8217;s Next, do The Who, via streaming diretamente no <strong>Sonora</strong></a>.</p>
<h2>//tracklist >></h2>
<p><a href="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2011/06/The_Who-Who_s_Next-Frontal1.jpg"><img src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2011/06/The_Who-Who_s_Next-Frontal1.jpg" alt="" title="The_Who-Who_s_Next-Frontal[1]" width="600" class="aligncenter size-full wp-image-6747 colorbox-6746" /></a><br />
&#8220;Baba O&#8217;Riley&#8221;<br />
&#8220;Bargain&#8221;<br />
&#8220;Love Ain&#8217;t For Keeping&#8221;<br />
&#8220;My Wife&#8221;<br />
&#8220;The Song Is Over&#8221;<br />
&#8220;Getting In Tune&#8221;<br />
&#8220;Going Mobile&#8221;<br />
&#8220;Behind Blue Eyes&#8221;<br />
&#8220;Won&#8217;t Get Fooled Again&#8221; </p>
<p>//<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Who's_Next">mais informações sobre o álbum >></a></p>
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		<title>Pala, do Friendly Fires: o que faltou?</title>
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		<pubDate>Mon, 30 May 2011 01:01:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[friendly fires]]></category>
		<category><![CDATA[pala]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheci o Friendy Fires há algum tempo, entre “Jump in the Pool” e “Paris”, bombando em alguma pista moderninha nas baladas de São Paulo. Fui conquistada logo de cara. Banda que usa de influências africanas, brasileiras e batida eletrônica não &#8230; <a href="http://vitroleiros.org/reviews/pala-do-friendly-fires-o-que-faltou/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2011/05/friendly-fires-pala-cover-disc-from-group-my-space.jpg"><img src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2011/05/friendly-fires-pala-cover-disc-from-group-my-space.jpg" alt="" title="friendly fires pala cover disc, from group my space" width="170" height="170" class="alignleft size-full wp-image-6551 colorbox-6550" /></a>Conheci o Friendy Fires há algum tempo, entre “Jump in the Pool” e “Paris”, bombando em alguma pista moderninha nas baladas de São Paulo. Fui conquistada logo de cara. Banda que usa de influências africanas, brasileiras e batida eletrônica não podia deixar de chamar a atenção. Ainda mais por um som muito compentente e que mostra a que veio.</p>
<p>Assim, quando ouvi falar que o novo álbum Pala estava disponível, corri para saber qualé e vou comentar um pouco minhas impressões sobre cada música. A faixa de abertura do disco novo “Live Those Days Tonight”, me animou e deixou uma lembrança do que foi o disco de lançamento da banda, a pegada dançante e única dessa mistura das batidas que me conquistou no som deles.</p>
<p>A partir da segunda faixa, comecei a sentir falta do primeiro disco. Friendly Fires, de 2008, parece ser mais completo, o que não senti em Pala. A própria música que entitula o disco não parece fazer parte da discografia deles, como se tivesse sido desacelerada na pós produção. No mínimo, estranho. Show me Lights é a faixa pop grudenta, sem a essência da banda.</p>
<p>Pull me back to Earth, Chimes e Helpless, as faixas que encerram o disco, são intermediárias: não destoam do estilo da banda, mas ainda sim não trazem uma grande novidade para o disco. O destaque vai para Hawaiian Air e True Love, que juntamente com a primeira música do disco conseguem relembrar o sucesso do Friendly Fires nas pistas.</p>
<p>No geral, um disco nota seis, que espero que seja apenas uma tentativa de experimentação da banda e que eles retornem ao estilo do início. Ouça abaixo “Live Those Days Tonight” a melhor faixa do disco:</p>
<p><iframe width="600" height="371" src="http://www.youtube.com/embed/ArfRdgi8BlE?rel=0" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>#essencialbuns XXIV: Black Album, Metallica</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Apr 2011 15:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Essencialbuns]]></category>
		<category><![CDATA[beeshop]]></category>
		<category><![CDATA[black album]]></category>
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		<category><![CDATA[metallica]]></category>
		<category><![CDATA[rafael kent]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>
		<category><![CDATA[vivendo do ócio]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Rafael Kent @okent Quando me fizeram a proposta de falar sobre um álbum que tivesse marcado a minha vida eu fiquei, como sempre, meio sem saber o que falar, já que eu sou bem difícil de citar bandas e &#8230; <a href="http://vitroleiros.org/reviews/essencialbuns/black-album-metallica/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">Por <strong>Rafael Kent</strong><br />
@<a href="http://twitter.com/okent">okent</a></p>
<p>Quando me fizeram a proposta de falar sobre um álbum que tivesse marcado a minha vida eu fiquei, como sempre, meio sem saber o que falar, já que eu sou bem difícil de citar bandas e discos e filmes que me marcaram porque foi tanta coisa e em várias épocas da minha vida que eu nunca sei qual é melhor ou pior (se é que isso existe) ou o mais marcante e o menos marcante.</p>
<p>Mas me lembro que quando eu era pequeno lá em salvador, fui morar por lá com 4 anos e me considero mais baiano do que qualquer outra coisa, já tinha alguma percepção de vida e entendia algumas coisas.</p>
<p>Era engraçado porque eu via anuncios de discos (vinil, claro) na televisão e me lembro que dentre todos os que eram anunciados eu pirava no ELVIS (aquelas famosas coletâneas) e no grande Jackson.</p>
<p>Tenho até uma história engraçada pra contar: quando eu já tinha meio que começado a trabalhar com bandas por lá pela capital baiana fui apresentado pra galera da Mosiah, uma das bandas de destaque na cena alternativa baiana de reggae. Nesse dia, quando fui apresentado ao guitarrista, Boquinha (que toca DEMAIS), ele me perguntou se eu havia estudado em tal escola, e eu disse que sim, foi quando ele disse que lembrava de mim, o estranho é que eu não me lembrava dele e a escola era bem pequena. Perguntei o porque dele se lembrar de mim e ele me disse que lembrava do dia em que tinha rolado uma festinha na escola e que eu tinha aparecido com um disco do Elvis debaixo do braço, bem… Esse era eu. rs</p>
<p>Depois, com mais ou menos 12 anos, fui apresentado ao Iron Maiden e ao Metallica, no famoso álbum preto. Acho que o álbum preto do Metallica é um dos álbuns que mais me marcou porque me mostrou um outro lance além do que eu conhecia, muita bateria, muita guitarra, e me impressionou na época. Lembro que quem tinha me passado era um amigo, em uma fita cassete que alguém tinha gravado pra ele.</p>
<p>Logo depois fui morar a 30 km da capital, numa cidade chamada Lauro de Freitas, e como na época não existia internet e pra se conhecer e ter acesso as coisas era mais difícil (ainda mais em Salvador), eu acabei entrando naturalmente na galerinha do axé &#8212; sim, tive um passado musical negro (se bem que o axé de verdade que tocava naquela época era mais legal e mais truz), mas até se justifica, não tinha com quem compartilhar nada, não sabia do que acontecia em Salvador &#8212; e infelizmente perdi a cena da música baiana dos anos 90, que foi MEGA ANIMAL. Perdi o início do Cascadura, Inkoma, Dois sapos e meio, Dead Billies e etc…</p>
<p>Graças a Deus essa minha viagem que parecia sem volta terminou eu voltei pro lado bom da força. Depois do álbum preto, vários outros me marcaram, mas imagino que essa época seja a mais marcante pra qualquer um… Poderia citar mais alguns, mas acho que esse álbum realmente mudou muita coisa na minha vida.</p>
<p><img src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2011/04/ket-150x150.jpg" alt="" title="ket" width="150" height="150" class="alignleft size-thumbnail wp-image-6035 colorbox-5385" align="left"/><br />
<h2>o desafiado</h2>
<p><strong>Rafael Kent</strong> é fotógrafo e diretor de vídeo, com um currículo que carrega clipes de nomes como <a href="http://www.youtube.com/watch?v=U1xSYSqEMF8">Beeshop</a>, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=2er0_hnWJM8&#038;feature=channel_video_title">Vivendo do Ócio</a> e <a href="http://www.youtube.com/watch?v=n0HPs1GmxUw">Terceira Edição</a>. Dá pra espiar suas fotos  vídeos em seu portfólio: <a href="http://www.rafaelkent.com/">http://www.rafaelkent.com/</a>.<font color="FFFFFF">pula<br />pula<br />pula<br /></font></p>
<h2>black album para ouvir</h2>
<p><a href="http://sonora.terra.com.br/#/cd/46318/metallica">Clique aqui</a> para ouvir o álbum Metallica via streaming.</p>
<h2>tracklist</h2>
<p><img src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2011/04/METALLICA-Black-album-Front-300x297.jpg" alt="" title="METALLICA-Black-album-Front" width="300" height="297" class="alignright size-medium wp-image-6034 colorbox-5385" align="right" />1. &#8220;Enter Sandman&#8221;<br />
2. &#8220;Sad but True&#8221;<br />
3. &#8220;Holier Than Thou&#8221;<br />
4. &#8220;The Unforgiven&#8221;<br />
5. &#8220;Wherever I May Roam&#8221;<br />
6. &#8220;Don&#8217;t Tread on Me&#8221;<br />
7. &#8220;Through the Never&#8221;<br />
8. &#8220;Nothing Else Matters&#8221;<br />
9. &#8220;Of Wolf and Man&#8221;<br />
10. &#8220;The God That Failed&#8221;<br />
11. &#8220;My Friend of Misery&#8221;<br />
12. &#8220;The Struggle Within&#8221;  </p>
<p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Metallica_(%C3%A1lbum)">mais informações sobre o álbum >></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>#essencialbuns XXIII: Acabou Chorare, Novos Baianos</title>
		<link>http://vitroleiros.org/reviews/essencialbuns/acabou-chorare-novos-baianos/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 12:59:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Essencialbuns]]></category>
		<category><![CDATA[acabou chorare]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[menu]]></category>
		<category><![CDATA[MPB]]></category>
		<category><![CDATA[Novos Baianos]]></category>
		<category><![CDATA[os abreus]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Junior Abreu @osabreus A trilha sonora de minha adolescência foi bem roqueira. Sou do tempo dos festivais de rock que rolavam aqui na cidade. Esses festivais abriram os olhos de toda uma geração. Nirvana, Pearl Jam, Guns n&#8217; Roses &#8230; <a href="http://vitroleiros.org/reviews/essencialbuns/acabou-chorare-novos-baianos/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">Por <strong>Junior Abreu</strong><br />
@<a href="http://twitter.com/osabreus">osabreus</a></p>
<p>A trilha sonora de minha adolescência foi bem roqueira. Sou do tempo dos festivais de rock que rolavam aqui na cidade. Esses festivais abriram os olhos de toda uma geração. Nirvana, Pearl Jam, Guns n&#8217; Roses foram nos empurrados guela a dentro. As bandas gringas foram desmitificadas, foram trazidas pra nossa realidade, tudo muito naturalmente.</p>
<p>Foi em meados de 1997 talvez, numa dessas tardes cinzas de outono, na sala de um amigo, que estava cheia de amigos e ao redor muitos discos de vinil. Num canto havia uma vitrola bem mixuruca e um revesamento dos mais variados artistas na carrapeta. Dentre tantas músicas tocadas nesta tarde, lembro-me dos meus ouvidos absorverem todas as notas, toda a melodia que aquele disco de vinil emanava. Era o &#8220;Acabou Chorare&#8221;.</p>
<p>Ali, naquele dia, estavam me sendo apresentado os &#8220;Novos Baianos&#8221; e também ali, naquele momento, começou o meu amor pela musica popular brasileira.</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-6015 colorbox-5682" title="jrabreu" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2011/04/jrabreu-150x150.png" alt="" width="150" height="150" align="left"/><br />
<h2>o desfiado</h2>
<p>
Junior Abreu é o responsável pelo vocal e a guitarra da banda carioca <a href="http://www.myspace.com/osabreusoficial">Os Abreus</a>, que encabeça a empreitada itinerante &#8220;Tamborete Apresenta&#8221;, com diversos shows no estado do Rio. <font color="FFFFFF">pulalinha<br />pulalinha<br />pulalinha<br /></font></p>
<h2>acabou chorare: tracklist + aperte o play</h2>
<p><img src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2011/04/59409172_ac01205df2.jpg" alt="" title="59409172_ac01205df2" width="350" height="351" class="alignright size-full wp-image-6017 colorbox-5682" align="right"/>&#8220;Brasil Pandeiro&#8221;<br />
&#8220;Preta Pretinha&#8221;<br />
&#8220;Tinindo Trincando&#8221;<br />
&#8220;Swing de Campo Grande&#8221;<br />
&#8220;Acabou Chorare&#8221;<br />
&#8220;Mistério do Planeta&#8221;<br />
&#8220;A Menina Dança&#8221;<br />
&#8220;Besta é Tu&#8221;<br />
&#8220;Um Bilhete Pra Didi&#8221;<br />
&#8220;Preta Pretinha (reprise)&#8221; </p>
<p><a href="http://sonora.terra.com.br/#/cd/45695/novos_baianos_acabou_chorare">Clique aqui para ouvir &#8220;Acabou Chorare&#8221; via streaming no Terra Sonora</a>.</p>
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		<title>#essencialbuns XXII: The Beatles, The Beatles</title>
		<link>http://vitroleiros.org/reviews/essencialbuns/the-white-album-the-beatles/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 23:04:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Essencialbuns]]></category>
		<category><![CDATA[Cachorro Grande]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[marcelo gross]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>
		<category><![CDATA[the beatles]]></category>
		<category><![CDATA[the white album]]></category>

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		<description><![CDATA[Na vigésima segunda semana de #essencialbuns, Marcelo Gross -- guitarrista da banda Cachorro Grande -- conta sobre o disco de sua vida: White Album, dos Beatles. <a href="http://vitroleiros.org/reviews/essencialbuns/the-white-album-the-beatles/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>ou ainda: <strong>The White Album, The Beatles</strong></p>
<p style="text-align: right;">Por <strong>Marcelo Gross</strong><br />
@<a href="http://twitter.com/marcelogross_">marcelogross_</a></p>
<p>Yes, eu tenho um disco favorito. E ele se chama simplesmente &#8220;The Beatles&#8221;.<br />
Não haveria melhor nome para um disco.</p>
<p>Também conhecido como Album Branco (ou <em>White Album</em>), esse é o disco mais multifacetado da melhor banda de todos os tempos. É o disco que marca o tipo de música que cada um dos quatro iria fazer a partir de então, mostrando fortes características do que seriam suas carreiras solo. E pela primeira vez aceitando as diferenças individuais com parte de um todo. Daí a diversidade sonora, que é um dos maiores charmes do disco.</p>
<p>Uma canção não tem muito a ver com a outra (ao contrário do Sgt Peppers, onde as músicas vão se interligando).</p>
<p>Um antagonismo quase radical.</p>
<p>Desde a arte da capa, &#8220;the Beatles&#8221; é uma Peça de popart que leva o ouvinte a um verdadeiro caledoscópio musical,abrangendo quase todo tipo de rock que era popular na época: de Donovan (I Will, Mother natures son, Julia), Beach Boys (Back in the UssR), Dylan (Rocky Racoon), Hendrix e The Who (Helter Skelter, Birthday), coisas mais vaudevile anos 20 (Honey Pie, Martha my dear), Blues inglês (Yer Blues), Sinatra (Good night) e experimentalismos a lá John Cage (Revolution 9)&#8230;</p>
<p>É um disco denso, que foi gravado sob um clima tenso em uma atmosfera hostil, onde até o técnico de som (Geoff Emerick) pediu pra ir embora das gravações devido ao baixo nível de respeito entre os integrantes e demais pessoas envolvidas (George Martin também largou no meio&#8230; até o Ringo saiu da banda nessa época!).</p>
<p>Mas também ouve muitos momentos de união, como quando os quatro entraram numa sala minúscula pra gravar &#8220;Yer Blues&#8221; a fim de conseguir um som mais coeso, ou como na sessão final de mixagem em que John e Paul ficaram 24 horas dando os retoques finais e bolando a ordem e a ligação entre as faixas. Enfim, esse é o disco que eu nunca vou cansar de ouvir, e que a cada audição encontro coisas novas.</p>
<p>E eu tenho uma históra peculiar pessoal com esse disco:</p>
<p>Qdo eu tinha uns 10 anos, eu era muito fã dos Beatles e já tinha uns 5 discos deles,mas os outros eu não conhecia. O pessoal da minha rua sabia que eu era fã, tava sempre pra cima e pra baixo com aqueles discos debaixo do braço. Um garoto da esquina tava fazendo uma limpa na casa dele e jogando um monte de tralha velha fora e o outro garoto falou:</p>
<p>-&#8221;não joga esses discos  sem capa aí fora, dá pro guri do fim da rua lá que ele é fã dos Beatles!&#8221;<br />
Daí tô eu em casa e batem palmas na frente, chamando:<br />
-&#8221;ô, é daí que mora o guri que gosta dos Beatles?&#8221;<br />
minha mãe me chamou, eu fui lá e o garoto me deu dois discos de vinil sem capa, (meio arranhados, claro) dentro de um plástico e disse:<br />
-&#8221;tava botando fora na limpa lá de casa e o fulano me disse que tu curtia, então trouxe pra ti aí&#8221;&#8230;<br />
Agradeci, levei as duas Bolachas pra dentro de casa, dei uma bela limpada e pousei a agulha do aparelho National da sala&#8230;</p>
<p>E lá estava ele, me chamou na frente da minha casa e veio ao meu encontro: &#8220;The Beatles&#8221;, o tal do Album Branco.</p>
<h2>o desafiado</h2>
<p><img src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2011/04/gross-150x150.jpg" alt="" align="left" title="gross" width="80" height="80" class="alignleft size-thumbnail wp-image-5944 colorbox-5411" /> <br />Órfão de John Lennon, Marcelo Gross é um gaúcho do qual você certamente já deve ter ouvido falar: além de guitarrista e backing vocal de Cachorro Grande, também já foi baterista de Júpiter Maçã. <font color=FFFFFF>pula linha<br />pula linha<br /></font></p>
<h2>tracklist</h2>
<p><img src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2011/04/3043890756_31918339df.jpg" alt="" title="3043890756_31918339df" class="alignright size-thumbnail wp-image-5949 colorbox-5411" align="right"/><strong><em>Disco 1</em><br />
Lado A</strong><br />
1.	&#8220;Back in the U.S.S.R.&#8221;<br />
2.	&#8220;Dear Prudence&#8221;<br />
3.	&#8220;Glass Onion&#8221;<br />
4.	&#8220;Ob-La-Di, Ob-La-Da&#8221;<br />
5.	&#8220;Wild Honey Pie&#8221;<br />
6.	&#8220;The Continuing Story of Bungalow Bill&#8221;<br />
7.	&#8220;While My Guitar Gently Weeps&#8221;<br />
8.	&#8220;Happiness Is a Warm Gun&#8221;<br />
<strong>Lado B</strong><br />
1.	&#8220;Martha My Dear&#8221;<br />
2.	&#8220;I&#8217;m So Tired&#8221;<br />
3.	&#8220;Blackbird&#8221;<br />
4.	&#8220;Piggies&#8221;<br />
5.	&#8220;Rocky Raccoon&#8221;<br />
6.	&#8220;Don&#8217;t Pass Me By&#8221;<br />
7.	&#8220;Why Don&#8217;t We Do It in the Road?&#8221;<br />
8.	&#8220;I Will&#8221;<br />
9.	&#8220;Julia&#8221;<br />
<strong><em>Disco 2</em><br />
Lado A</strong><br />
1.	&#8220;Birthday&#8221;<br />
2.	&#8220;Yer Blues&#8221;<br />
3.	&#8220;Mother Nature&#8217;s Son&#8221;<br />
4.	&#8220;Everybody&#8217;s Got Something to Hide Except Me and My Monkey&#8221;<br />
5.	&#8220;Sexy Sadie&#8221;<br />
6.	&#8220;Helter Skelter&#8221;<br />
7.	&#8220;Long, Long, Long&#8221;<br />
<strong>Lado B</strong><br />
1.	&#8220;Revolution 1&#8243;<br />
2.	&#8220;Honey Pie&#8221;<br />
3.	&#8220;Savoy Truffle&#8221;<br />
4.	&#8220;Cry Baby Cry&#8221;<br />
5.	&#8220;Revolution 9&#8243;<br />
6.	&#8220;Good Night&#8221;  	</p>
<p>//<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Beatles_(album)">mais informações sobre o álbum >></a></p>
<p>(A notícia triste do dia é que os Beatles não têm albuns disponíveis para streaming, amigos!)</p>
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		<title>O presságio do Gang of Four</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 15:25:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bala na agulha]]></category>
		<category><![CDATA[bala na agulha]]></category>
		<category><![CDATA[contraversão]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[entertainment!]]></category>
		<category><![CDATA[gang of four]]></category>
		<category><![CDATA[punk]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha]]></category>
		<category><![CDATA[vinil]]></category>

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		<description><![CDATA[Existem bandas que estão alguns anos a frente do seu tempo e passam batidas por sua geração, no entanto, algumas acabam se tornando referência para dezenas de outras nas décadas seguintes. Esse é o caso da inglesa Gang of Four. &#8230; <a href="http://vitroleiros.org/reviews/bala-na-agulha/o-pressagio-do-gang-of-four/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem bandas que estão alguns anos a frente do seu tempo e passam batidas por sua geração, no entanto, algumas acabam se tornando referência para dezenas de outras nas décadas seguintes. Esse é o caso da inglesa Gang of Four.</p>
<p>Quando surgiu em meio ao movimento punk com seu debut “<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Entertainment!">Entertainment!</a>” (1979), o Gang of Four era uma banda que estava muito além do chamado pós-punk. Sua música era uma verdadeira desconstrução do que todos conheciam como boa música. Até mesmo os punks não entenderam direito o que a banda estava criando.</p>
<p>O guitarrista Andy Gill e o vocalista Jon King foram a força criadora por trás da banda e estavam absolutamente atolados nas influências da escola de Frankfurt. Naquela época, eles misturavam o som cru do punk, batidas e marcações do funk, minimalismo e dub com uma crítica feroz a sociedade e a política. Além da dupla, o grupo era completado pelo baixista Dave Allen e o baterista Hugo Burnham.</p>
<p>Essa química altamente inflamável fez o <strong>Gang of Four</strong> ser uma das bandas mais cultuadas de todos os tempos. Diversos nomes da música afirmam serem influenciados pela banda: Michael Stipe, vocalista do R.E.M.; Flea do Red Hot Chili Peppers; e até o lendário Kurt Cobain (que a Courtney o deixe descansar em paz) citou a banda como um dos alicerces do Nirvana.</p>
<p>Tirando o contexto histórico, o principal motivo da escolha deste disco foi a sorte que tive em comprá-lo. Estava na loja “Big Papa Records” que fica na Galeria Nova Barão (do lado da Galeria do Rock) e o Papa havia acabado de chegar de viagem trazendo centenas de plays incríveis dos Estados Unidos. Apesar da loja ter sido pilhada por dezenas de colecionadores psicóticos fui em toda a minha humildade procurar algo que eu ainda não tinha. Foi procurando a esmo que encontrei uma edição de época zerada do “Entertainment!”. Levei na hora!</p>
<p><img src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2011/04/41YRKYF7GBL._SS500_.jpg" alt="" title="41YRKYF7GBL._SS500_" width="600" class="aligncenter size-full wp-image-5900 colorbox-5898" /></p>
<h3>Capa</h3>
<p>Todo o trabalho de arte da capa deste disco foi feito pela dupla King e Gill, no melhor esquema faça você mesmo. A imagem não poderia ser menos polêmica, um índio americano apertando a mão de um caubói em três versões da mesma ilustração – como num efeito de close nos quadrinhos. </p>
<p>O texto em volta das imagens não é menos impactante: &#8220;The Indian smiles, he thinks that the cowboy is his friend. The cowboy smiles, he is glad the Indian is fooled. Now he can exploit him.&#8221; (Em minha livre tradução: “O índio sorri, ele pensa que aquele caubói é seu amigo. O caubói sorri, ele está orgulhoso por enganar o índio. Agora, ele pode explorá-lo”. Sensacional!</p>
<p>Nem preciso dizer que a contracapa não fica atrás e além do nome das músicas tem frases de impacto do mesmo calibre. Por exemplo, o pai de uma família dizendo “Eu gasto a maioria da nossa grana comigo, assim consigo continuar gordo”. A questão social sempre foi um assunto importante para a banda que estava colocando em cheque todas as instituições da sociedade capitalista contemporânea (quando digo que fiz História na faculdade ninguém acredita, né?).</p>
<p>Longe de mim ser comunista, mas a capa do disco é animal e um verdadeiro chute no saco da sociedade careta e borra botas.</p>
<h3>Lado A</h3>
<p><img src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2011/04/gang_of_four_entertainment-EMC3313-1245928181-293x300.jpg" alt="" title="gang_of_four_entertainment-EMC3313-1245928181" width="293" height="300" align="right" class="alignright size-medium wp-image-5902 colorbox-5898" />Boto o play pra sambar e logo de cara somos agredidos pelos riffs canibais de “Ether”. Mas a coisa começa a ficar mais cadenciada em “Natural’s Not in It”, que tem grande semelhança com o estilo dos primeiros discos do Devo (que são da mesma época). Ambas são gritos indignados contra o tédio e a alienação capitalista, nunca foi tão divertido ser comunista!</p>
<p>Acredito que a maioria dos leitores gosta da banda Rapture (um dos melhore shows que já fui), então vai perceber que tudo o que você mais curte neles foi chupado sem dó da música “Not Great Men”. Relaxa, cara, não é fácil copiar o Gang e ainda parecer original, os moleques tem seus méritos.</p>
<p>“Damagend Goods” é um daqueles estranhos casos em que algumas bandas da mesma época seguem por caminhos opostos e acabam tendo uma sonoridade parecida. Esse verdadeiro zeitgeist musical remete diretamente ao que o The Clash estava fazendo nos dois primeiros discos.</p>
<p>O álbum fecha com as pedradas “Return the Gift”(insisto no Rapture e peço que compare com “House of Jealous Love”) e “Guns Before Butter” que influenciaram cada centímetro das principais faixas de boa parte das bandas dançantes do século XXI. </p>
<h3>Lado B</h3>
<p>Nossa viagem pela música do século XXI feita na década de setenta do século anterior continua! Agora pense nos dois primeiros discos do The Strokes e preste bastante atenção nas “referências” aos riffs frenéticos de guitarra. “I Foung That Essence Rare” não é só um marco musical, a letra por si só é de um hino para a geração de jovens desencorajados pela constante ameaça da hecatombe nuclear da Guerra Fria.</p>
<p>“Glass” é a famos música mais do mesmo, mas falta um pouco da magia presente na próxima canção. Quando ouvimos “Contract” somos sugados momentaneamente para um lugar sinistro onde um “dub cyberpunk” faz papel de fundo para letras sobre tédio e a rotina repetitiva das classes operárias. </p>
<p>Prepara seu coração, pois o proto-eletrônico de “At Home He’s a Tourist” tem uma batida que comanda as pulsações de seu coração. A letra faz referências aos salões de discoteca onde casais de pessoas insatisfeitas e controladas pelo sistema acabam se conhecendo. </p>
<p>O experimentalismo come solto em “5:45” que lembra bastante as bases musicais do que seria o gótico dos anos 1980. Uma linha de baixo extremamente grave com guitarras fazendo um pano de fundo para um vocal desesperado e infeliz. Pelas minhas contas, tem muita gente devendo pros doidos do Gang of Four.</p>
<p>Pra fechar o disco, a banda reservou uma de suas músicas mais polêmicas e famosas “Anthrax”, que já começa tirando as crianças da sala com uma microfonia absurda. Numa espécie de anti-música que dá origem a uma das mais importantes canções de todos os tempos. Como na letra, a música faz uma referência aos Beatles e parece até uma versão organizada de “Revolution 9”, o clássico que fecha o álbum Branco do Fab Four. Olha só, não é que essa barulheira doentia lembra alguns dos trampos mais experimentais do Sonic Youth. Se o Gang of Four ganhasse por royalties toda vez que criava alguma mecânica musical que seria usada pelas próximas gerações estariam mais ricos que o Justin Bieber. </p>
<h3>ouve aí!</h3>
<p><object width="600" height="400"><param name="movie" value="http://listen.grooveshark.com/widget.swf" /><param name="wmode" value="window" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="flashvars" value="hostname=cowbell.grooveshark.com&#038;playlistID=51223386&#038;style=metal&#038;p=0" /><embed src="http://listen.grooveshark.com/widget.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="400"<br />
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</object></p>
<p>Antes de fechar esse texto gostaria de informá-los que o <a href="http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/896007-gang-of-four-fara-show-no-brasil-em-maio-diz-membro-da-banda.shtml">Gang of Four confirmou à “Folha de São Paulo” que fará um show no Brasil em maio</a>. Até agora divulgaram apenas que o show será gratuito. Da banda original, sobrou apenas Gill. Mais um motivo para você correr atrás e ouvir esse grande disco da história do rock.</p>
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		<title>#essencialbuns XXI: Jorge Ben, Samba Esquema Novo</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Mar 2011 12:40:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Essencialbuns]]></category>
		<category><![CDATA[Circo Motel]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[jorge ben]]></category>
		<category><![CDATA[Rafael Gregorio]]></category>
		<category><![CDATA[Samba Esquema Novo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Rafael Gregorio @rafaelmgregorio Escolher um disco e apenas um para sobreviver à hecatombe nuclear e musicar, sozinho, o resto da existência, daqui até o mármore quente do inferno. Tarefa ingrata. Qualquer decisão será contestável, madrasta de arrependimento e culpa. &#8230; <a href="http://vitroleiros.org/reviews/essencialbuns/jorge-ben-samba-esquema-novo/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por <strong>Rafael Gregorio</strong><br />
@<a href="http://twitter.com/rafaelmgregorio">rafaelmgregorio</a></p>
<p>Escolher um disco e apenas um para sobreviver à hecatombe nuclear e musicar, sozinho, o resto da existência, daqui até o mármore quente do inferno. Tarefa ingrata. Qualquer decisão será contestável, madrasta de arrependimento e culpa. Afinal, o tema é sério. Muito mais que a política ou o cheiro das mulheres.</p>
<p>Como um Hércules ensandecido, abraço a tarefa: escolher um álbum essencial. </p>
<p>Adicionemos crueldade ao processo. Para chegar nos 21 competidores, são limadas celebridades da adolescência – bye bye Appetite for Destruction (Guns n Roses) – e obras que, mesmo sobre-humanas, não poderiam manter o pau duro – bye bye Chega de Saudade (João Gilberto) e When the Pawn (Fiona Apple).</p>
<p>Bowie (Ziggy Stardust and the Spiders From Mars) e Mutantes (Tecnicolor) também ficam pra trás, como Bob Marley and The Wailers (Catch a Fire) e Led (Physical Graphitti).</p>
<p>Critério número dois: um disco por artista. São condenados à destruição Qualquer Coisa e London, London do Caetano, Força Bruta e Tábua de Esmeraldas do Jorge, Sticky Fingers dos Stones (doloroso au revoir) e Shangri La Dee Da, do Stone Temple Pilots. </p>
<p>Restam 8.</p>
<p>Nas quartas de final, cai fora quem não habita o coração há pelo menos 365 dias. Correndo sérios riscos, descarto Gilberto Gil (Expresso 2222), Devendra Banhart (Smokey Rolls Down Thunder Canyon), Los Hermanos (Ventura) e Beatles (Abbey Road).</p>
<p>Chego numa semifinal e me sinto um assassino. Tarado. Maníaco e esquisito. Penso em trazer de volta Camelo, Amarante e Devendra, mas já é tarde.</p>
<p>Hora de apresentar os gladiadores.</p>
<p>De um lado, pesando 347 quilos e com semblante decadente-porém-elegante, o rock n&#8217;roll. De outro, com 52 quilos e vestindo terno branco e sapato de bico, o samba. No meio, equilibrando 31,5 quilos, fritado e estrebuchandinho, a cabeleira no exílio.</p>
<p>Penso em desistir, agradecer à moça simpática, avisar que não vai rolar.<br />
Ou foder com o jogo e deixar os quatro, fazer uma mixtape, fingir que enviei o e-mail</p>
<p>pero no se puede</p>
<p>Abro mão do Tiny Music&#8230;Songs from The Vatican Gift Shop, do STP. Já pôde me criar o que sou, e é altruísta.</p>
<p>E do Transa, do Caetano, que está tremelicando, aponta o dedo para o repórter e grita CANALHA!, deixei o Transa pelo caminho porque são poucas canções, porque Caê estava tão triste, e gosto quando Caê sorri&#8230;</p>
<p>O passado em pedra e o futuro incerto se debatem. Como lutadoras gordinhas no gel. Elas querem chocolate, elas querem seriados da tv americana. Não querem brigar. Isto é fruto de minha mente doente,</p>
<p>&#8230;.</p>
<p>Safado! Comanche safado!<br />
Enterrou os Stones.<br />
Mesmo na re-edição de Exile on Main Street, com Plundered My Soul e Pass the Wine (Sophia Loren),</p>
<p>e o pior: o fez graciosamente.<br />
Quase vejo Mick e Keith sorrindo, tentando sambar,</p>
<p>A malandragem! Malemolência morena, metais sofisticados, nomes de mulher ternos riscados de giz rodas de samba no morro gritos no porão violão violão violão</p>
<p>e</p>
<p>principalmente</p>
<p>a arte de sofrer de amor sorrindo,</p>
<p><strong>Jorge Ben. Samba Esquema Novo</strong>.</p>
<p>A estréia do mestre em 1963, com os dois pés na porta: Mas, que nada!, Balança pema,  Chove, chuva, Rosa, menina rosa, Por causa de você menina, e mais 7 clássicos imediatos e infinitos, deliciados à mão direita mágica do rei.</p>
<p>Meu álbum essencial.</p>
<h3>o desafiado</h3>
<p><img src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2011/03/F1010007-150x150.jpg" alt="" title="F1010007" width="100" class="alignleft size-thumbnail wp-image-5841 colorbox-5686" align="left"/> Rafael Gregorio canta e compõe na banda <a href="http://www.tramavirtual.com.br/circo_motel">Circo Motel</a>, toca violão no Clube da Chapadócia e frequenta rodinhas suspeitas na praça do pôr do sol. <a href="http://rafaelgregorio.wordpress.com">Jornalista</a> e <a href="http://jahblues.blogspot.com">poeta de bueiro</a>, viveria tranquilamente de pizza, açaí e sua mulher. Aprecia vinho, cigarros e cachorros, e acredita que a música é o lado bom da humanidade armado de flores contra todo o resto.</p>
<h3>samba esquema novo pra ouvir</h3>
<p><object width="600" height="400"><param name="movie" value="http://listen.grooveshark.com/widget.swf" /><param name="wmode" value="window" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="flashvars" value="hostname=cowbell.grooveshark.com&#038;playlistID=51129570&#038;style=metal&#038;p=0" /><embed src="http://listen.grooveshark.com/widget.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="400"<br />
flashvars="hostname=cowbell.grooveshark.com&#038;playlistID=51129570&#038;style=metal&#038;p=0" allowScriptAccess="always" wmode="window" /><br />
</object><br />
Problemas no player? <a href="http://sonora.terra.com.br/cd/32580/samba_esquema_novo" target="_blank">Ouça Samba Esquema Novo diretamente no Terra Sonora</a>. </p>
<h3>tracklist</h3>
<p><img src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2011/03/JorgeBenSambaEsquemaNovo1-297x300.jpg" alt="" title="JorgeBenSambaEsquemaNovo[1]" width="297" height="300" class="alignright size-medium wp-image-5843 colorbox-5686" align="right" />Mas, que Nada!<br />
Tim, Dom, Dom<br />
Balança Pema<br />
Vem, Morena, Vem<br />
Chove, Chuva<br />
É Só Sambar<br />
Rosa, Menina Rosa<br />
Quero Esquecer Você<br />
Uala, Ualala<br />
A Tamba<br />
Menina Bonita Não Chora<br />
Por Causa de Você, Menina </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Contraversão: cinco grandes discos entre a Tropicália e a Psicodelia</title>
		<link>http://vitroleiros.org/reviews/contraversao/contraversao-cinco-grandes-discos-entre-a-tropicalia-e-a-psicodelia/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Mar 2011 23:43:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Contraversao]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[hippie]]></category>
		<category><![CDATA[psicodelia]]></category>
		<category><![CDATA[Raphael Fernandes]]></category>
		<category><![CDATA[rock]]></category>
		<category><![CDATA[tropicalia]]></category>
		<category><![CDATA[tropicalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Raphael Fernandes @raphafernandes Nunca me interessei muito pela música brasileira e, por isso, fiquei surpreso ao me deparar com poderosos discos de rock feitos por grandes malas sem alça da MPB. De uma vez só, fui atingido por guitarras &#8230; <a href="http://vitroleiros.org/reviews/contraversao/contraversao-cinco-grandes-discos-entre-a-tropicalia-e-a-psicodelia/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">Por <strong>Raphael Fernandes</strong><br />
@<a href="http://twitter.com/raphafernandes">raphafernandes</a></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5648 colorbox-5646" title="destaque mutantes" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2011/03/destaque-mutantes.jpg" alt="" width="550" height="329" /></p>
<p>Nunca me interessei muito pela música brasileira e, por isso, fiquei surpreso ao me deparar com poderosos discos de rock feitos por grandes malas sem alça da MPB. De uma vez só, fui atingido por guitarras cheias de distorção, teclados viajantes e vocais inspirados, que bombardearam aquela minha visão quadrada.</p>
<p>No final dos anos 1960 e começo dos 70, o fim da Jovem Guarda já mostrava seus dentes. Alguns músicos brasileiros inspirados no rock psicodélico começaram a flertar com essas correntes artísticas de vanguarda e da cultura pop. Além de resgatar as raízes da música brasileira e romper com a americanização da nossa cultura. Essa química gerou um movimento musical que ficaria conhecido como Tropicália ou Tropicalismo.</p>
<p>Pensando nisso, decidimos listar quais foram os cinco melhores discos que transitam entre a Tropicália e o rock psicodélico.</p>
<p>Quer saber quais foram as escolhas? <a href="http://contraversao.com/post/3790879731/cinco-grandes-discos-entre-a-tropicalia-e-a-psicodelia" target="_blank">Corre agora lá no Contraversão e descubra mais da Tropicália e da Psicodelia!</a></p>
<p><em>(na imagem de destaque, os saudosos Mutantes)</em></p>
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		<title>#essencialbuns XX: Bob Marley &amp; The Wailers, Legend</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Mar 2011 17:53:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Essencialbuns]]></category>
		<category><![CDATA[bob marley]]></category>
		<category><![CDATA[legend]]></category>
		<category><![CDATA[rafael ramos]]></category>
		<category><![CDATA[the wailers]]></category>

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		<description><![CDATA[Legend, do Bob Marley por Rafael Ramos @rafaprod Legend, do Bob Marley. Pra reerguer o mundo ou pra viver em paz sozinho numa ilha, nada melhor que essa coleta perfeita do Bob. o desafiado Rafael Ramos já deixou suas pegadas &#8230; <a href="http://vitroleiros.org/reviews/essencialbuns/legend-bob-marley-and-the-wailers/">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Legend, do Bob Marley</h2>
<p style="text-align: right;">por <strong>Rafael Ramos</strong><br />
@<a href="http://twitter.com/rafaprod">rafaprod</a></p>
<p><strong>Legend</strong>, do Bob Marley. Pra reerguer o mundo ou pra viver em paz sozinho numa ilha, nada melhor que essa coleta perfeita do Bob.</p>
<h3>o desafiado</h3>
<p><img src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2011/03/rafael-ramos.jpg" alt="" title="rafael ramos" align="left" style="margin:10px" width="70" height="70" class="alignleft size-full wp-image-5614 colorbox-5545" /></p>
<p>Rafael Ramos já deixou suas pegadas em grande parte do rock nacional atual. Músico e produtor, é diretor artístico da <a href="http://www.deckdisc.com/">Deck</a>, responsável pelo selo <a href="http://semprevigilante.com.br">Vigilante</a> e carrega no currículo álbuns e artistas incríveis.</p>
<h3>legend pra ouvir</h3>
<p><object width="550" height="400"><param name="movie" value="http://listen.grooveshark.com/widget.swf" /><param name="wmode" value="window" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="flashvars" value="hostname=cowbell.grooveshark.com&amp;widgetID=23408355&amp;style=metal&amp;bbg=ffffff&amp;bfg=dbdbdb&amp;bt=969696&amp;bth=ffffff&amp;pbg=969696&amp;pbgh=dbdbdb&amp;pfg=ffffff&amp;pfgh=969696&amp;si=969696&amp;lbg=969696&amp;lbgh=dbdbdb&amp;lfg=ffffff&amp;lfgh=969696&amp;sb=969696&amp;sbh=dbdbdb&amp;p=0" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="550" height="400" src="http://listen.grooveshark.com/widget.swf" wmode="window" allowscriptaccess="always" flashvars="hostname=cowbell.grooveshark.com&amp;widgetID=23408355&amp;style=metal&amp;bbg=ffffff&amp;bfg=dbdbdb&amp;bt=969696&amp;bth=ffffff&amp;pbg=969696&amp;pbgh=dbdbdb&amp;pfg=ffffff&amp;pfgh=969696&amp;si=969696&amp;lbg=969696&amp;lbgh=dbdbdb&amp;lfg=ffffff&amp;lfgh=969696&amp;sb=969696&amp;sbh=dbdbdb&amp;p=0"></embed></object></p>
<h3>tracklist</h3>
<p><img ALIGN="RIGHT" class="alignright size-medium wp-image-5573 colorbox-5545" title="bob_marley_wailers_legend_best_of_bob_marley_wailers-846210-1-1275133114[1]" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2011/03/bob_marley_wailers_legend_best_of_bob_marley_wailers-846210-1-12751331141-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" />&#8220;Is This Love&#8221;<br />
&#8220;No Woman, No Cry&#8221;<br />
&#8220;Could You Be Loved&#8221;<br />
&#8220;Three Little Birds&#8221;<br />
&#8220;Buffalo Soldier&#8221;<br />
&#8220;Get Up, Stand Up&#8221;<br />
&#8220;Stir It Up&#8221;<br />
&#8220;One Love/People Get Ready&#8221;<br />
&#8220;I Shot the Sheriff&#8221;<br />
&#8220;Waiting in Vain&#8221;<br />
&#8220;Redemption Song&#8221;<br />
&#8220;Satisfy My Soul&#8221;<br />
&#8220;Exodus&#8221;<br />
&#8220;Jamming&#8221;</p>
<p>//<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Legend_(Bob_Marley_%26_The_Wailers_album)">mais informações sobre o álbum >></a></p>
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