Durante os últimos meses, vocês viram aqui 10 dicas nossas para o Blog Vivo On. Além de nós, outros 99 blogs também deram dicas. Agora a Vivo preparou outra novidade para você. Adicione o vivoondicas@hotmail.com no seu msn, e converse com ele para saber o que melhor acontece na web e na sua cidade. São milhares de dicas sobre artes, esportes, música, humor, baladas e muito mais.
Uma vida única, conturbada — e curta. Se você nunca ouviu Billie Holiday (existe essa possibilidade?), precisa começar agora. Se já ouviu, a dica é imperdível da mesma forma: Lady Sings the Blues, sua autobiografia, emociona pela sinceridade. De sua infância aos problemas com polícia, imprensa, drogas, casos amorosos e o show biz, é encantadora a forma como o sofrimento dela se mostra por entre as páginas com fotos, títulos de canções e lembranças.
Billie brilhou entre as décadas de 1930 e 1950, consagrando-se como mito do jazz. No entanto, morreu viciada em heroína, sem voz e pobre. O reconhecimento, como muitas vezes acontece, veio só depois da morte — mas marcou a influência diversas cantoras norte-americanas, como Sarah Vaughan e Ella Fitzgerald.
Quer conhecer mais da cantora? Na edição brasileira da biografia, o relato que abrange o início da década de 1950 até sua morte trágica, em julho de 1959, é feito por Roberto Muggiati, crítico de música. A capa convida: “Esta nova reedição da autobiografia de Billie Holiday equivale à reedição remasterizada de um clássico LP de jazz, com bônus track” e o livro faz por merecer. Um apaixonado por música não pode deixar passar.
Para dar um gostinho, ouça a música que entitula o livro:
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Lady Sings the Blues: A autobiografia dilacerada de uma lenda do jazz Billie Holiday com a colaboração de William Dufty
Jorge ZAHAR Editor
Nas livrarias de todo o Brasil
Se eu vivo dizendo que adoro mashups e covers bem feitos, imagine quando aparecem DUAS LENDAS juntas?Arrepio só de pensar. Mas não é de prazer, não. É de medo. As chances de soar péssimo são enormes. Felizmente, o DJ Fatty Hezlop conseguiu contornar todas elas e, com 10 faixas, montou a deliciosa mixtape Jigga Hendrix. Isso mesmo: Jimi Hendrix e Jay-Z juntos.
Eu sei, eu também estranhei essa arte horrível quando o Trecker me indicou a brincadeira. Mas não julgue o trabalho pela (péssima) capa, porque seu conteúdo é realmente fino. Dos álbuns de Jay-Z e de Hendrix saem novas visões. A inspiração? Mixtapes famosos como The Album Grey e Viva LaHova.
Imperdível em todos os aspectos, divertido também. Vale a pena. Para ouvir e fazer o download das faixas, é só usar o player aí embaixo. Boa viagem!
Não há nada mais sensacional que o momento em que um artista recria o som de outro e consegue deixá-lo tão bom quanto – ou ainda melhor que – o original. Apesar de maravilhoso, isso é raro. Por isso a dica de hoje é incrível: ela tem diversos exemplos de versões que competiriam lado a lado com seus originais.
Florence Welch, do Florence And The Machine, faz cover de Mario Winans, com “I Don’t Wanna Know”
Mashup Mondays é uma coluna da Billboard. No ar desde fevereiro desse ano, consistiu em vídeos de artistas interpretando hits de outros com seu próprio estilo e se encerrou no início de outubro. Cansei de assistir vídeo a vídeo, todos incríveis e atrativos. O resultado, como um todo, é lindo.
Jason Derulo mostra que nem só de autotune vive uma música de Kanye West, com “Heartless”
São 32 vídeos, de Matisyahu beatboxing Kings of Leon e Sara Bareilles cantando Beyoncé a Neon Trees adaptando Justin Bieber! Acontecem também estranhamentos, como, por exemplo, Iyaz arriscando no Green Day. Mas não dá pra deixar passar nenhum.
Sara Bareilles supera Beyoncé com sua versão de Single Ladies
Lista de reprodução completa, com todos os vídeos:
1- We The Kings – Paparazzi (LADY GAGA COVER)
2- Jay Sean – The Man Who Can’t Be Moved (THE SCRIPT COVER)
3- Diane Birch – What Is Love (HADDAWAY COVER)
4- Jason Castro – Crazy (GNARLS BARKLEY COVER)
5- Iyaz – 21 Guns (GREEN DAY COVER)
6- Matisyahu – Use Somebody (KINGS OF LEON COVER)
7- Sam Adams – What I Got (SUBLIME COVER)
8- Florence Welch – I Don’t Wanna Know (MARIO WINANS COVER!!!)
9- Kevin Rudolf – Halfway Gone (LIFEHOUSE COVER!!!)
10- Kid Sister – More Than Words (EXTREME COVER!!!)
11- Josh Rouse – Wild Flower (THE CULT COVER!!!!)
12- Jason Derulo – Heartless (KANYE WESTCOVER)
13- We Are The Fallen – With Or Without You (U2 COVER!!!)
14- Neon Trees – Baby (JUSTIN BIEBER COVER)
15- Jewel – Needle and the Damage Done (NEIL YOUNG COVER)
16- Janelle Monáe covers Michael Jackson’s fav song, “Smile”
17- Charice – You’re Still The One (SHANIA TWAIN COVER!!!)
18- Esmée Denters – As (STEVIE WONDER COVER!!!!)
19- Nikki & Rich – Uprising (MUSE COVER!!!!)
20- Burnham – Mr. Brightside (THE KILLERS COVER!!!)
21- The Dirty Heads – Paint It Black (Rolling Stones Cover!!!)
22- Sara Bareilles – “Single Ladies” Beyoncé cover Live!
23- The Maine – “Roses” (OutKast Cover)
24- It Ain’t Me Babe – Never Shout Never (BOB DYLAN COVER!!!)
25- Cody Simpson – “Steal My Kisses” (BEN HARPER COVER!!!)
26- David Gray – “Long Black Veil” (Lefty Frizell) COVER!!
27- Hey Monday – “In My Head” (JASON DERÜLO COVER!!!)
28- Ryan Star – “Head Like A Hole” (NIN COVER)
29- Marina & the Diamonds – “Starstrukk” (3OH!3 COVER)
30- Chiddy Bang – “Don’t Worry Be Happy” (Bobby McFerrin Cover)
Na onda de listas com dicas imperdíveis, que tal um livro com toda a discografia que você não pode deixar de ouvir em vida, prontinho? Sim: existe e é bom. Na verdade, já faz algum tempo que o “1001 discos para ouvir antes de morrer” tem sido comentado por todos os cantos.
Escrito por 90 jornalistas e críticos de música internacionalmente reconhecidos, o livro é uma seleção caprichada de álbuns inesquecíveis, desde as origens do rock’n’roll, nos anos 50, até sucessos atuais.
Curti muito a variedade: rock e pop se sobressaem, mas há pitadas de jazz, blues, punk, soul, hip hop… De tudo um pouco. Vale a leitura e a garimpada pelos discos, especialmente se você gosta de conhecer de tudo.
Que atire a primeira pedra quem nunca saiu correndo atrás das trilhas de Star Wars, O Senhor dos Anéis, Harry Potter, O Poderoso Chefão, Pulp Fiction… Todo mundo tem seu filme favorito – e sua trilha sonora também.
Não tem coisa mais chata do que sair do cinema com uma música da trilha na cabeça e não saber qual é, fala a verdade. Tudo bem que agora, em tempos de internet, fica mais fácil de descobrir. Mas se ao ver algo, como eu, você tem memória curta e fica desesperado por uma solução rápida, a dica imperdível de hoje é a sua cara.
O site What Song é imperdível, pois agrupa as trilhas sonoras dos filmes e séries, com direito a descrição das cenas em que tocaram essas músicas, o tempo de aparição, um player que permite ouvi-las no próprio site e espaço para perguntas dos usuários. Para mim, toda perdida com nomes de faixas e filmes, não é menos que incrível.
Também dá pra se divertir um bocado fuçando trilhas de filmes inusitados, relembrando os clássicos da Sessão da Tarde ou mesmo pensando em plays alternativas só com suas trilhas favoritas! Taí, bora tentar?
O quanto você gosta de shows? E de vídeos bem produzidos ao vivo? A dica imperdível de hoje é para aqueles que sempre sonharam ter um show feito especialmente para si e adoram conhecer todas as versões possíveis de uma música.
O From the Basement — “do porão”, numa tradução rápida — é um projeto de vídeos em alta definição produzidos em série de 2006 a 2009. A ideia principal consistia em deixar os artistas confortáveis a ponto de criarem performances incríveis e ilimitadas — diferentes daquelas mecânicas que estamos acostumados a ver em programas de televisão.
Nigel Godrich, produtor responsável pelo site, deixa bem claro já na página inicial: “Meu objetivo pessoal é de que no futuro algumas dessas performances possam ser vistas como a verdadeira representação dos trabalhos desses artistas, capturadas de uma forma que permite que seus talentos falem sem a interferência de apresentadores ou do público. Isso é o que eu sinto quando vejo Talking Heads ou Bill Withers no Old Grey Whistle Test: que eles estão definitivamente tocando para mim, não para alguém na sala com eles. Se nós pudermos sequer chegar perto desse tipo de franqueza e qualidade, então eu acho que todo o projeto terá sido um sucesso“.
E sim, Nigel consegue compartilhar uma experiência incrível. Tanto que o From The Basement já fez parte da grade televisiva norte-americana e virou DVD em 2008. Dentre os artistas que já passaram por lá, destaque para Gnarls Barkley, com uma versão lindíssima de Crazy, Queens of The Stone Age, PJ Harvey, Iggy And The Stooges, Cansei de Ser Sexy… Só olhando mesmo a lista de artistas pra encontrar quem te agrade mais! Tem material pra curtir até cansar (e, acreditem, é de deixar todo mundo querendo mais).
Quem procura a definição de Ska descobre um gênero musical originado na Jamaica nos anos 50, precursor do rocksteady e do reggae. Mas ficar só com uma definição é bobagem: bom mesmo é ouvir e curtir o som numa boa. É, sim: porque ska é pra curtir em qualquer ocasião.
Nunca provou? É fã? Para ambos os casos, nada melhor do que ser guiado por alguém que entende do assunto. Pelo menos essa é a minha opinião de ouvinte compulsiva. E é aí que entra nossa dica da semana: Skataplá!
Skataplá é o único programa de rádio no Brasil dedicado ao ska e suas vertentes. Seus apresentadores, o jornalista Denis Romani e o trompetista Gui Mosaner, deixam sempre a gente na vontade de mais: som gringo, nacional, cover, versões inusitadas…
Além de imperdível, dá pra curtir online e offline: no ar todo sábado, às 9 da noite na 107,3 FM de São Paulo, ou a qualquer momento — os meninos disponibilizam para download!
AH! Segura que esse aviso vale ouro: siga @skatapla no Twitter e fique por dentro de promoções, festas de reggae e sonzeras imperdíveis.
Primeiro: Não, não falarei de cereal por aqui. Nosso foco ainda é música. Aliás, tem poucas coisas que eu não conseguiria associar à música de primeira e alimentos são uma delas. Por isso, quando vi esse vídeo, em parte porque eu sou leiga, não consegui pensar em coisa mais INCRÍVEL. Um DJ que toca fruta?
“O coco é bem trance!”
De acordo com eles, mais que uma parceria entre o professor de engenharia eletro-estática Montanaro (Motta) e o produtor musical Hudolph Büer, o projeto Fruit Loops estuda propriedades elétricas de diversos tipos de vegetais, e, ligando-os a um software para produção musical, transforma os pulsos elétricos que percorrem os vegetais em efeitos sonoros.
Lindo, não? Ah… Ok. O vídeo é uma produção da Blues Filmes para o Chacota.TV. Se fosse você, teria por certo que não é real: se até o Santo Google desconhece, só acredito vendo. Mas… Já pensou?
Ficaí a dica para os pesquisadores, haha. E enquanto não aparece nenhum doido tirando som de fruta, a gente pode se divertir assistindo aos vídeos do Chacota no seu canal do Youtube. Que tal?
Sou fascinada por playlists & mixtapes. Faço várias, sempre que posso, mas nunca acho legais o suficiente. Gosto mesmo é de escutar as dos outros. Conhecer melhor quem fez, deduzir o que influenciou a entrada de cada música na tracklist, simplesmente entender o que ela quer dizer ali.
Por isso, vivo atrás de rádios online que me proporcionem isso, de ouvir seleções de outras pessoas. Na last.fm, meu vício é fuçar nas faixas favoritas de amigos e desconhecidos, além de navegar pelas tags. Mas o que mais fazer nesse sentido? E quando o assunto é novidade, não intimidade?
Bom, pra quem está cansado de ouvir sempre as mesmas músicas ou louco para explorar coisas novas, mas sem saber por onde começar… 22tracks é uma excelente dica. O site é uma espécie de jukebox online, dividida em 22 playlists com 22 faixas cada uma. Todas são montadas por DJs especializados e atualizadas durante a semana. Como as faixas só ficam no ar por uma semana, você está sempre em dia com o que está bombando por aí – sem ficar preso à obrigação de ouvir gêneros que não te apetecem.
Além disso, clicando em My22, você também pode criar a sua playlist por meio das já prontas. Sou suspeita, é claro, mas tomei por favoritas as de R&B e Hiphop – pelo menos até a próxima atualização. E você, qual escolhe?