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	<title>vitroleiros.org &#187; Rock</title>
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		<title>Quer um Rock inovador? Conheça o Jamirulus</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 19:54:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clara Camargo</dc:creator>
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LISTEN: 
 
Pessoas com seus 20 e tantos anos, um pouco mais, um pouco menos, podem se sentir perdidas quando ligam o rádio e ouvem as músicas que estão nas paradas nestes últimos anos e meses. Três tipos definem: pop rock emo/“colorido”, black music e Lady Gaga.
Quando ouvi o som do Jamirulus, aquela esperança de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-3658" href="http://vitroleiros.org/musica/quer-um-rock-inovador-conheca-o-jamirulus/attachment/jamirulus-2/"><img class="alignnone size-full wp-image-3658" title="jamirulus" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2010/07/jamirulus1.jpg" alt="" width="550" height="180" /></a><br />
<strong>LISTEN: </strong><br />
<center><object width="201" height="184"><param name="movie" value="http://listen.grooveshark.com/widget.swf" /><param name="wmode" value="window" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="flashvars" value="hostname=cowbell.grooveshark.com&#038;widgetID=21941869&#038;style=metal&#038;bbg=40ff00&#038;bfg=ffffff&#038;bt=000000&#038;bth=40ff00&#038;pbg=000000&#038;pbgh=ffffff&#038;pfg=40ff00&#038;pfgh=000000&#038;si=000000&#038;lbg=000000&#038;lbgh=ffffff&#038;lfg=40ff00&#038;lfgh=000000&#038;sb=000000&#038;sbh=ffffff&#038;p=0" /><embed src="http://listen.grooveshark.com/widget.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="201" height="184" flashvars="hostname=cowbell.grooveshark.com&#038;widgetID=21941869&#038;style=metal&#038;bbg=40ff00&#038;bfg=ffffff&#038;bt=000000&#038;bth=40ff00&#038;pbg=000000&#038;pbgh=ffffff&#038;pfg=40ff00&#038;pfgh=000000&#038;si=000000&#038;lbg=000000&#038;lbgh=ffffff&#038;lfg=40ff00&#038;lfgh=000000&#038;sb=000000&#038;sbh=ffffff&#038;p=0" allowScriptAccess="always" wmode="window" /> </object></center><br />
Pessoas com seus 20 e tantos anos, um pouco mais, um pouco menos, podem se sentir perdidas quando ligam o rádio e ouvem as músicas que estão nas paradas nestes últimos anos e meses. Três tipos definem: pop rock emo/“colorido”, black music e Lady Gaga.</p>
<p>Quando ouvi o som do <strong>Jamirulus,</strong> aquela esperança de buscar algo bom e diferente que não fosse restrito a um público de pseudo cults ou excêntricos musicais, que parecia ter morrido, veio à tona de novo.</p>
<p>&#8220;O <strong>Jamirulus</strong> é uma banda com a energia do pop, o peso do rock e o groove do funk. A proposta da banda é inovar o cenário musical atual do Brasil, com um estilo diferenciado mas sem deixar o gosto popular de lado&#8221;, conta Simba, o guitarra do <strong>Jamirulus</strong>.</p>
<p>Sete anos de banda. É um tempo longo suficiente para saber exatamente como agradar ao público. Os simpáticos e talentosos integrantes da banda desta <a href="http://vitroleiros.org/?s=entrevista&amp;x=0&amp;y=0&amp;=Go" target="_blank">#Entrevista</a> são:</p>
<p><strong>Bruno Geddy &#8211; Vocal<br />
Leandro Piru &#8211; Baixo<br />
Yuri &#8211; Teclado e Guitarra<br />
Simba &#8211; Guitarra<br />
Don Boccalini &#8211; Bateria</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O primeiro álbum do grupo, denominado “<strong>54</strong>” está previsto para ser lançado no mês de agosto de 2010. O disco já foi gravado e está sendo finalizado em fase de mixagem. Os garotos prometem que logo menos estará disponível no site <a href="http://www.jamirulus.com" target="_blank">www.jamirulus.com.br</a>, junto com um clipe novo.</p>
<p>E neste fim de semana, nos dias 24 e 25 de julho, os caras vão tocar em Carapicuíba num  evento de bandas independentes e domingo no evento da rádio  Metropolitana no Itaim Paulista, zona leste de São Paulo.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-3638" href="http://vitroleiros.org/musica/quer-um-rock-inovador-conheca-o-jamirulus/attachment/flyer-jamirulus/"><img class="alignnone size-full wp-image-3638" title="flyer jamirulus" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2010/07/flyer-jamirulus.jpg" alt="" width="550" height="330" /></a></p>
<p><strong>CONFIRA A #ENTREVISTA:</strong></p>
<p><strong>Como a banda começou?</strong></p>
<p>O <strong>Jamirulus</strong> existe desde 5 de abril (05/04 &#8211; para quem não sabe, 54 é intitulado o nome do nosso priemiro álbum) de 2003, quando os amigos<strong> Leandro (Piru)</strong> e <strong>Phillip (Simba)</strong> começaram a fazer aulas de baixo e guitarra respectivamente, e o irmão de <strong>Piru</strong>, <strong>Guilherme (Don)</strong> começou a estudar bateria e decidiram montar uma banda. Vizinho de<strong> Piru</strong>, <strong>Daniel Broetto</strong> assumiu o posto de vocalista e um amigo de infãncia de <strong>Simb</strong>a e <strong>Piru Carlos &#8220;Toss&#8221;</strong>, a outra guitarra. Estava formado o <strong>Jamirulus</strong> Anos mais tarde, por escolha própria, os membros <strong>Daniel e Carlos</strong> deixaram a banda e entraram <strong>Yuri Blackhammit</strong> na guitarra e teclados e seu colega de conservatório <strong>Bruno Geddy</strong> nos vocais. Formação atual da banda.</p>
<p><strong>Quais são as influências do Jamirulus?</strong></p>
<p>Nossas influências são todas possíveis, do pop ao rock, da MPB ao jazz e por aí vai: Red Hot Chili Peppers, Rush, Guns &#8216;n Roses, Charlie Brown Jr, Talisman&#8230;.</p>
<p><strong>De onde veio o nome diferente e curioso da banda?</strong></p>
<p><strong>Jamirulus</strong> veio de uma brincadeira entre <strong>Simba</strong> e <strong>Piru</strong> com uma amiga de escola que apelidamos de <strong>Jamirulus Octavius</strong> (antigo nome da banda). Pra ficar mais fácil deixamos só <strong>Jamirulus</strong>. Existe, inclusive, na internet e no nosso site, um vídeo nosso no CQC respondendo a essa pergunta no top five, graças a &#8220;brilhante&#8221; explicação do baixista. (risos)</p>
<p>&gt;&gt;&gt; Assista à explicação (&#8230;) que o baixista Piru deu sobre o nome <strong>Jamirulus</strong> ao CQC, programa da TV Bandeirantes:<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/4Mr8C9turrs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/4Mr8C9turrs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Contem sobre a participação de vocês em programas eventos.</strong></p>
<p>Além de programas de internet, aparecemos pela primeira vez no programa On Stage em guarulhos. Era um programa para bandas independentes que queriam dar uma divulgada no material, também tivemos a participação no programa Lu na TV (de onde foi tirado o video que foi pro Top Five do CQC) e tivemos uma breve aparição no programa do Jô Soares num cartaz anunciando o Manifesto Rock Fest (festival organizado pelo <strong>Piru</strong> com o Manifesto bar) onde apareceu nossa foto como banda de encerramento do evento que teve menção pelo Jô. Temos que agradecer, e muito, à banda Capital Inicial, pois no dia 1º de  maio de 2010 tivemos a oportunidade de tocar com eles e sem dúvida foi  uma experiência incrível.</p>
<p><strong>Para ganhar fama e notoriedade no mundo da música, é necessário ter Q.I. (quem indica) e &#8220;padrinhos&#8221;?</strong></p>
<p>Para ser reconhecido ter contatos e &#8220;padrinhos&#8221; é muito importante. Não nos lembramos de uma banda que ficou muito famosa sem ajuda de grandes produtoras ou gravadoras ou dinheiro para investir na divulgação de imagem. Nós do <strong>Jamirulus</strong>, como nossas letras dizem, acreditamos também em perseverança, acreditar nos seus sonhos, lutar, correr atras e fazer acontecer. Isso para nós é o principal, além do talento musical. Acreditamos que o cénario musical está sempre mudando. As bandas  ditas como &#8220;coloridas&#8221; vieram talvez por abordar temas mais jovens, ou o  modo como se vestem não sabemos dizer ao certo, o mundo musical é  absurdamente vasto. O <strong>Jamirulus </strong>não é uma banda colorida e quer tentar  trazer um estilo novo para os jovens e adultos do mundo inteiro.</p>
<p><strong>Na opinião do Jamirulus, existe ajuda entre as bandas menos divulgadas pela mídia que fazem parte do cenário independente?</strong></p>
<p>No cenário independente existe sim mais ajuda entre as bandas. Todas as bandas independentes deveriam pensar dessa forma, assim todos chegaremos juntos ao lugar mais alto.</p>
<p><strong>O Jamirulus indica alguma banda para quem está a fim de novidade? </strong></p>
<p>Estamos fazendo shows juntos com a <strong>banda LYS</strong>, parceiros de longa data com um som de primeira qualidade.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/jamirulus54" target="_blank">Youtube</a></p>
<p><a href="http://www.jamirulus.com " target="_blank">Site Oficial</a></p>
<p><a href="http://www.fotolog.com.br/jamirulus54" target="_blank">Fotolog</a></p>
<p><a href="http://www.twitter.com/jamirulus54 " target="_blank">@jamirulus54</a></p>
<p><a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=753206" target="_blank">Orkut</a></p>
<p><a href="http://www.facebook.com/profile.php?ref=profile&amp;id=100000733395017" target="_blank">Facebook</a></p>
<img src="http://vitroleiros.org/?ak_action=api_record_view&id=3607&type=feed" alt="" />]]></content:encoded>
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		<title>#entrevista: banda Offline</title>
		<link>http://vitroleiros.org/musica/entrevista-banda-offline/</link>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 05:15:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clara Camargo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Legião Urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Lulu Santos e Nando Reis e internacionais posso dizer que Counting Crows]]></category>
		<category><![CDATA[offline]]></category>
		<category><![CDATA[rock independente]]></category>
		<category><![CDATA[Tudo Aquilo Que Te Faz Voar]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Vitroleiros conversou com a banda carioca Offline sobre seu novo álbum independente, lançado em abril deste ano. É o segundo disco dos caras, um trabalho primoroso que comporta 12 faixas inéditas. Lançado pelos quatro integrantes (Pedro, Diego, Marcão e Gabriel) + empresário + engenheiro de som + patrocínios é “totalmente independente de selos, gravadoras, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-3321" href="http://vitroleiros.org/musica/entrevista-banda-offline/attachment/1275425177175_f/"><img class="aligncenter size-full wp-image-3321" title="1275425177175_f" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2010/06/1275425177175_f.jpg" alt="" width="500" height="472" /></a></p>
<p>O <strong>Vitroleiros</strong> conversou com a banda carioca <strong>Offline</strong> sobre seu novo álbum independente, lançado em abril deste ano. É o segundo disco dos caras, um trabalho primoroso que comporta 12 faixas inéditas. Lançado pelos quatro integrantes (Pedro, Diego, Marcão e Gabriel) + empresário + engenheiro de som + patrocínios é “totalmente independente de selos, gravadoras, empresários ricos e famosos”, como contou o baterista, Diego.</p>
<p>O curioso é que o “<strong>Tudo Aquilo Que Te Faz Voar</strong>” foi gravado no ambiente rural, numa fazenda. Os garotos comentam que o resultado deste “isolamento” do mundo urbano foi um disco mais fluido, mais acústico e mais despojado.</p>
<p>O CD está disponibilíssimo para baixar, com as letras das músicas e tudo mais, no <a href="http://www.bandaoffline.com.br/" target="_blank">site oficial</a>.</p>
<p style="text-align: center;">Confira também:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotolog.com.br/banda_offline" target="_blank">Fotolog</a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.myspace.com/bandaoffline" target="_blank">Myspace </a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=2421239" target="_blank">Orkut</a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.youtube.com/bandaoffline" target="_blank">Youtube </a></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Quem toca:</span> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Pedro Burgos &#8211; vocal e guitarra, Gabriel Marcondes &#8211; baixo, Diego &#8211; bateria, Marcão &#8211; guitarra</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><br />
</strong></p>
<p>Ouça “<strong>Quando o chega o fim</strong>”:</p>
<p><object style="background-image: url(http://i3.ytimg.com/vi/BsAGiDSCbhg/hqdefault.jpg);" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/BsAGiDSCbhg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="background-image: url(http://i3.ytimg.com/vi/BsAGiDSCbhg/hqdefault.jpg);" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/BsAGiDSCbhg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" wmode="transparent" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>A <strong>Offline </strong>surgiu no Rio de Janeiro, cidade menos acostumada com o cenário do <strong>rock independente</strong>, diferente de São Paulo, Curitiba e até mesmo do nordeste brasileiro, o que torna mais difícil a subida de uma banda na escada da fama e do reconhecimento. Mas isso não foi um empecilho para a Offline. Confira na entrevista.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="text-decoration: underline;">Sempre em busca de apoiar as produções alternativo-independentes, o Vitroleiros perguntou para a Offline:</span></p>
<p><strong>- Vitroleiros: Há poucas bandas de rock do Rio de Janeiro conhecidas atualmente. Qual a força, o impacto e o público deste estilo na região?</strong></p>
<p><strong> </strong><strong>Offline</strong>: Bem, no <strong>Rio de Janeiro</strong> o cenário que prevalece é o do funk, samba e o das noitadas, é claro.  Então ser uma banda de rock, por mais pop que seja, é difícil por aqui. Mas acho também que a dificuldade em se tornar uma banda reconhecida não é só no Rio. Em todos os lugares é bem difícil aparecer, até porque hoje em dia tem “mil bandas por quilômetro quadrado”. Toda essa dificuldade, para nós, é vista como um incentivo a correr mais atrás do nossos sonhos e objetivos como banda.</p>
<p><strong>- Vitroleiros</strong>: <strong>Como a banda Offline foi formada?</strong></p>
<p><strong>Offline:</strong> Eu (<strong>Diego</strong>) e <strong>Pedro</strong> estudávamos juntos na adolescência e nos identificamos musicalmente desde sempre. Quando dava, nos reuníamos para fazer um som, fosse em pequenos projetos ou simplesmente para passar o tempo, e um dia tivemos a ideia de formar a <strong>Offline</strong>. <strong>Gabriel</strong> é primo do <strong>Pedro</strong> e já havia tocado conosco em um desses projetos. Começamos a fazer shows, frequentar ainda mais shows e a conhecer gente, e assim conhecemos o <strong>Marcão</strong>.</p>
<p><strong>- Vitroleiros: Qual a identidade musical deste álbum?</strong></p>
<p><strong>Offline:</strong> Depois de alguns anos de banda, meio que achamos o que se chama de &#8221;<strong>identidade musical</strong>&#8220;. Nada mais é do que um início de estrada pelo qual você começa a querer caminhar. Ao longo desse trajeto muitas coisas vão acontecendo e influenciando essa estrada de todas as formas. Um diferencial nesse disco foi o fato de o gravarmos numa fazenda, meio isolados do mundo e num clima diferente da cidade grande que estamos acostumados a (con)viver. O resultado foi um disco mais despojado, muito orgânico, com mais violões e arranjos mais livres do que os do primeiro disco (<strong>OFFLINE &#8211; 2008</strong>). Gostamos de acreditar que foi um belo registro daquele momento. Simples assim.</p>
<p><strong>- Vitroleiros: Quais são as influências de músicos nacionais e internacionais da banda?</strong></p>
<p><strong>Offline:</strong> Nossas influências são as mais variadas possíveis. Mas como exemplo de artistas nacionais podemos citar<strong> Legião Urbana, Barão Vermelho, Lulu Santos </strong>e<strong> Nando Reis</strong> e internacionais posso dizer que <strong>Counting Crows, Goo Goo Dolls, Bon Jovi, Aerosmith, Guns &#8216;n Roses,</strong> etc. Influência vem basicamente de tudo o que a gente ouve, lê, vive e imagina.</p>
<p><strong>- Vitroleiros: Como está a recepção do público pelas músicas novas?</strong></p>
<p><strong>Offline:</strong> Tem sido a melhor possível! As pessoas comentam que o som está mais maduro, muito &#8220;gostoso&#8221;, que é um som que embala. Falam das canções e comentam também da naturalidade, que foi na minha opinião um dos pontos altos do disco. Ainda vamos apresentar esse novo projeto a muitas e muitas pessoas!</p>
<p><strong>- Vitroleiros: Quais são os projetos futuros da banda?</strong></p>
<p><strong>Offline</strong>: Futuro é o presente neste caso. Temos que botar a cara na estrada para divulgar nosso disco recém-lancado em todos os lugares possíveis e acumular experiências e novas influências para fazer um novo disco daqui há algum tempo.</p>
<p><strong>- Vitroleiros: Como está a agenda de shows?</strong></p>
<p><strong>Offline</strong>:  Nosso empresário esta agendando nossos shows dessa turnê que começará custe o que custar, agora no mês de junho. Então em breve divulgaremos as datas, locais e tudo mais.</p>
<p><strong>- Vitroleiros: Vocês Pretendem lançar algum clipe?</strong></p>
<p><strong>Offline:</strong> Com certeza! Ao final da gravação do “<strong>Tudo Aquilo Que Te Faz Voar</strong>”, juntamos o equipamento numa certa área da fazenda e gravamos um material que está sendo editado como vídeo da música &#8220;<strong>Você Me Disse Que Ia Voltar</strong>&#8221; (faixa 2). Decidir uma música em especial é que é difícil (risos), mas estamos sempre fazendo imagens de shows ao vivo. Pretendemos produzir um clipe oficial mais requintado para lançar na TV também.</p>
<p><strong>- Vitroleiros: A Offline disponibiliza o álbum, inclusive os encartes e letras no site para baixar gratuitamente. A divulgação da música hoje é mais importante do que vender mais discos?</strong></p>
<p><strong>Offline: </strong> Sem dúvida que é. Hoje em dia tem muita oferta de música, então a melhor maneira de vender música é dando elas para o público sem que eles precisam de grandes esforços. Qualquer empecilho gerado para alguém chegar até música já é ruim, devido ao fato de que certamente terá um link ao lado de uma outra música, com o acesso mais fácil e rápido. Então a gente dá a nossa música a quem quer ouvir e dá a oportunidade das pessoas conhecerem mesmo que seja sem querer (risos).</p>
<p><strong>- Vitroleiros: Indicam alguma banda que considerem de destaque do cenário alternativo?</strong></p>
<p><strong>Offline: </strong>Alternativo é o que destoa do comum e hoje em dia tudo destoa do comum, então grupo alternativo pode ser qualquer um, inclusive a gente, se comparado com outra realidade. Mas um cenário alternativo que eu indico é o do rock &#8216;n roll. Tem muito rock bom hoje em dia que não tem espaço na mídia. Procurem no <a href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;source=hp&amp;q=rock+n+roll&amp;aq=f&amp;aqi=g10&amp;aql=&amp;oq=&amp;gs_rfai=" target="_blank">Google</a> “<strong>rock &#8216;n roll</strong>” e escutem tudo o que puderem que vão achar muita coisa boa.</p>
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		<title>#Lançamento: para o alto e avante, Valentinos!</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 21:51:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clara Camargo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A banda porto-alegrense Valentinos lança nesta quinta-feira, dia 6 de maio, o primeiro disco do grupo, intitulado “Avante”. Formada por Che Wodarski na bateria, Jonts e Foppa nas guitarras e vozes, Ferry no baixo, Lorean Linchen no piano. O álbum produzido por Ray-Z, masterizado na Carolina do Norte (EUA) e lançado pela produtora Beco 203 Discos é uma produção muito fina.  Além de 11 deliciosas canções, O CD conta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A banda porto-alegrense Valentinos lança nesta quinta-feira, dia 6 de maio, o primeiro disco do grupo, intitulado “Avante”. Formada por Che Wodarski na bateria, Jonts e Foppa nas guitarras e vozes, Ferry no baixo, Lorean Linchen no piano. O álbum produzido por Ray-Z, masterizado na Carolina do Norte (EUA) e lançado pela produtora Beco 203 Discos é uma produção muito fina.  Além de 11 deliciosas canções, O CD conta com um curta-metragem dos bastidores da gravação do disco e mostra os passos da história da banda.</p>
<p>Mais do que nunca, o plano de voo dos caras vai esquentar suas tardes frias e até as cenas de jantar. Para quem não entendeu a frase, antes de perguntar, veja os títulos das faixas do Avante:</p>
<p style="text-align: center;"><a rel="attachment wp-att-2896" href="http://vitroleiros.org/shows/lancamento-para-o-alto-e-avante-valentinos/attachment/cd/"><img class="aligncenter" title="Avante" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2010/05/cd.jpg" alt="" width="160" height="367" /></a></p>
<p style="text-align: center;">
<p>O som excelente dos caras é envolvente, não dá para parar de ouvir. A <em>track </em>“Mais que Nunca” tem aquela <em>vibe</em> de animação para quem está precisando de incentivo para viver. É a cara do título do álbum, “Avante”. O refrão chiclete (no bom sentido), gruda  “Eu preciso continuar, eu quero ser alguém, não me contento em ser só mais um”. Vale conferir o som no <a href="http://www.myspace.com/valentinosrock" target="_blank">Myspace</a>. Ouça e depois continue lendo o post.</p>
<p>Bateu aquela saudade de uma banda rock &#8216;n roll dos anos 90?</p>
<p>Quando Jonts pronuncia “Pare onde está, alto quem vem lá”, da faixa &#8220;Plano de Vôo&#8221;,  na hora já pipoca na cabeça o som &#8220;Roll With It&#8221; do Oasis. As composições musicais dos guris são bem parecidas com o tradicional rock britânico e não poderia deixar de ter influências dos Beatles, Rolling Stones e Supergrass. O melhor é que todas as letras são  muito bem musicadas em português.</p>
<p>É talento imperdível e de qualidade.</p>
<p>A banda inaugura o álbum com um show no Beco 203 Discos, que fica na Rua Independência, número 936, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul. O agito começa às 23h. Quem tem nome na lista paga R$10 e sem o nome, R$ 12.</p>
<p><strong>Valentinos</strong></p>
<p><a href="http://www.valentinos.com.br" target="_blank">Site oficial</a></p>
<p><a href="http://www.myspace.com/valentinosrock">Myspace</a></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/user/VALENTINOSBAND" target="_blank">Youtube </a></p>
<p><a href="http://tramavirtual.uol.com.br/artistas/valentinos">Trama Virtual</a></p>
<p><a href="http://twitter.com/valentinos">@valentinos</a></p>
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		<title>Pulando bem alto</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 18:42:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jessica Grant</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Fora do Eixo]]></category>
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		<description><![CDATA[A banda de indie rock Nevilton, em turnê pelo Nordeste, anima qualquer um no palco. Acabaram de lançar um EP e logo mais tem um CD por aí
Nevilton de Alencar tocava em bares e compunha sozinho. Em Umuarama, no Paraná, ele cresceu com aquela vida mais calma, de interior, onde tocava violão em qualquer banco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>A banda de indie rock Nevilton, em turnê pelo Nordeste, anima qualquer um no palco. Acabaram de lançar um EP e logo mais tem um CD por aí</p></blockquote>
<p>Nevilton de Alencar tocava em bares e compunha sozinho. Em Umuarama, no Paraná, ele cresceu com aquela vida mais calma, de interior, onde tocava violão em qualquer banco e tinha jardim (ouça “Nas Esquinas de Umuarama”, part. Luanna Bellini). Um dia ele e seu violão tocaram antes do show da banda de Lobão, o baixista Tiago Inforzato. A identificação foi rápida e logo montaram a banda Superlego. Com o grupo, começaram a tocar o que era deles mesmos, “a gente começou a querer fazer música autoral, antes tocávamos música de todo mundo”. Isso foi em 2005, e na época a empreitada não deu certo.</p>
<p>Do interior para o centro do mundo de entretenimento, Nevilton e Lobão seguiram para Los Angeles em 2007. “A gente foi lá para viver mesmo e tentar tocar lá”, conta o vocalista e guitarrista com voz engripada de uma noite de viagem, na tarde antes do show de abril na Livraria da Esquina. Tocaram em tudo quanto é lugar e aprenderam como funciona a indústria musical americana. O músico de 22 anos e seu companheiro aprenderam. “A questão é que do entretenimento lá é mais organizado, pode ser uma grande escola. Trouxemos decisões de foco e meta e do que fazer com a banda, gravar, divulgar&#8230; Isso a gente teve lá vendo outras bandas que nem ouvíamos falar aqui no Brasil e lá são super estruturadas, isso fez nossa cabeça.”</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2444" href="http://vitroleiros.org/musica/pulando-bem-alto/attachment/nevilton/"><img class="alignleft size-medium wp-image-2444" title="nevilton" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2010/04/nevilton-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>De cabeça feita, voltaram para o Brasil, e para o interior, com status de artistas: “O grande estalo foi isso de viver a vida inteira no interior e ter o choque de, do nada, ir para Los Angeles, onde a cidade serve arte e entretenimento. Lá minha cabeça virou algo assim, começou a pensar em arte.”</p>
<p>Como um trio, tocaram com Fernando Livoni até agosto de 2009. A banda começou a tocar cada vez mais ao vivo, os shows foram se formando o que é a cara deles, e a identidade se firmando. Fernando, cheio de responsabilidades, achou melhor sair do grupo e, no lugar dele, entrou Éder Chapolla, que pegou rápido o ritmo e hoje logo se vê o quanto entrosa com o som do Nevilton. A banda ficou com este nome mesmo, o do vocalista e compositor, pois a maioria das músicas estava sob o nome dele e, caso desse errado, ele queria continuar a tocar.</p>
<p>Tocar, por sinal, parece que é o que eles mais fazem. Ao ouvir o <a href="http://www.myspace.com/nevilton">MySpace</a> e as demos surge um som mais limpo, um indie rock abrasileirado, criativo e bem feito. Ao vivo a pegada é outra, mas sem perder a qualidade. Eles vestem os instrumentos, brincam, pulam, entrosam entre si. No palco, Nevilton toma vida e vira um rock cheio de vontade e diversão, no estilo bem dançante. Eles correm atrás dos festivais, e assim foi como chegaram, por sinal, no Fora do Eixo. “A gente sempre mandava as primeiras gravações pra tocar em algum festival. Quando começaram a chamar, a gente foi de cabeça”, conta Nevilton.</p>
<p>Se ano passado já tocaram bastante a ponto de ficaram em segundo lugar, atrás da Móveis Coloniais de Acaju, no site <em>Scream &amp; Yell,</em> este ano irão além. A rotina de shows está completa, e agora partiram para uma turnê no nordeste, para a qual “prepararam” um pout-pourri de “forró agressivo”, músicas brasileiras na versão roqueira deles.</p>
<p>O sucesso rápido levou a banda a aparecer na <em>Rolling Stone</em> em fevereiro. Perguntado se as apresentações são o que dão mais sucesso à banda, Nevilton entrega a fórmula, que vai além do palco. “O segredo na verdade é sempre ter material pra apresentar pra turma e fazer de tudo que pode pra divulgar, internet, muitas apresentações, passar pra pessoas que podem falar pra outras, no boca a boca mesmo.”</p>
<p>Com o sucesso e o lançamento logo mais do CD <em>De Verdade</em>, uma extensão do EP <em>Pressuposto</em>, recém-lançado, podem esperar que o Nevilton ainda voltará muitas vezes pra metrópole paulistana, a qual o vocalista não entende muito bem&#8230; “São Paulo é um negócio muito maluco, não sei como consegue pensar direito, é muita coisa acontecendo ao mesmo tempo”, afirma, mas pisa na loucura dia 30 de abril na Casa Dissenso.</p>
<p><a href="http://www.levismusic.com.br/#/BandDetail/index/1">Vote neles na Levi&#8217;s Music</a> e confira os próximos shows da turnê nordestina:</p>
<p>15/04 Campina Grande, Paraíba – Bronx Bar<br />
16/04 João Pessoa, Paraíba – Espaço Mundo<br />
17/04 Recife, Pernambuco – Abril pro rock<br />
18/04 Maceió, Alagoas – Praia de Jatiuca<br />
19/04 Aracaju, Sergipe – Rua da Cultura, Rede Música<br />
20/04 Salvador , Bahia – Boomerangue<br />
21/04 Feira de Santana, Bahia – Botekim Tematic bar<br />
23/04 Vitória da Conquista, Bahia – Teatro Carlos Jehovah</p>
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		<title>Música de grife</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 14:58:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anita Porfirio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Moda]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[anita porfírio]]></category>
		<category><![CDATA[Cotillard]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Dior]]></category>
		<category><![CDATA[Franz]]></category>

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		<description><![CDATA[Tudo começou com uma bolsa: a Lady Dior. Um dos modelos mais clássicos da maison francesa foi o gatilho para uma produção musical de primeira. Isso porque, em vez de uma simples propaganda, foi feito um clipe que só uma das maiores marcas de alta costura da história e de uma das mentes mais criativas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo começou com uma bolsa: a <em>Lady Dior</em>. Um dos modelos mais clássicos da <em>maison</em> francesa foi o gatilho para uma produção musical de primeira. Isso porque, em vez de uma simples propaganda, foi feito um clipe que só uma das maiores marcas de alta costura da história e de uma das mentes mais criativas do universo da moda &#8211; John Galliano, diretor criativo da casa &#8211; poderiam conceber.</p>
<p>Para a promoção do acessório – que nem dá as caras no vídeo -, foram unidos dois grandes nomes do cinema e da música: Marion Cotillard e Franz Ferdinand. Os escoceses compuseram a canção <em>The eyes of Mars</em> &#8211; baseada no filme “Looking at the Eyes of Laura Mars” &#8211; e juntaram-se à beldade francesa para gravar o clipe <em>Lady rouge</em> &#8211; dirigido pelo aclamado Jonas Akerlund.</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ief8o5LH7Ig&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ief8o5LH7Ig&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Marion aparece andrógina incorporando o espírito de <em>lead singer</em> de uma banda de rock. Sua voz, embora não seja marcante, traz o suave sotaque francês necessário à produção – repetindo, é uma <em>maison</em> francesa – e entra em perfeita sintonia com a melodia da banda de Alex Kapranos.</p>
<p>Embora seja o primeiro clipe musical da <em>Lady Dior</em>, o <em>Lady rouge</em> é sequência do <em>The Lady Noire Affaire</em> (abaixo), um vídeo de cerca de 9 minutos de duração. Também com Marion, esse curta tem – como o próprio título indica – clima de filme noir.</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/IL5Nnay5sKY&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/IL5Nnay5sKY&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="400" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Mesmo que tenha sido criado para uma campanha publicitária de <em>haute couture</em>, o <em>Lady rouge</em> agrada aos fãs da boa música e, principalmente, dos garotos do Franz Ferdinand.</p>
<p>Para quem se interessou e quer mais, a campanha tem seu próprio site (confira <a href="http://www.ladydior.com">aqui</a>) onde se encontram o vídeo, a letra e algumas explicações sobre o conceito por trás de tudo.</p>
<p>UPDATE: Foi lançado no dia 16 de maio o terceiro capítulo da série, o <em>Lady Blue Shanghai</em>. Dirigido por David Lynch e estrelando, novamente, Marion Cotillard. Confira abaixo!</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/xGNBVxDpgzY&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/xGNBVxDpgzY&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/7frmfZp5pqE&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/7frmfZp5pqE&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="306" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title># The Gossip em Março !</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Jan 2010 17:41:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clara Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Electro]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Indie]]></category>
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		<category><![CDATA[Shows]]></category>
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		<category><![CDATA[Chilli Beans]]></category>
		<category><![CDATA[Clara Camargo]]></category>
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		<category><![CDATA[Global Room]]></category>
		<category><![CDATA[Pacha]]></category>
		<category><![CDATA[Show]]></category>
		<category><![CDATA[The Gossip]]></category>
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		<description><![CDATA[
Preparem-se para uma atração de peso no dia 19 de março:
A banda The Gossip, liderada pela stylíssima Betty Ditto vem ao Brasil, finalmente. Depois de ter cancelado um show no Tim Festival de 2008, que teria rolado no dia 23 em São Paulo e no dia 25 no Rio de Janeiro se não fosse a desculpa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1938" href="http://vitroleiros.org/geral/the-gossip-em-marco/attachment/gossip-2/"></a><a rel="attachment wp-att-1942" href="http://vitroleiros.org/geral/the-gossip-em-marco/attachment/gossip1-2/"><img class="alignnone size-medium wp-image-1942" title="The Gossip" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2010/01/gossip12-300x218.jpg" alt="" width="300" height="218" /></a></p>
<p><a rel="attachment wp-att-1942" href="http://vitroleiros.org/geral/the-gossip-em-marco/attachment/gossip1-2/"></a>Preparem-se para uma atração de peso no dia 19 de março:</p>
<p>A banda <a href="http://www.gossipyouth.com/us/home">The Gossip</a>, liderada pela stylíssima Betty Ditto vem ao Brasil, finalmente. Depois de ter cancelado um show no Tim Festival de 2008, que teria rolado no dia 23 em São Paulo e no dia 25 no Rio de Janeiro se não fosse a desculpa usada pelo grupo: “um inesperado conflito de agendas”.</p>
<p>Mas dessa vez está confirmadíssimo: o show rola no  Global Room, espaço anexo à Pacha, no primeiro festival de música promovido pela Chilli Beans, o &#8220;Vírus Chilli Beans&#8221;.</p>
<p>E não para por aí, a programação ainda conta com a discotecagem de DJs incríveis.<em> Check it out</em>:</p>
<p><strong>GLOBAL ROOM &#8211; palco principal</strong></p>
<p>22:00 hrs - Dj Troter<br />
24:00 hrs - Banda EX<br />
01:00 hrs - Killer on the Dancefloor<br />
<strong>02:30 hrs - THE GOSSIP</strong><br />
04:00 hrs - Crew<br />
05:30 hrs - DJ Mau Mau</p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt;Ingressos</strong>:</p>
<p>1º Lote: R$ 100 (R$ 50,00 estudante*)<br />
2º Lote: R$ 150 (R$ 75,00 estudante)<br />
3º Lote: R$ 200 (R$ 100,00 estudante)</p>
<p>*Ingressos de estudante à venda apenas na Chilli Beans da Galeria Ouro Fino, R. Augusta 2690, mediante a apresentação da Carteira de Estudante. Informações: <strong>11 3062.3266</strong></p>
<p><strong>Venda Online:</strong> <a href="http://www.carambolarecords.com.br/">www.carambolarecords.com.br</a></p>
<p><strong>Atenção:</strong> Não se esqueçam de levar o valor do ingresso em <em><strong>cash, <span style="font-style: normal;"><span style="font-weight: normal;">pois o</span></span></strong></em>s pontos de venda não aceitam cartão nem cheque.</p>
<p><strong>Local:</strong> Global Room, Rua Bruno Bauer 66 – Vila Leopoldina</p>
<p>Mais <strong>informações</strong> no site da <a href="http://www.chillibeans.com.br/thegossip.php">Chilli Beans</a>.</p>
<p><strong>Ouça </strong><a href="http://www.myspace.com/gossipband">The Gossip no myspace</a> da banda.</p>
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		<title># Cranberries no Brasil­</title>
		<link>http://vitroleiros.org/geral/cranberries-no-brasil%c2%ad/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 14:43:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clara Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Pop]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Shows]]></category>
		<category><![CDATA[cranberries]]></category>
		<category><![CDATA[dolores o'riordan]]></category>
		<category><![CDATA[Emanuelle Herrera]]></category>
		<category><![CDATA[linger]]></category>
		<category><![CDATA[Show]]></category>

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		<description><![CDATA[
Por Emanuelle Herrera
Depois dos pedidos incessantes de fãs do mundo inteiro, a banda irlandesa The Cranberries volta aos palcos em 2010 para uma turnê de reencontro, apesar de oficialmente o grupo não ter acabado.
A banda que teve sucessos, como “Linger” “Just My Imagination” “Salvation” e “Zombie” emplacados ao longo dos anos 90, passou os últimos seis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1924" href="http://vitroleiros.org/geral/cranberries-no-brasil%c2%ad/attachment/promo2/"><img class="alignnone size-medium wp-image-1924" title="the cranberries" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2010/01/promo2-300x177.jpg" alt="" width="300" height="177" /></a></p>
<p>Por Emanuelle Herrera</p>
<p>Depois dos pedidos incessantes de fãs do mundo inteiro, a banda irlandesa The Cranberries volta aos palcos em 2010 para uma turnê de reencontro, apesar de oficialmente o grupo não ter acabado.</p>
<p>A banda que teve sucessos, como “Linger” “Just My Imagination” “Salvation” e “Zombie” emplacados ao longo dos anos 90, passou os últimos seis anos dedicando-se à projetos pessoais. A vocalista Dolores O’ Riordan foi quem teve mais sucesso em sua carreira solo, em 2007 veio ao Brasil promover o disco “Are you listening?” com show disputadíssimo em São Paulo.</p>
<p>Segundo, a própria O’ Riordan em seu site oficial, o repertório dos shows terá além dos sucessos, algumas músicas novas e a apresentação de seu mais novo trabalho solo “No Baggage”.</p>
<p>A turnê brasileira começa nessa quinta-feira, dia 28, no Rio de Janeiro e termina no dia 03 de Fevereiro em Porto Alegre. Os ingressos para o show em São Paulo, que ocorre no dia 29 de Janeiro, já estão esgotados desde o ínicio do mês. Do Brasil, The Cranberries parte para a Argentina onde continua a turnê latino americana.</p>
<p> Passaram-se seis anos desde a última turnê da banda irlandesa The Cranberries.</p>
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		<title>75 anos de Elvis: Rock n&#8217; Roll Meme</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 02:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>leonardoatorama</dc:creator>
				<category><![CDATA[Playlists]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Elvis]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo Ávila]]></category>
		<category><![CDATA[Pop]]></category>
		<category><![CDATA[R&B]]></category>
		<category><![CDATA[rei]]></category>
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Em uma tarde de Dia das Crianças, o pequeno Elvis Presley, saído de seus dez anos, pisou pela primeira vez ao palco. Presley foi convidado por sua professora, Oleta Grimes, para se apresentar na feira de Laticínios de Alabama-Mississipi, em 1945. Nesse exato momento,  para além dos alagadiços sulistas, o mundo já havia conhecido os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Calibri; font-size: small;"><a rel="attachment wp-att-1897" href="http://vitroleiros.org/musica/rock-musica/75-anos-de-elvis-rock-n-roll-meme/attachment/elvispresley/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1897" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2010/01/ElvisPresley.jpg" alt="" width="550" height="287" /></a></span></p>
<p>Em uma tarde de Dia das Crianças, o pequeno Elvis Presley, saído de seus dez anos, pisou pela primeira vez ao palco. Presley foi convidado por sua professora, Oleta Grimes, para se apresentar na feira de Laticínios de Alabama-Mississipi, em 1945. Nesse exato momento,  para além dos alagadiços sulistas, o mundo já havia conhecido os horrores de duas grandes guerras que dizimaram um contingente sem paralelos e levaria ainda o conhecimento dos horrores da bomba de fissão nuclear. Altivo em seu traje de cowboy, o menino não tinha tempo para pensar na reação de Neutrons, Urânio e Plutônio, ocupado que estava com o prêmio que recebera com sua colocação em segundo lugar na feira: singelos 5 dólares e passe livre para todos os brinquedos do parque improvisado. A homenagem é ainda mais singela se comparada ao que Elvis conquistou no fim de sua carreira: mais de um bilhão de discos vendidos mundialmente e a chave mestra de todo um gênero musical, que ele ajudou a moldar e sobre o qual, com personalidade ímpar até então, construiu sua linguagem e reinado. Não a toa, Elvis foi um estouro!&lt;br&gt;&lt;br&gt;</p>
<p>Depois de mais de cinco décadas de carreira (que realmente decolou em 1955 com o contrato entre Elvis e a gravadora RCA Victor) é mais fácil perceber o que atraia tanta gente no que Elvis Presley fazia. A mistura de sua sonoridade &#8211; do Gospel (de sua infância em Tupelo, Mississipi) ao R&amp;B e Jazz (das calçadas da lendária Beale St. em Memphis, Tennessee, onde residiu a partir de 48) &#8211; não era lá uma grande novidade, mas com músicas de ritmo agitado e melodias bem construídas e viciantes, sem exagerar nos ataques, a fórmula bem balanceada levava o Rock ao patamar do mainstream. Com Elvis, o Rock era uma música de todos os homens, para todos os homens. Uma mensagem musical um bocado forte, principalmente considerando que, enquanto o rei fazia sucesso durante a década de 50, o apartheid sul-africano estava à todo o vapor e movimentos segregacionistas agitavam até mesmo os quintais norte-americano, com o retorno de protestos da famosa Ku Klux Klan.</p>
<p>Por outro lado, é seguro dizer que muito do que tornava Elvis Presley especial estava no visual. Sua carreira é um dos primeiros exemplos de um músico que percebe que fazer Rock é mais do que pegar uma guitarra elétrica e soltar alguns acordes agressivos. Mais do que isso, Rock é atitude, algo que Elvis despejava não apenas em sua música, mas em toda sua imagem pública, que simplesmente brilhava nos televisores norte-americanos em shows de sucesso como os de Ed Sullivan, onde gente como os Beatles também deram suas caras. Se o Rock de hoje tem seu que intrínseco de glamour, roupas arrojadas e penteados fora de série, há muito a que se agradecer ao casaco de couro, regata, jeans e topete arrassa-quarteirão do bom e velho Elvis Presley. A mensagem visual era tão potente que deu inspiração para uma centena de sósias e &#8220;wannabes&#8221; que andam por aí até hoje. Elvis, em seus plenos 75 anos, de fato não morreu, e sua existência hoje pode ser comparada a um &#8220;Meme&#8221;: um fenômeno cultural que segue até hoje nas entranhas de seu gênero, altivo com sua roupa de cowboy e seus 5 dólares no bolso.</p>
<p><center>
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<p></center></p>
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		<title>O Rock vindo de cima</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 15:55:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ariane Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
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Por Rosana Villar de Souza
No final do ano passado um amigo fotógrafo me convidou para assistir a um show no Sesc Pompéia. Esse amigo havia trabalhado no festival Porão do Rock, que rolou em setembro em Brasília, e era só elogios para uma banda que tinha visto por lá, uns goianos chamados Black Drawing Chalks.
Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1854" title="black drwing chalks" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2010/01/foto-bdc1.jpg" alt="" width="550" height="330" /></p>
<p>Por <em>Rosana Villar de Souza</em></p>
<p style="text-align: justify;">No final do ano passado um amigo fotógrafo me convidou para assistir a um show no Sesc Pompéia. Esse amigo havia trabalhado no festival Porão do Rock, que rolou em setembro em Brasília, e era só elogios para uma banda que tinha visto por lá, uns goianos chamados Black Drawing Chalks.<br />
Os caras iriam se apresentar ao lado da também goiana MQN, de Fabrício Nobre (dono do maior selo independente do Brasil, a Monstro Discos), e da pernambucana AMP, no festival 666, que rolaria na choperia do Sesc, um dos lugares mais bacanas para se ver um show em sampa.<br />
Pode ter sido o clima, o público (super seleto), a noite agradável, a acústica do lugar ou só o puta talento de todas as bandas mesmo. Mas sei que a noite foi sensacional, todos os shows, e saí de lá um bocado embasbacada com aquilo tudo, afinal, fazia tempo que não ouvia um rock com tanta “paudurisse” como o daquela noite.</p>
<p style="text-align: justify;">Fiquei um tanto obcecada, em especial, pelos Black Drawings. Os sujeitos tinham uma energia no palco que seria capaz de abastecer Itaipu! Nunca vou esquecer a performance daquele baixista, uma mistura de Cheech, de Cheech e Chong, com Slash e uma pitada de pica-pau de meias, alucinado em cima do palco, ou em baixo dele, vestindo indefectíveis botas vermelhas. Genial!</p>
<p style="text-align: justify;">E não é só a performance, o som é de arrepiar os cabelos. Pesado e sacana. Lembra de leve Queens of the stone age, mas sem a parte dos efeitos disso e daquilo. Só rock, puro e muito bem tocado.</p>
<p style="text-align: justify;">O grupo canta e inglês e lançou sem primeiro CD, Big Deal, em 2007, pela Monstro. No final do ano passado lançaram Life is a Big Holiday for us, que tem o single/clipe mais bacana do rock nacional atual. Não tem como ouvir My Favorite Way e não se apaixonar imediatamente por ela.<br />
O clipe é um show alucinógeno de animação e tem ilustrações de dois componentes da banda, que também são designers, Douglas Castro (sr baterista) e Victor Rocha (sr vocalista e guitarra). A produção foi uma parceria entre o coletivo Bicicleta sem freio, do qual os músicos fazem parte, e o Nitrocorpz Design Studio.</p>
<p style="text-align: justify;">Na premiação piada VMB 09, da Music (not!) Television, o Black Dawing Chalks chegaram a concorrer nas categorias Aposta do ano e Rock alternativo, mas, numa piada de muito mal gosto, não levaram nada.</p>
<p style="text-align: justify;">Na terça (19/01) tive a chance de assistir a outro show do grupo, no Tapas, e foi só para ter certeza. Agora eu entendia a empolgação do Sr baixista e pulei e me sacudi como ele, a ponto de acabar com um olho roxo!</p>
<p style="text-align: justify;">Black Drawing Chalks vai ser MINHA aposta para este ano, que corrobora mais ou menos com uma outra aposta que faço: o fim da supremacia sudeste na música.<br />
O rock anda cada vez mais bunda mole, principalmente em São Paulo, que deveria ser a Meca do gênero, e quando surgem bandas como esta, de lugares geralmente negligenciados quando o assunto é rock’n roll, a gente se toca que esse Brasil é um mundão velho sem porteira e que nossa cultura vai muito além do que possa pensar nossa consciênciazinha medíocre.</p>
<p style="padding-left: 30px;">A banda é:<br />
Denis de Castro &#8211; Baixo<br />
Douglas de Castro &#8211; Bateria<br />
Renato Cunha &#8211; Guitarra<br />
Victor Rocha – Guitarra e vocal<br />
Visite e ouça: <a href="http://www.myspace.com/blackdrawingchalks">http://www.myspace.com/blackdrawingchalks</a></p>
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		<title>40 anos de Let It Bleed</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 17:25:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gabriel Daher</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Reviews]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Daher]]></category>
		<category><![CDATA[let it bleed]]></category>
		<category><![CDATA[rolling stones]]></category>

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No próximo dia 28 de Novembro completam-se 40 anos do lançamento de Let It Bleed, oitavo disco de estúdio dos Rolling Stones e segundo disco que compõe a chamada “trindade de ouro” dos Stones, sucedendo Beggars Banquet (1968) e precedendo Sticky Fingers (1969).
Gravado nos Olympic Studios em Londres entre novembro de 1968 e novembro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1740" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2009/11/let-it-bleed-cut3.jpg" alt="let it bleed cut" width="550" height="330" /></p>
<p>No próximo dia 28 de Novembro completam-se 40 anos do lançamento de <em>Let It Bleed</em>, oitavo disco de estúdio dos Rolling Stones e segundo disco que compõe a chamada “trindade de ouro” dos Stones, sucedendo Beggars Banquet (1968) e precedendo Sticky Fingers (1969).</p>
<p>Gravado nos Olympic Studios em Londres entre novembro de 1968 e novembro de 1969, <em>Let It Bleed </em>se mostrou o disco mais country dos Stones e se firmou como um clássico em sua discografia. <em>Let It Bleed </em>também é o último disco dos Stones com o guitarrista Brian Jones como membro do grupo. Apesar de ainda fazer parte da banda, Jones contribuiria apenas tocando arpa em <em>You Got The Silver </em>e percussão em <em>Midnight Rambler</em>. (Em julho de 1969 Brian Jones seria encontrado morto na piscina de sua casa, em Hartfield, em um caso que ainda é misterioso até os dias de hoje). Antes da conclusão do disco o guitarrista seria substituído por Mick Taylor, que gravaria apenas duas faixas do álbum. Todas as outras guitarras foram gravadas por Keith Richards, e todas as músicas do disco são de autoria da dupla Jagger/Richards, com exceção de <em>Love In Vain</em>, de Robert Johnson.</p>
<p>Há quem defenda a teoria de que o nome do disco seria uma provocação aos Beatles e à gravação de seu último disco de estúdio, <em>Let it Be</em>, que apesar de estar sendo gravado desde fevereiro de 1968 ainda não fora lançado, mas não há nenhuma declaração ou fato que comprove isso.</p>
<p>Segundo pesquisadores, a faceta country do disco teria sido influenciada pela amizade entre Keith Richards com Gram Parsons, músico de country norte-americano e ex-membro das cultuadas bandas Flying Burrito Brothers e The Byrds. A este também é creditado o arranjo country da música <em>Honky Tonk Women</em>, do álbum <em><a title="Through the Past, Darkly (Big Hits Vol. 2)" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Through_the_Past,_Darkly_(Big_Hits_Vol._2)">Through the Past, Darkly (Big Hits Vol. 2)</a></em><em>;</em> e lançada em <em>Let It Bleed </em>com o nome <em>Country Honk</em>. Vale citar uma curiosidade sobre <em>Honky Tonk Women</em>: A música foi escrita por Jagger e Richards no Brasil, entre dezembro de 1968 e Janeiro de 1969, influenciados por gaúchos que tocavam músicas gaudérias no rancho em que a dupla esteve hospedada, em Matão-SP.</p>
<p>Outro aspecto marcante e curioso é a capa do álbum. Projetada pelo designer Robert Brownjohn, contém uma peculiar escultura que consiste no Let It Bleed numa antiga vitrola, onde no meio se apóia uma barra que abriga de baixo para cima: uma lata de filme, um relógio de parede, uma pizza, um pneu de bicicleta e um bolo enfeitado com miniaturas dos cinco Stones no topo. Na parte de trás do disco pode se ver a mesma escultura toda destruída, com os bonecos caídos, uma fatia da pizza sobre o disco, a agulha da vitrola quebrada, o filme puxado, uma fatia do bolo faltando, o pneu com um grande furo e o relógio manchado e sujo. A ordem das músicas contidas na parte de traz da capa não condiz com a ordem correta do disco. A alteração fora feita por Roberto Brownjohn apenas por questões visuais.</p>
<p> </p>
<div><img class="aligncenter size-medium wp-image-1738" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2009/11/stones-19694-300x234.jpg" alt="stones 1969" width="300" height="234" /><br />
<span style="font-size: xx-small">Os Rolling Stones em 1969</span></div>
<p style="text-align: left"> </p>
<p style="text-align: left">A faixa de abertura do disco é <em>Gimmie Shelter</em>, que se tornaria um clássico dos Stones. A música fora inspirada na guerra do Vietnam, e em entrevista à <em>Rolling Stone </em>americana em 1995, Jagger a descreveria como “uma música do fim do mundo”. A segunda faixa é <em>Love in Vain</em>, versão dos Stones para o blues do lendário Robert Johnson, seguida da já citada versão de <em>Honky Tonk Women </em>que aqui aparece como <em>Country Honk</em>. A quarta faixa é a agitada <em>Live With Me</em>, marcante pelo baixo, aqui executado por Keith Richards. As faixas três e quatro seriam as duas únicas faixas do disco gravadas pelo novo guitarrista Mick Taylor.</p>
<p style="text-align: left"><em>Let It Bleed </em>é a quinta e última faixa do lado A, e consiste em um rock and roll que marca pelos solos de guitarra de Keith Richards e o piano, gravado por Ian Stewart. Para muitos, a letra <em>de Let It Bleed </em>faz aversão a sexo e drogas, e talvez este seja um dos motivos para a canção não ter sido lançada como single.</p>
<p style="text-align: left">O lado B começa com <em>Midnight Rambler</em>, um fantástico blues de pouco mais de seis minutos com uma incrível gaita de Mick Jagger. A letra é contada na perspectiva de um estuprador e assassino, e parte dela foi tirada da confissão do americano Albert DeSalvo, que entre junho de 1962 e Janeiro de 1964 estuprou e assassinou treze mulheres em Boston, ficando conhecido como “O estrangulador de Boston”.</p>
<p style="text-align: left"><em>You Got The Silver </em>é a oitava faixa; uma balada honky-tonk que marcaria a estreia solo de Keith Richards nos vocais. Antes o guitarrista já havia dividido os vocais com Jagger em outras músicas, mas nunca gravado uma música dos Stones como cantor principal. Contam as lendas que a música teria sido escrita por Richards para sua então namorada, Anita Palenberg. A nona faixa é Monkey Man, blues rock agitado que marca pela levada com piano e os solos de guitarra de Keith Richards aliados aos gritos finais de Mick Jagger.</p>
<p style="text-align: left">O disco é fechado com <em>You Can’t Always Get What You Want</em>, uma das mais fantástiscas músicas já gravadas pelos Rolling Stones. Assemelhada com um hino, a canção tem uma das letras e um dos refrões mais belos de todos os tempos: <em>“You can&#8217;t always get what you want, But if you try sometimes you might find, You get what you need”.</em></p>
<p style="text-align: left">Gravada nos dias 16 e 17 de novembro de 1968,<em> You Can’t Always Get What You Want </em>contou com diversas participações especiais. A abertura e o final da música foram gravadas pelo The Bach Choir de Londres, um dos mais importantes e numerosos coros do mundo. O piano, o órgão e a trompa foram gravados por Al Kooper, o mesmo que gravou a lendária intro de órgão em <em>Like A Rolling Stone,</em>de Bob Dylan. A bateria ficou por conta do então produtor dos Stones, Jimmy Miller, que assumiu as baquetas de Charlie Watts, pois este não conseguia fazer o “groove” necessário para a  música. Rocky Dijon tocou Conga e Maracás, e a atriz norte-americana Nanette Workman gravou os back vocals.</p>
<p style="text-align: left">A letra fala sobre a atmosfera social dos anos 60, abordando temas como sexo, drogas e movimentos políticos, ilustrando seu otimismo inicial e suas seguintes frustrações. Em 2003 Jagger disse que <em>You Can’t Always Get What You Want  </em>era uma música que ele gostava de tocar no violão, e definiu-a como uma “bedroom song&#8221;.</p>
<p style="text-align: left"> </p>
<div id="attachment_1737" class="wp-caption alignleft" style="width: 203px"><img class="size-medium wp-image-1737" style="margin: 0px 10px 0px 0px" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2009/11/stones-american-tour5-193x300.jpg" alt="stones american tour" width="193" height="300" /><p class="wp-caption-text">Cartaz da &quot;The Rolling Stones American Tour&quot; de 1969.</p></div>
<p>O disco não teve uma turnê de divulgação, mas algumas faixas foram tocadas durante os shows da lendária <em>The Rolling Stones American Tour</em>, que aconteceu entre Novembro e Dezembro de 1969 em 17 cidades dos Estados Unidos. Em dezembro de 1969 o disco atingiu o #1 de vendas no Reino Unido, desbancando <em>Abbey Road </em>dos Beatles da posição. No mesmo ano o disco também atingiu o #3 do Top da Billboard nos Estados Unidos.</p>
<p><em>Let It Bleed </em>ficou com a 32ª posição na lista dos 500 melhores álbuns de todos os tempos feita pela Rolling Stone em 2002, e no mesmo ano foi relançado remasterizado em CD e Digipak junto com dezenas de outros álbuns dos Stones pela Decca/ABKCO, braço da gravadora Universal.</p>
<p><em>Let It Bleed </em>é o marco de uma das mais criativas e fantásticas fases dos Stones e da dupla Keith Richards/Mick Jagger, e é um item indispensável para todo fã da banda. Dentro do encarte da primeira edição do disco um aviso podia ser encontrado: “This record should be played loud”.</p>
<p><em> </em></p>
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