comentando clipes: Garota Radical

Já é quase sexta-feira e ADIVINHEM se o Francisco não voltou com a língua afiadíssima? Claaaaaaaaro que sim! Hoje é dia de falar de Cine. E, claro, essa não é necessariamente a nossa opiniãoooo… Mas que faz algum sentido, faz! Let’s read!

cine

Eu sempre fui adepto de algumas teorias da conspiração no que se trata de música. Inclusive criei algumas. Ninguém se assusta por não conseguir parar de pensar em “Aposto um beijo que você me quer – Wooowoow Woowoowowowowww!”. Eu fico apavorado. Direto daqui de São Paulo, a banda CINE é conhecida pelo hit Garota Radical (mais alguém descobriu agora que o nome da música NÃO É Aposto um beijo que você me quer?) e pelo sucesso foguete dos garotos.

A banda, além de fixar refrões maquiavélicos na cabeça das pessoas, é recebida por extremos: ou são muito amados ou muito odiados. Mas, o foco da discussão não são os parâmetros de ódio, ou amor, para com a banda CINE, muito menos a qualidade musical do som, não sou um crítico e nunca acreditei em regras para uma boa música. Nosso alvo será o vídeo clipe de Garota Radical.

Segue o link do vídeo. Vamos tentar o mesmo esquema da outra vez. Ler com pausas para o vídeo. Fica mais fácil ilustrar. Sincronia em 3…2…1… PLAY.

O cenário é uma festa, aparentemente, particular, pelo número de pessoas. O detalhe desta cena de segundos fica por conta de um garoto de blusa laranja, francamente feliz dançando com soquinhos ao vento – e pelo medo das pessoas, observem que ninguém está perto dele-. “Aposto um beijo que você me quer”. Fade na festa.

Cortou. Aí estão nossos meninos. Pausa. Eu imagino que ser apenas ou vocalista de uma banda, isto é, não tocar nenhum instrumento, ficando apenas com a voz, deve ser uma tarefa difícil. Não só pelo símbolo do vocalista, mas por uma das questões mais filosóficas do mundo da música: O que fazer enquanto se canta?

O que é a dancinha do garoto no começo???? Começa num movimento meio lacraia, depois marcha soldado, daí ele corta o vendo com a mão e isso tudo com o Wooowoow rolando já. PÁRA. Vamos ignorar o pulinho de outro integrante, seguido de um close assustador do homem dos teclados.

Agora é ótimo. A banda se reúne em slow-motion para uma caminhada pique N’Sync ou Armageddon-aquele filme idiota com o Bruce Willis-, fiquei confuso, quando algo muito curioso acontece. Ignorem o fato de todos estarem mexendo em suas blusas para captar a felicidade do rapaz à direita do vocalista. Ele não tira a blusa, ele bate asa. Será Bruce Wayne um integrante da banda CINE? Mistérios.

Corta. Voltamos para a festa, rola aquele beijo forçadamente repelido quando… O vocalista ataca a câmera. Não. PAUSA. Olhe de novo. O close fecha com um golpe de kung-fu e, quando as mãos se abaixam, um biquinho de Caetano Veloso na Tropicália. Eu tô falando que CINE faz parte de algo do mal.

Outra cena com a banda. O nosso lutador continua com as dancinhas que parecem contagiar o resto da banda, a exemplo do backvocal desse refrão, que faz toda uma performance MC Risole pra cantar. Mais dancinhas e voltamos pra festa. PAUSA. Ou a festa excluiu a banda CINE, ou a banda CINE excluiu a festa. Eles estão numa posição, novamente, nitidamente forçada para que eles sejam o foco, e o pior, parecendo os Power Rangers.

A garota radical passa e causa comoção nos nossos meninos, quando o vocalista nos mostra outro golpe de artes marciais, empurrando o coitado de camiseta (o único com calor) ao seu lado, tudo para admirar a beleza do ser feminino que passava. Close na sósia da Anne Hatteway e voltamos para a banda. Por que o garoto morde o lábio desse jeito? E por que ele puxou a camiseta assim? O que será esse símbolo? Mais mistérios.

Corte. Mais cenas da festa e descobrimos que a garota radical não sabe dançar. Mais dancinhas quando nosso menino do kung fu ataca novamente! O rapaz de camiseta tenta uma aproximação com a garota, quando seu amigo loiro rapidamente age, o tirando de perto da garota radical. Agora vêm cenas da banda, que acredito que sirvam para terminar de enfiar Wooowoows na cabeça do ouvinte.

De volta à festa, vemos que um dos integrantes da banda cine não tem muito tato com as mulheres, o que justifica a indignação da garota radical. Depois de mais uma sequência de dancinhas estranhas, ALGO ACONTECE. Fecha a cena para a festa e abre com um garoto jogado ao chão. Teria o vocalista da banda cine atacado de novo? Será um PT? Esse clipe já é um caso pra turma do Scooby Doo. Ele se levanta e descobrimos que foi a garota radical que aplicou o golpe, e o melhor, que a festa inteira está apontando e rindo. Isso é muito cruel.

Preciso dizer. Cansei. Pra quem quer saber, o clipe termina com a cena mais nojenta do mundo. Enfim. Vamos parar de alfinetar nossos meninos. Um porque eu estou sendo xingado pelo público feminino e homossexual do meu MSN, dois porque um dos integrantes treinou artes marciais com o Chuck Norris, três porque tá ficando muito grande! Esse clipe é cheio de pormenores, quase um Tarja Turunen!

Beijos pra quem lê.

Diário de Palco: Hardcore e emocore em livro

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Existe de fato muito pouco material quando se fala em bibliografia a respeito da cena independente nacional. Aliás, além do tradicional “O que é punk”, do Antônio Bivar, não me vem a mente, assim de cor, mais nenhum livro – e, acreditem, eu já fiz longas pesquisas a respeito.

Pensando nisso, o jornalista Gustavo Pelogia escreveu o Diário de Palco. O livro agrupa 10 reportagens feitas por ele em 2008 com pessoas ligadas ao hardcore e ao emocore de São Paulo – que, querendo ou não, são hoje as principais vertentes de sucesso do rock nacional: é só observar a explosão de bandas como CPM 22, Nx Zero, Gloria e similares na mídia.

Diretamente do Bonus Track do livro

“Era tudo muito caro, e o punk aqui era muito pobre. Mas mesmo hoje, as coisas continuam assim. O emo poderia ter se organizado mais e tornado isso uma coisa mais séria.”
Felipe, da Ideal Records

“Emo pra essa galera nova é visual. Para nós era o som. Era o cara que tocava um som meio melódico e com letras de amor, mas era um cara veio, não era essa coisa style de hoje.”
Sandro, do Aditive

Francesco Coppola, Felipe Ideal, Dario Barbosa, Fausto Oi, Fabiano Nick, Sandro Luis, Sonrisal, Cuper, Capilé e Marco Badin: Esses foram os escolhidos para mostrar que esta cena nem de longe se resume ou se prende às bandas que estão no mainstream. Trechos longos de diálogos reconstroem a história de bandas, locais e personagens responsáveis por aquele que hoje é o cenário independente que tem mais visibilidade no país. Destaque para o áudio de algumas das entrevistas, disponibilizado no diariodepalco.com.br.

[Abaixo, a entrevista de Gustavo ao Acesso MTV, contando um pouquinho mais sobre o livro]

Da união MTV e Diário de Palco surgiu um blog homônimo onde Gustavo fala das novidades do Hardcore nacional. Vale conferir.

Como eu demorei consideravelmente pra terminar de ler e tomar coragem pra escrever sobre o livro, a tiragem esgotou. Mas trechos dele estão disponíveis no site oficial e o autor pretende liberá-lo para download em breve.

Pra quem curte o universo hardcore/emo, valem os cliques:
Diário de Palco
ValePunk
Hangar 110
FRecords
Idealshop
Oba! Shop

Na van com Fresno

…ou “o dia em que Bombamos no Posto”.

Imagina tua banda favorita tocando bem aí, na tua frente. Não tem palco, é tudo num clima meio “ensaio na garagem”, só entre amigos. Pois é, assim foram os pocket shows da  Fresno nessa quinta-feira, 16 de julho, nos postos ALE.

Confesso que desde que contei pela primeira vez sobre o projeto da ALE, “Bombar no Posto”, estava curiosa para saber como seriam esses pocket-shows: o público, o som, a reação da banda, dos funcionários do posto, tudo era motivo pra botar minha cabeça pra funcionar. Pois bem, eu disse era porque, como vocês sabem, semana passada o Vitroleiros foi convidado a acompanhar a Fresno nos três últimos shows em São Paulo – dentro e fora da van – e aí a curiosidade foi pro espaço. :)

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Todos muito pimpões e falantes!

A brincadeira começa logo cedinho num ponto de encontro determinado – onde equipe e banda acertam as coisas –  e se espalha pela cidade a cada parada pra “abastecer”.  As paradas, claro, são reveladas antes – que é para os fãs terem tempo de chegar ao local. Quando estávamos pertinho de cada posto, era hora de descer e caminhar: quem é que vai querer sair da van na hora do show, no meio dos meninos? Eu não, né? Nem ninguém, queridos, nem ninguém.

Pois é, o primeiro posto já estava cheio! E por cheio entendam várias pessoas se amassando pra conseguir ficar bem perto do Lucas, do Tavares e do Vavo – o Bell fica sentadinho tocando lá atrás e só levanta no fim do show.  Quem é fã vai à loucura assim que a van chega. E quando a porta se abre e descem os meninos, tocando e cantando, é pura emoção. Gente com cara de “What the fuck?” passando pelo posto, funcionários todos dançandinho ao som de Fresno, fãs cantando felizes, pais segurando filhas frenéticas. Fresnéticas, pra não perder o pobre trocadilho.


Eu não sei fazer vídeos. Tremi, virei a cam, fiz a loca… Mas o que vale é a intenção.

Gritaria, empurrões, fotografias, vídeos, todo mundo querendo aproveitar um pedacinho do ídolo – quem é que deixaria passar a chance de tirar uma lasquinha? Até eu que só ouvia Fresno quando tinha 14 anos (e só estou assumindo isso agora porque nos shows eu descobri que ainda sei todas as letras deles) aproveitei. Tirei lasquinha, gaguejei dentro da van na hora de batermos papo, corei ao ouvir algumas besteiras que eles falaram. Porque pensem junto comigo: o que quatro marmanjos fazem quando ficam juntos dentro de uma van? Falam besteiras, óbvio!

De repente, no meio do trajeto entre um posto e outro, Tavares começa a falar o nome de um monte de aviões. “O que é isso, menino? Que fissura é essa?”, alguém pergunta. “Tinha trauma de avião, então comecei a ler a respeito, comprar livros, revistas, quis entender um pouco”. “Agora tem mais medo ainda”, debocha Bell, do outro extremo do banco que os quatro dividem. Tavares, Lucas, Vavo e Bel parecem irmãos. Estão o tempo todo se provocando, rindo entre si, falando de música, academia (aqueles magricelos MALHAM!), mulheres, até de amor. Também falam de internet, stalkers e afins. Foi falando de internet, inclusive, que Tavares soltou a pérola “”Twitter só serve pra mulher ficar dando indireta pra homem, homem pra mulher… Só serve pra mandar indireta” – e acho que fui a única que discordou na hora. Aliás, Tavares e Lucas ganharam o troféu tagarelas. Falam muito – e rápido. Vavo fica quietinho quase sempre (e faz valer toda vez que abre a boquinha, acreditem!) – e o Bell vive num universo paralelo: do nada, começa a cantar. Depois fica quietinho de novo, ou pede um Toddynho e volta a discutir animadamente com os outros três.

Quem assiste a um show geralmente segue a van até o próximo. São cerca de duas ou três músicas por posto, com todo mundo cantando junto –  até quem não faz parte da brincadeira. O que me impressionou mesmo foi a maneira aparentemente sincera com que os quatro se permitem tocar. Quer dizer, os meninos da Fresno têm uma paciência infinita: atendem uma a uma as fãs desesperadas por um carinho, tiram fotos, dão autógrafos, respondem a perguntas desejáveis e indesejáveis. O sucesso não fez mal a nenhum: batem papo conosco de igual pra igual. Bati um papo com Bianca e Jhonata, ambos responsáveis  pelo Fã Clube Oficial do Bell (Belluscas ♥ Belluscos), e eles me contaram que essa dedicação toda da banda é recorrente. Jhonata entrou na van comigo em uma das viagens e foi o responsável por um super bate-papo a respeito de Xbox. É, a Fresno joga Xbox, galera. Imagina que piração! E a Bianca me contou que ficou pra fora de um show no Hangar porque não tinha mais ingressos – e o Lucas e o Tavares a viram na porta e colocaram pra dentro do show. É que como em São Paulo a freqüência dos shows é maior e há alguns fãs que sempre os acompanham, eles já conhecem boa parte até pelo nome. Uma maneira de retribuir a paixão de quem não perde sequer um show – e está sempre de olho em tudo que acontece com eles.

Na foto: Vavo (abaixado), Bell, Tavares, Bianca (FCO Bell), Lucas, Gisele (Comunidade Fresno Orkut), Jhonata (FCO Bell) e eu, escondidinha (sabe Deus por quê!) atrás da Gisele.  Como nem tudo são flores, minha câmera de verdade deu pau e eu tive de tirar fotos com a da minha irmã. Mas ahh, estão aproveitáveis! Tem aqui na minha galeria do Flickr e na galeria oficial da Ale. =)

Pra quem não é de São Paulo, um aviso: A Fresno bomba em BH no dia 25, e tem promoção pra galera do Norte/Nordeste que quer ver um show mas não pode!  Corre lá em http://ale.com.br e participa ou acompanha pra ver quando vão chegar a tua cidade!

Bombando no posto – O Retorno: 16/07!

Fresno continua bombando no posto… E na quinta-feira nós vamos bombar com eles, que tal?

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Ja contamos aqui pra vocês sobre o projeto da ALE… Fresno, Bombar no posto, Pocket shows… Hein? =D

Pois é, a correria deles continua e essa semana a boa notícia é pra galera de São Paulo! Dia 16 de julho (quinta-feira) mais pocket shows vão rolar por aqui e o Vitroleiros não só separou os horários como estará lá na Van com os meninos  - tirando fotos, batendo papo, fazendo vídeos e acompanhando tudo de pertinho pra contar pra vocês depois! =)

Anotem aí:

1° – POSTO OPALA - Rua Colonia Da Gloria, 289 – Vila Mariana
± À partir das 11h30

2º – AUTO POSTO BOSQUE DA SAUDE LTDA - Avenida Bosque Da Saude,639 – Saude
±  À partir das 12h15

3º – AUTO POSTO DAMOS - Rua Dos Cafezais,165 – Jd.Prudencia
±  À partir das 13:15

Bora separar os horários na agenda, aproveitar as férias escolares e correr contar pros amigos, juntar uma galera pra bombar com a gente eles!! =P
Não esqueçam que dá pra acompanhar a van lá pelo site da ALE – onde também tem as fotos e resenhas dos primeiros shows! =)
Qualquer novidade,  aparecemos por aqui pra avisar.

Ignorance is your new best friend!

3664161752_b720ae2792_oJá ouviu o novo single do Paramore, Ignorance? Não? Ouça aqui!

Ignorance é primeiro single do novo álbum do Paramore, Brand New Eyes. Estreia nas rádios americanas hoje, 7 de Julho. Lançamento do álbum está marcado para 29 de Setembro.

Ouça aqui Ignorance!

Quer a letra pra acompanhar? Aí vai!

Ignorance – Paramore

if I’m a bad person, you don’t like me
i guess I’ll make my own way
it’s a circle
I mean cycle
i can’t excite you anymore
where’s your gavel? your jury?
what’s my offense this time?
you’re not a judge but if you’re gonna judge me
well sentence me to another life.

don’t wanna hear your sad songs
i don’t wanna feel your pain
when you swear it’s all my fault
cause you know we’re not the same
oh we’re not the same
the friends who stuck together
we wrote our names in blood
but i guess you can’t accept that the change is good
it’s good

you treat me just like another stranger
well it’s nice to meet you sir
i guess i’ll go
i best be on my way out

ignorance is your new best friend

this is the best thing that could’ve happened
any longer and i wouldn’t have made it
it’s not a war no, it’s not a rapture
i’m just a person but you can’t take it
the same tricks that once fooled me
they won’t get you anywhere
i’m not the same kid from your memory
now i can fend for myself

don’t wanna hear your sad songs
i don’t wanna feel your pain
when you swear it’s all my fault
cause you know we’re not the same
oh we’re not the same
we used to stick together
we wrote our names in blood
but i guess you can’t accept that the change is good
it’s good

you treat me just like another stranger
well it’s nice to meet you sir
i guess i’ll go
i best be on my way out

ignorance is your new best friend

you treat me just like another stranger
well it’s nice to meet you sir
i guess i’ll go
i best be on my way out

Já até imagino as dancinhas da Hayley: Ignorance is you new best friend (8)

Fresno bombando no posto!

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Quando, esse fim de semana, perguntei pra uma das minhas amigas “desconectadas” (é, ainda existe gente desconectada no mundo! haha!) se ela tinha ido ao pocket show da Fresno que teve pertinho da casa dela, tomei um susto. A criatura (não me odeie, Mi), que é super fanzoca da banda, tinha perdido de bobeira por não estar ligada no projeto Bombar no Posto. Aí até hesitei em falar ou não sobre ele aqui, porque né, já começou e tudo mais… Mas não resisti, não quero mais ninguém dando piti porque perdeu show pertinho de casa, na faixa e GRUDAAADA nos meninos da banda.

O projeto Bombar no posto é uma iniciativa da distribuidora ALE que, na sua primeira fase, acompanha a turnê nacional de divulgação do “Redenção”, da Fresno. Basicamente, o projeto promove pop-up shows que duram tempo suficiente pra abastecer a van da banda – equipada para suportar as apresentações dos rapazotes Lucas, Tavares, Vavo e Bell.


Os meninos apresentando a van, em clima de intriguinha de amigos!

E o que você tem a ver com isso? Acontece que entre junho e agosto, o projeto passa por São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e mais uma cidade – que, por sinal, ainda não foi definida! Pra assistir aos shows, tudo o que você precisa fazer é acompanhar no site da ALE a movimentação da Fresno (por meio do GPS instalado na van da banda, honey!). Daí é só correr para o posto mais próximo conforme as informações sobre data, hora e local forem sendo divulgadas.

O primeiro rolê aconteceu no dia 18, em São Paulo (dá pra ver as fotos no flickr oficial do projeto). Mas calma, se você é de lá e perdeu, não pense que não dá mais tempo: essa quarta -feira, 24, entre as 11h e as 16h,  tem mais Fresno no posto ALE, ainda em Sampa. Não esquece de ficar de olho lá no site, pra não perder nem um segundo no caminho… E boa sorte!