Jack White lança novo single do trabalho solo

Desde o triste final do Whitestripes há um ano, os fãs estão curiosos pelo novo trabalho de Jack White. Afinal, o músico cheio de projetos paralelos não iria ficar muito tempo longe das novidades. Pois foi divugado o single do novo trabalho solo do artista, chamado”Love Interruption”.

A faixa faz parte do álbum Bunderbuss, com previsao de lançamento para 23 de abril. Durante este ano, além de desenvolver este trabalho solo, White se envolveu nos trabalhos de sua gravadore com o Insane Clown Posse, Tom Jones e o rapper Black Milk. Suas bandas paralelas, The Racounters e The Dead Weather, continuaram seus trabalhos normalmente.

Ouça a nova música e comente o que achou:

Reginaldo do Vanguart em projeto com Dani do NX

Em entrevista ao Vitroleiros, o baixista do Vanguart, Reginaldo Lincoln, fala sobre planos do disco com o baterista do NX Zero, Dani Weksler e ainda comenta sobre o disco novo – do Vanguart - Boa Parte de Mim Vai Embora, lançado pelo selo Vigilante (Deck). Confira:

Planos com Dani Weksler

Reginaldo conta que a ideia de fazer algo independente do Vanguart surgiu de uma vontade de gravar todos os instrumentos sozinho. “Assim como o Dave Grohl e o Paul McCartney fizeram, resolvi que queria gravar tudo sozinho, mas vi que não ia ser fácil. Então mostrei as músicas pro Dani e ele topou fazer comigo.”

O baixista não garante que o álbum vai ser mesmo lançado, dado o estágio embrionário do trabalho, mas estima que algo saia já em 2012. ”Estamos de olho em alguns produtores, principalmente agora que o Vanguart foi pra Deck [selo Vigilante]. Por enquanto só quero tocar e beber pra caralho.”

Como são as músicas do seu projeto?

R: As composições são minhas e o Dani está me ajudando a fazer os arranjos. Elas surgiram enquanto eu fazia umas músicas para o CD do Vanguart e sentia que estava saindo algo que não era a cara da banda. Era outro clima, outra pegada, outra característica. Saíram de um momento apaixonado, de renascimento, de gostar de voltar a viver.

É muito diferente do Vanguart?

R: É bem menos folk. Soa bem pop, balada e as letras são bem pessoais. Quero buscar uma sonoridade mais rica, com a característica de cada instrumento bem presente.


Boa Parte de Mim Vai Embora [Ouça aqui]

A demora para lançar um disco deixou os fãs da banda ansiosos. Boa Parte de Mim Vai Embora saiu este ano, no começo de agosto, após quatro anos de espera. Reginaldo fala que o longo intervalo se deve a uma fase de tensão que a banda passou, devido a brigas com o antigo empresário. “Até a gente se reerguer foi difícil. Gravamos o Multishow Registro em 2009, ficamos seis meses em turnê, tivemos esse problema sério com o empresario e ficamos uns cinco meses presos pelo contrato.  Pensamos em desistir, mas conseguimos voltar com o Vang Beats.”

O Vang Beats é o projeto do Vanguart tocando Beatles, que resultou em uma sequência de shows por bares e casas de São Paulo. O trabalho garantiu uma caixinha boa para investir no disco novo. Entretanto, neste momento, os covers estão fora dos planos da banda: “Não pretendemos fazer outros covers. Tudo que a gente quer é o Vanguart. Essa que é a grande coisa da nossa vida.”, declara Reginaldo.

O título do CD Boa Parte de Mim Vai Embora não aconteceu à toa. A mulher do baixista e a namorada do vocalista Hélio Flanders debandaram para outras paisagens e deixaram os dois a ver navios. Reginaldo comenta sobre sua recente separação da ex-esposa, a escritora Clara Averbuck e a superação ao lado do vocalista Hélio Flanders: “Demoramos para fazer algo novo não só por esse problema com o empresário, mas por muita coisa da vida pessoal. Eu tinha acabado de terminar meu casamento e o Hélio também terminou um relacionamento. A gente se abraçou e dialogamos bastante, para recomeçar sem aquelas mesmas mulheres, sem aquelas mesmas pessoas.”

E aproveita para desabafar: “O casamento acaba, mas a paixão não. Ficam sentimentos muito revirados. É difícil saber o que você está sentindo. Passamos – Hélio e ele – dias juntos, precisava voltar a ser quem a gente era, voltar a ser alguém. A cara do disco é essa, de entrar no eixo e pensar no futuro com esperança.” As crises,  principalmente na vida de Reginaldo e Hélio, refletiram bastante nas letras do novo álbum. “A gente conseguiu se libertar nesse disco. Soltamos todos os cachorros e todos os demônios pra fora.”

Os fãs estáo gostando do novo CD?

R: A resposta tem sido ótima! As pessoas estão falando ‘Pô, vocês demoraram quatro anos pra lançar, mas o disco é foda!’.

Como foi o show de lançamento do CD, no dia 20 de agosto no Sesc Vila Mariana?

R: Foi demais, o show de abertura foi do caralho, lindo! O Ricardo Spencer [diretor de clipes de artistas famosos, como Pitty] fez umas projeções de filmes e vendemos todos os CDs que a gente levou.

Como foi gravar uma música em espanhol [Mi Vida Eres Tu]?

R: Nós já tínhamos uma música em espanhol no primeiro disco. Gosto da sonoridade da língua, tem uma beleza única. Eu sempre chego com uns acordes e falo pro Hélio que poderia ser cantada em espanhol. Antes essa música era inteira cantada em espanhol, mas a gente encaixou de um jeito que ficou mais sonoro. A música é cantada em português e só a estrofe ficou em espanhol.

Eu quero é ROCK!

Todo ano você celebra a existência do ritmo mais alucinante da história com muito barulho vazando pelo fone de ouvido e subindo na vida como o DJ do buzão. Mas por que o dia 13 de julho é o Dia Mundial do Rock mesmo? Vem com a gente que o Vitroleiros também é história :)

Há exatos 26 anos, Bob Geldof (vocalista do Boomtown Rats, aquela do hino semanal “I don’t like Mondays”) organizou o Live Aid, um evento simultâneo em dois países, Inglaterra e Estados Unidos, cujo principal objetivo era arrecadar fundos para acabar com a fome na África. Para causar o impacto necessário, uma penca de gente afudê do rock e pop da época compareceu: Paul McCartney, The Who, Black Sabbath, Sting, Queen, U2,Pretenders, entre outros. Através da música, o cara conseguiu atrair a atenção do mundo para um continente miserável que precisava desesperadamente de ajuda.

Resumindo: uma data linda por uma causa nobre. Logo, motivos para celebrá-la anualmente não faltam!

E foi pensando nisso que nós Vitrolinhas preparamos uma #playlist especial para o Dia Mundial do Rock: selecionamos as melhores músicas de rock de todos os tempos pra deixar esse seu 13 de julho mais feliz e barulhento. O resultado, você confere apertando o play!

 

The Kooks libera nova música

A banda The Kooks usou o twitter nessa terça-feira para divulgar sua nova música. A idéia era a de que quanto mais vezes fãs tuitassem a hashtag #junkoftheheart mais tempo da música “The Saboteur” seria divulgado.

Nem precisa falar que a galera pirou e a música você pode ouvir na íntegra aqui:

The Kooks – The Saboteur by chwigui

 

A música ainda está disponível para download do site do novo álbum.

http://www.junkoftheheart.com/

 

Apanhador Só: plugado e desplugado

Sexta-feira, 3 de junho, 20h. Encarando um frio caprichado da noite paulistana, encontrei-me em um hostel muito simpático na Vila Madalena com os meninos do Apanhador Só, banda porto-alegrense que se apresentou no dia 4 de junho no Centro Cultural São Paulo e em uma intervenção especial no Parque do Ibirapuera, no dia 5.

Os meninos me receberam muito bem (aliás, no local foi gravada a vinheta para a indicação de Aposta MTV do VMB do ano passado) e logo começamos a conversar sobre a banda, os projetos antigos, atuais e futuros, além dos shows e dos times de futebol de cada um. Após uma maratona de shows no Rio de Janeiro, eles tiraram a sexta para descansar e conceder uma entrevista para o Vitroleiros.

“Já tocamos bastante em São Paulo. É quase como a nossa segunda casa, o lugar onde a gente tem mais público, tirando Porto Alegre. É legal vir pra cá e ver alguns rostos conhecidos nos shows, o pessoal cantando as músicas… muito massa”, conta Alexandre, vocalista. Sobre o Acústico Sucateiro, álbum recém disponibilizado no site da banda, eles contaram que a gravação faz parte de um processo longo.

“Em 2005, a Carina Levitan estava com a gente na banda, e acompanhava o som da guitarra, baixo e bateria com a percussão sucata. Mas daí ela foi pra Londres e deixamos a versão desplugada de lado. Às vezes, éramos chamados pra tocar em lugares que não comportavam o formato plugado da banda, então resolvemos adaptar os arranjos das músicas para uma versão desplugada, e não só tocá-las no violão”, completa.

O resultado agradou tanto a banda que eles resolveram gravar o álbum e disponibilizá-lo no site da banda (para quem não baixou, você o encontra aqui). Agora, eles estudam uma forma de unir as duas versões, plugada e desplugada, em um único show. Na apresentação da semana passada, para exercitar as duas formas da banda, o show foi dividido em duas apresentações.

A ideia de ir para o Parque Ibirapuera foi a influência de versões já testadas nos parques de Porto Alegre. ”O Acústico Sucateiro tem outras propostas, precisa de lugares mais tranquilos e intimistas pra rolar, até pra combinar com o clima e a estética que a gente propõe. As pessoas precisam ver o que a gente tá fazendo, aí por isso tem que ser menos gente, um show mais leve”, contou Felipe, guitarrista da banda. Martin, baterista, comentou que “é muito legal testar os sons que saem ao tocar na sucata. É aquela experiência de batucar nas coisas e testar os sons, de cantil, ralador… pra ver que sons saem”.

Felipe ainda contou que eles desejam tocar em outros lugares inusitados, para mostrar se trabalho e se relacionar com espaços urbanos de formas diferentes. “No show que fizemos no Rio, decidimos levar uma parte da apresentação para a praça em frente ao local onde tocamos. É uma forma de interagir de um jeito diferente com quem conhece a banda e com quem não conhece. A gente já chegou a tocar até na escadaria do metrô Sé e foi muito bacana”.

Curtiu? Ficou com vontade de ver a banda? Pois eles estarão de volta fazendo show em São Paulo no Jukebox Festival. No twitter deles, dá pra acompanhar por onde eles fazem shows, pelo Brasil todo. Super recomendado!

(Agradecimentos especiais à Roberta Lopes, pela concessão das fotos dos shows!)

Quer ver The Cribs no Brasil? Se liga no Garage Project

fonte: thecribs.com

Pegue uma banda de garagem, com todo o estilão e força das guitarras e da batera. Junte com Zegon, o cara que foi DJ do Planet Hemp e ultimamente é visto na companhia de Squeak E. Clean no N.A.S.A. E um toque final com Roy Cicala, engenheiro de som de nomes como John Lennon, Jimi Hendrix, Elvis Presley, Patti Smith, Madonna e Aretha Franklin. Pouca coisa? Pois esse aí é o Garage Project.

O projeto é da Citroën e da VICE, produtora de conteúdo jovem, que juntos criaram o http://garageproject.com.br/, um site bem legal que divulga as bandas independentes e manda dicas pra quem está começando, sobre equipamentos e mixagem, por exemplo, além de falar das bandas propriamente ditas e de artistas que estão ganhando repercussão por aí.

8Bit Pipe

Para divulgar o trabalho, eles vão fazer um show com uma das bandas do projeto, a 8Bit Pipe, abrindo pro The Cribs,  no Beco 203, nova balada na Augusta, para convidados. No dia seguinte, rola show aberto para o público. Tá afim? Abaixo, mais informações sobre o show:

Garage Project apresenta The Cribs @ Beco 203

Sábado, 18 de junho
Abertura da casa: 22h
Horário do show: 23h
Ingressos: 1° lote: R$ 80,00 / 2° lote: R$ 100,00

Pontos de venda:

  • Chilli Beans: Galeria Ouro FinoRua Augusta, 2690 – Jardins - Telefone: (11) 3062-3266
  • Chilli Beans: Shopping Morumbi: Avenida Roque Petroni Junior, 1089 – Morumbi – Telefone: (11) 5189-4501 (pagamento somente em dinheiro)

Se liga também no twitter, que a galera vai postar mais informações por lá pela hashtag #garageproject.

RHCP: CD novo a caminho!

Fonte: redhotchillipeppers.com.br

 

O ano traz bons ventos para os fãs do Red Hot Chilli Peppers. A banda, já confirmada para o dia 24 de setembro no Rock in Rio 2011, também deve ter um novo álbum neste ano. Os músicos estão trabalhando nas músicas desde o ano passado, com Josh Klinghoffer na guitarra, após a saída de John  Frusciante em 2009.
A banda está com muito material para compor seu novo álbum. No início do ano, Flea publicou uma foto em seu twitter, em que tocava piano. Falou ainda que esse disco terá uma pegada mais funk, com influência da banda Fatback Band

O intervalo de quase 5 anos entre “Stadium Arcadium” e o trabalho que está em finalização pode trazer um novo gás para a produção da banda. Além da saída de Frusciante, Flea teve aulas de música e ele, juntamente com Josh, foram para a África ter inspirações para o álbum. O produtor Rick Rubin, que já trabalhou com a banda no disco de 2006 e produz grandes artistas como Slayer, Metallica e System of a Down, conduz a finalização do disco.

Ainda sem data para o lançamento, é esperar para ouvir.


O pequeno livro dos Beatles

The Beatles, muitas vezes, não é uma banda. É um produto. E mais um lançamento com base neles/nisto aparece no mercado, para aumentar a coleção de fãs – principalmente os que têm filhos pequenos. A biografia ilustrada O Pequeno Livro dos Beatles, de Hervé Bourhis, foi lançada pela editora Conrad em janeiro.

A HQ conta a história do quarteto de 1940 a 2009. Ou seja, desde o nascimento, falando do sucesso e até as carreiras solo. O livro custa R$ 44,90, mas está saindo por R$ 31,43 no site da Conrad. Corre lá! Mais um item pra coleção (ou wishlist).

There´s No Fucking Electronic Modern Loop

A Banda República parece vir para tirar o chão de quem diz que rock’n'roll é coisa de moleque. No ano passado, abriu o Indie Stage do Planeta Terra — mas não foi só por lá que os publicitários Luiz Fernando Vieira, Jorge Marinhas, Marco Vieira e Guto Marinho já tocaram. Em seus anos de correria — a banda começou em 1991 –, destacam-se apresentações no Planeta Atlântida, Festival de Verão de Salvador, São Paulo Moto Festival…

Ainda não ouviu? Essa é a hora. Para o lançamento de seu segundo CD, “There´s No Fucking Electronic Modern Loop”, foi gravado o clipe de We Don’t Need a 303.

O “hobbie sério” dos paulistas da Banda República tem como influências Metallica, Led Zeppelin, Deep Purple, AC/DC, Black Sabbath e os nacionais Ira!, Paralamas do Sucesso, Titãs e Ultraje à Rigor… Isto é: um mix de rock histórico que culmina, nas palavras da banda, com um “hard rock contemporâneo com um pouquinho de grunge”. Mas ninguém se prende ao rótulo hoje, não é mesmo?

Então dá uma força pra eles e comenta o som. AH! Dá pra seguir a Banda República no twitter, vasculhar vídeos de shows do Republica no Youtube e ainda ouvir mais no Myspace Oficial da banda.