Olha lá a polêmica em cima dos Jonas Brothers de novo! Dessa vez não tem nada a ver com ex-namorada ou anel de pureza. O mal entendido foi gerado pelo título do novo álbum – Lines, Vines and Trying Times.
Segundo o The Sun, a Universal Music estaria em pânico por causa do título do novo disco da banda. O motivo do desespero seria o fato de que o título faria uma possível referência à cocaína (?). O jornal afirma ainda que a gravadora só teve acesso ao novo álbum depois de pronto, ou seja, ficou responsável apenas pela distribuição e promoção do material.
Nick Jonas explica: “Linhas são coisas que as pessoas te fornecem, te passam. Vinhas são coisas que atrapalham seu caminho e tempos de decisão, bem, isto é óbvio”.
Eis que o disco dos irmãos Jonas terminou de ser gravado semana passada e a capa já foi divulgada no Myspace da banda. Meninas, gritai:
É, até que tá bem bonitinha! =P
O álbum, intitulado “Lines, vines and trying times”, será lançado oficialmente no dia 15 de maio. Enquanto isso, arranquem seus cabelos, eles se preparam para a turnê mundial - que, lá pelos dias 25 e 26 de maio, passa pelo Brasil. Ah, se eu fosse adolescente… hahaha.
Mais informações em breve.
A propósito: AMA JONAS BROTHERS? QUER SABER TUDO SOBRE A BANDA? Descubra como aqui.
(Não, isso não é publieditorial p**** nenhuma.)
ps: Longe de mim querer roubar o trono de especialista em Jonas Brothers da Tory, sério (muito sério, de verdade!). Mas achei que não podia deixar passar uma notinha, e como ela não apareceu… Aliás, a música – antiga, por sinal – que anima o post é em homenagem a ela.
Selecionei algumas progamações da Virada Cultural 2009, para quem curte rock, mpb e samba deitar e rolar na maior programação cultural e musical de São Paulo. Os shows acontecem nos dias 2 e 3 de maio, das 18h00 de um dia até as 18h00 do outro.
Metrô Open 24 hours.
Mais de 800 atrações, em mais de 150 lugares diferentes.
A sonzeira fica concentrada principalmente no Centro da cidade.
>>>Onde> Av. S. João/Praça Júlio Mesquita
John Lord, Tecladista do Deep Purple é acompanhado (ou acompanha) a Orquestra Sinfônica Municipal, regida pelo maestro Rodrigo Carvalho. Quando>dia 2, 18h10
Marcelo Camelo, registrando 2009 com seu primeiro álbum solo “Sou”. A música “Janta”, meigamente interpretada por ele e Mallu Magalhães, foi considerada a melhor composição de 2008. Bem que o Camelo poderia levar a Mallu para dar uma palhinha… Quando> dia 2 para dia 3, at midnight, 00h00
Cordel do Fogo Encantado, entre o teatro, a poesia e a música. Quando> dia 3, 09h00
Zeca Baleiro, para entrar no clima da música popular brasileira. Quando> dia 3, 12h00
Novos Baianos, quem não está com saudade deles? Pepeu Gomes, Baby do Brasil, Paulinho Boca de Cantor, irmãos Jorginho, Didi Gomes e Luiz Galvão. Quando> dia3, 15h00
Maria Rita, gatíssima. Quando> dia 3, para encerrar, 18h00
>>>Onde> Largo do Arouche
Wando, o machão. Quando>dia 2, 23h30
Reginaldo Rossi, o romântico. Quando> dia 2, 01h30
>>>Onde> Praça da República
Camisa de Vênus, quem matou Joana D’Arc? Quando> do dia 2 para dia 3, 00h10
Velhas Virgens, é de abrir as pernas. Quando> dia 3, 02h10
Matanza, som de garagem de caminhão. Quando>dia 3, 06h50
Vanguart, só acredito vendo. Quando> dia3, 08h30
Nação Zumbi, reminiscências de Chico Science. Quando> dia 3, 12h00
>>>Onde> Largo da Santa Efigênia
Curumin. Quando> dia 3, 01h50
>>>Onde> Av. Rio Branco
Os Opalas, samba-rock. Quando> dia 3, 04h00
Sambasonics, mistura samba-rock anos 60/70. Quando> dia 3, 06h00
Os últimos sucessos lançados pela Disney têm alcançado um público enorme com suas mais variadas formas de atuação. Os três irmãos (roqueiros, com pinta de galã e certinhos) são mais um sucesso deste meio. E, como frutos de seu meio, se tornaram, mais uma vez, assunto para um livro, agora de autora brasileira… e vitroleira!
Na onda de High School Musical e (literalmente) de Hannah Montana (ou seria Miley Cyrus?), os Jonas Brothers surgiram como uma boa aposta da Disney. CDs, turnês, filmes e um futuro seriado englobam essa indústria que os atinge como mais um de seus frutos. O público que busca esta corrente é variado, mas predominantemente feminino e adolescente. A imagem de roqueiros bonzinhos e charmosos logo conquista a todos (ou seria todas?) e surgiu, então, mais um fenômeno da Disney.
Aproveitando o sucesso do trio, a editora brasileira Panda Books lançou, nesta última semana, “Jonas Brothers de A a Z”. O livro foi escrito por Tory Oliveira, nome nada desconhecido por estas redondezas (veja em equipe ;D ), mas novo no mercado editorial. Tory fala de forma adequadíssima ao público, com toques de humor e descontração que trazem à leitura leveza. Contando detalhes (íntimos e/ou não) da vida e gostos dos irmãos, o livro separa de A a Z os mais diversos assuntos que os rondam. É um dicionário da vida dos Jonas Brothers!
Tory Oliveira, em entrevista, destacou o papel dos Jonas Brothers para o cenário atual: “O papel que os Jonas Brothers cumprem dentro da indústria musical é semelhante ao dos Beatles no inicio da carreira: uma banda feita para ser consumida por um público adolescente”.
Para os fãs é uma ótima pedida. O livro realmente traz aquele gostinho de “mais próximo” dos três: detalhes que somente se descobriria no dia-a-dia, ainda se reparados, são descritos e reunidos. Depois de ler, não é difícil imaginar que já se conhece os irmãos por inteiro…
Para aqueles que não gostam, “Jonas Brothers de A a Z” ainda é interessante, mas pode aparentar cansativo. Os únicos fatos que levam a isto são as próprias características dos Jonas. João Costa Jorge, nada fã dos três, escandalizou-se, por exemplo, com a curiosidade que contava a opinião de um dos irmãos sobre “sorvete”. “Para quem gosta deles, o livro é interessante, mas é muita coisa”, diz o estudante.
Se você curte, quer entender melhor ou simplesmente é curioso, “Jonas Brothers de A a Z” é um bom livro para se comprar. A qualidade e o fator interesse ainda se aliaram a um preço razoável, R$19,90. Compre no site ou, a partir desta semana, nas livrarias.
“Jonas Brothers de A a Z” é a prova de que os novos sucessos da Disney invadem, em todos os aspectos, a mídia, viciando-a assim como fazem com os fãs.
Em 1994, a material girl Madonna causou polêmica ao dizer o palavrão “fuck” 13 vezes em menos de 20 minutos, no programa The Late Show With David Letterman.
O fato causou espanto na época – mas tal número não é nada perto da incrivelmente desbocada marca de Tony Montana (Al Pacino) em “Scarface” (1983): 226 “fucks” e derivados ditos em 170 minutos de filme.
Lançado um ano depois de “Scarface”, “Like a Virgin” lançou Madonna ao estrelato e acabou inspirando o diálogo de abertura do filme “Cães de Aluguel” – a “primeira vez” de Quentin Tarantino.
Mr. Brown: Let me tell you what ‘Like a Virgin’ is about. It’s all about a girl who digs a guy with a big dick. The entire song. It’s a metaphor for big dicks.
Mr. Blonde: No, no. It’s about a girl who is very vulnerable. She’s been fucked over a few times. Then she meets some guy who’s really sensitive…
Mr. Brown: Whoa, whoa, whoa, whoa, whoa… Time out Greenbay. Tell that fucking bullshit to the tourists.
Joe: Toby… Who the fuck is Toby? Toby…
Mr. Brown: ‘Like a Virgin’ is not about this sensitive girl who meets a nice fella. That’s what “True Blue” is about, now, granted, no argument about that.
Para Mr. Brown, “Like a Virgin” é uma música sobre (usando a linguagem à la Leonardo Ávila) órgãos sexuais masculinos avantajados.
Alguém tem mais alguma teoria sobre “Like a Virgin”?
Desculpem o trocadilho. Eu estou falando da banda nova yorkina Uh Huh Her, formada por Camila Grey (baixo, guitarra e vocal) e Leisha Hailey (teclado e vocal) no início de 2007. O electropop indie tocado pela banda soa muito familiar no primeiro álbum, denominado Common Reaction, lançado em agosto de 2008 pela Nettwerk Records. As influências do som do Uh Huh her passam por David Bowie e The Cure, com a melancolia do Radiohead acompanhando alguns momentos das composições e refrões a la The Smiths. O nome “Uh Huh Her” foi inspirado pelo álbum de mesmo nome, da cantora PJ Harvey, lançado em 2004.
Leisha Hailey foi integrante do grupo The Murmurs, mais tarde chamado Gush e abandonou a música por um tempo para estrelar na série The L Word, do Showtime, como a personagem Alice Pieszecki, uma jornalista bissexual. Camila Grey foi baixista e tecladista da cantora Kelly Ousbourne, Melissa Auf der Maur e outros músicos, além de ser ex-integrante da banda de rock Mellowdrone. Inicialmente o Uh Huh Her tinha três integrantes, sendo Alicia Warrington a baterista, que deixou a banda antes do lançamento do clipe Not a Love Song.
Sons parecidos: Tegan and Sara, Kinnie Starr, The Organ, An Horse, Télépopmusik, Metric.
Destaques do Álbum Commom Reaction: Say So, Wait Another Day, Not a Love Song e Common Reaction.