Com matéria intitulada “Bon Iver: o artesão”, a SPIN de julho deu capa para Bon Iver (de nome Justin Vernon, pra quem não sabe), mostrando a intimidade do músico na sua casa-de-campo-estúdio-bunker-fazenda, situada num condado de Wisconsin. Na entrevista ele fala sobre a conclusão do seu mais recente trabalho, o homônimo “Bon Iver” (2011) e também sobre detalhes de como foi concebido seu primeiro trabalho (For Emma, 2008). Conta também como Kanye West, o rei do auto-tune, curtiu o efeito de vocoder que Vernon usou na faixa Woods, do EP Blood Bank e o interesse de Kanye em ter colaboração de Vernon no seu álbum “My Beautiful Dark Twisted Fantasy”… E muito mais!
Leia a matéria completa (em inglês) aqui e ouça o álbum já!
Selena Gomez e seu The Scene liberaram um novo single, chamado Whiplash, que estará no novo álbum da cantora Disney, When The Sun Goes Down. A grande novidade, no entanto, é que a música foi co-escrita por ninguém menos que Britney Spears e ficou no cutting floor das faixas que entraram em Femme Fatale.
A música, meio sexy, meio animadinha, tem a cara da Brit, mas ficou ótima na voz da Selena, que, no entanto, costuma ser menos ousada em suas produções, já que seu público é mais infanto-juvenil. Será que a namorada de Justin Bieber está tentando seguir os passos de Miley Cyrus? O patrão Mickey Mouse não deve estar feliz com toda essa rebeldia!
A banda The Kooks usou o twitter nessa terça-feira para divulgar sua nova música. A idéia era a de que quanto mais vezes fãs tuitassem a hashtag #junkoftheheart mais tempo da música “The Saboteur” seria divulgado.
Nem precisa falar que a galera pirou e a música você pode ouvir na íntegra aqui:
Em uma apresentação recente no famoso The Troubadour, em Los Angeles, Leighton Meester deu uma pequena amostra de como será seu novo álbum. A atriz de Gossip Girl parece ter se inspirado em seu recente filme Country Strong (em português, Onde o Amor Está, até onde o IMDB me contou) para o repertório.
Na nova canção apresentada aos fãs nesta segunda-feira, Leighton mostra um lado mais calminho, com uma levada meio country, meio folk, bem diferente do que mostrou em seu primeiro single, Somebody to Love (qual o problema das pessoas com esse nome de música?!), que segue uma linha mais disco, meio sexy.
Além da nova música, nossa querida e eterna Blair estreou ainda um corte de cabelo novo, que eu, particularmente, achei bem lindo!
Curioso para ouvir a nova música? Então aperta o play:
Para quem não viu Country Strong e ainda não apreciou todo o talento de Leighton interpretando a linda Words I Couldn’t Say:
E para quem não conhece o single Somebody to Love (que não é do Justin Bieber e muito menos o do Queen):
O queridinho Miles Kane acaba de lançar seu novo clipe, “Inhaler” cheio de imagens dos bastidores da turnê de seu primeiro álbum solo, “Colour of the Trap“, lançado esse ano. A faixa foi lançada como single em novembro do ano passado, mas, atendendo aos pedidos dos fãs, está sendo relançada agora.
O vídeo foi dirigido por Charlie Lightening, que trabalhou recentemente com o Beady Eye, banda do polêmico Liam Gallagher (que por sinal se diz admirador do talentoso Miles!) e que é atração confirmada no lineup do festival Planeta Terra em novembro por aqui.
O ex-Rascals e parceiro de Alex Turner no genial Last Shadow Puppets acabou de passar pelo Brasil para um show no Cultura Inglesa Festival em São Paulo. Quem não foi perdeu uma mostra do tanto de talento que esse garoto tem. É a atual grande promessa da música inglesa. Veja o clipe e prepare-se para ouvir mais e mais sobre Miles Kane a cada dia.
E a musa Katy Perry apronta de novo! Saiu hoje, dois dias antes do previsto, o tão aguardado novo vídeo do quinto single de seu mais recente álbum, “Teenage Dream”, “Last Friday Night (T. G. I. F.)” e a mocinha caprichou dessa vez, em todos os sentidos.
No vídeo ela é a vizinha brega, zoada e nerd da garota festeira Rebecca Black, que interpreta ela mesma, e até depila o buço da Katy. A garota brega fica incomodada com o barulho da festa e vai tentar acabar com tudo, mas chegando lá, entra no clima, passa por uma extreme makeover e leva até seu tio, interpretado por ninguém mais que Kenny G (!) para cair na dança. Para completar a família maravilha 80’s, sua mãe é Debby Gibson!
A festa ainda conta com o Hanson ao vivo, muita bebedeira, cores, e a participação dos atores de Glee, Kevin Mchale e Darren Criss.
A música é muito legal, o vídeo super divertido, o melhor saído de “Teenage Dream”, sem dúvidas!
O nosso colega Rafael Roncato conversou com Cacá V, vocalista do Copacabana Club, para conhecer ainda mais a história banda e deliciar-se com a novidade do primeiro CD, lançado hoje
Por Rafael Roncato
O calor está infernal. Os corpos tomados pelo suor são envolvidos numa atmosfera de excitação, resultado da união de batidas frenéticas extremamente dançantes e os jogos de luzes. Mesmo assim, o público parece não estar nem próximo de se cansar, e muito menos perder a animação, quando a vocalista Cacá V e o guitarrista Alec Ventura começam a cantar energicamente os primeiros versos de “King Of The Night”. A platéia estupefata dá início às palmas e uma cantoria uníssona quase gritada, deixando no ar uma química contagiante.
“Looks like he wanna be the king of the night…”, nesse exato momento dá-se uma pequena pausa. Cacá salta em meio à multidão, que de meros dançarinos pseudo-cantores passam a coadjuvantes da festa, e a banda parte para o refrão como um golpe sonoro. O público explode num frenesi dançante ao redor da vocalista, suas três borboletas coloridas tatuadas no braço esquerdo multiplicam e misturam-se ao movimento elétrico de todos que estão na pista. “É isso a balada do Copacabana Club”, brinca Cacá.
O que antes seria apenas uma banda entre amigos por pura diversão, agora concretiza-se como assunto sério com o lançamento do primeiro disco. Em menos de quatro anos, os curitibanos do Copacabana Club tornaram-se uma das grandes promessas da música nacional, posição conquistada por um “boom” acidental, surpreendendo tanto seus integrantes quanto a mídia especializada. “Quando a gente começou, eu mal sabia cantar e tocar qualquer instrumento”, conta Cacá V, a carismática vocalista do quinteto, “Nunca tive uma banda antes. O Copa foi um projeto pra gente se divertir e ser mais um tipo de escape, um hobby”, completa.
Hobby que não poderia ser mais dançante. Batido em liquidificador, a banda faz um rock alternativo de mistura saborosa e bem energética, reflexo do gosto musical democrático de seus integrantes: vai de Beatles a Primal Scream, passando de Stevie Wonder para Stereolabs e LCD Soundsystem, acrescentando também um toque de brasilidade dos anos 70, como Jorge Ben. “Cada um tem suas influências e gosta de um tipo de som, e no final dá uma soma bem legal”, comenta Cacá. Com tanta sonoridade, classificar o Copacabana Club não é tarefa fácil; tanto que colocá-los como rock alternativo é uma das possíveis soluções, como para com tantas outras bandas.
Em meados dos anos 1980, o rock alternativo tornou-se uma saída simples para enquadrar bandas independentes influenciadas pelo punk rock e os sons que se desenvolveram depois, como o pós-punk e o new wave. A cena pertencia aos pequenos clubes, com aparições mais modestas, uma ou outra música alcançando o ponto mais alto das paradas e ocasionalmente recebendo críticas em publicações mais influentes. Hoje a história muda, mas nem tanto: grande parte das bandas independentes continua nos pequenos bares, os selos independentes ainda estão por aí, algumas bandas dão mais sorte que outras, mas a visibilidade e o hype aumentaram consideravelmente com a internet e as redes sociais, como o MySpace.
Dos anos 1990 aos 2000 mais bandas começaram a ganhar reconhecimento, como Radiohead, The Strokes, The Killers, The White Stripes e Yeah Yeah Yeahs. Sons que de uns anos para cá tomam as pistas das baladas alternativas, muito conhecidas pela Rua Augusta, em São Paulo, que também serve de celeiro para novas bandas, mesmo com influências e sonoridades, às vezes, completamente distintas. “Ter uma banda que todo mundo conhece e se estabelecer nesse espaço é mais difícil, porque é tanta gente, tanta banda legal, tanta coisa acontecendo que você tem que ser mais que genial para ficar nesse lugar”, analisa Cacá, considerando-se ainda uma novata na área com seus três anos de estrada.
Em 2007, após voltar de uma temporada de cinco anos em Londres, o vocalista e guitarrista Alessandro Oliveira – Alec Ventura – encontrou num bar o também guitarrista Luciano Frank, antigo companheiro de banda. Desse encontro informal, os dois decidiram montar uma nova banda juntos, e logo de cara convidaram a baterista Cláudia Bukowski, que já havia tocado com Luciano em outra banda. A vocalista Camila Cornelsen – Cacá V – estava ao lado durante o convite, entretanto com ela foi um pouco diferente. “Eu acabei me convidando para entrar no Copacabana”, relembra Cacá, que completa em tom repressor: “Eu não admitia que eles ficassem falando de montar uma banda sem mim” e cai na risada. Em junho de 2007, dois meses depois dos convites boêmios e alguns ensaios, foi a vez de Tile Douglas assumir os baixos, completando a sonoridade do Copacabana Club. Em pouco tempo a banda já contava com quatro faixas para o lançamento do EP “King Of The Night”, de 2008.
De lá para cá o caminho foi de ascensão: capa do caderno Ilustrada, da Folha de S. Paulo, vencedores do projeto Levi’s Music 2009, apareceram em vinhetas da MTV e indicação para no VMB 2009, principal premiação da MTV brasileira; em 2010 fizeram uma pequena turnê pelos Estados Unidos e disputaram o Prêmio Multishow. Tudo isso conquistado apenas com um EP, crescente número de visualizações no MySpace e o clipe de “Just Do It”. Quando pergunto da rápida repercussão da banda, Cacá responde enfática: “A gente não esperava. Eu não imaginava que em tão pouco tempo a banda tomasse tanto tempo da minha vida”.
Mesmo com o repentino sucesso, os Copas não viviam completamente da música. “Todo mundo tem alguma coisa para fazer, sabe?” comenta Cacá que trabalha com fotografia, e considerava a carreira na música antes como um plano C. Há pouco tempo, Tile teve que optar entre o emprego fixo em Curitiba e a banda, devido à dificuldade de conciliação; diferente do novo guitarrista Rafael Martins, jornalista e com horários mais flexíveis que os demais integrantes. “Ainda não conseguimos nos desprender tanto porque não ganhamos o suficiente”, explica.
E foi graças à soma dos empregos e das apresentações pelo Brasil que o Copacabana foi capaz de fazer sua primeira turnê internacional, com passagem por Nova York, Boston, Filadélfia e também pelo renomado festival independente South By Southwest, em Austin, Texas: “Como é independente, eles não te pagam nada. E a gente já tinha decidido que iríamos de qualquer maneira, então juntamos nossos cachês e economias”, conta Cacá. Dessa oportunidade, a banda conseguiu mostrar o que trazem de melhor: a energia do vivo, também servindo de termômetro para as músicas. “Foi como se a gente tivesse que tocar todas as nossas músicas do zero”, relembra, “Lá ninguém conhecia nada, então foi bom para gente testar algumas músicas que já tínhamos feito”, completa a vocalista.
No embalo da turnê e aproveitando o amadurecimento das músicas, os Copas finalmente lançaram seu disco de estreia, o aguardado Tropical Splash. Ao perceber a força do ao vivo, o desafio foi transmitir essa energia e descontração dos palcos para o estúdio. “Por mais que seja legal ao vivo, às vezes é difícil fazer isso sem soar estranho ou cafona”, garante Cacá, e acrescenta: “temos conseguido explorar de uma maneira legal essa nossa força dos palcos”. Depois de um ano e três meses de gravação e produção, a banda não via a hora de ter o produtor final em mãos e ouvidos, independentemente do formato. “Seja da forma que for: digital, físico, gravadora, independente, nossa ideia era apenas lançar”, afirma a vocalista, que continua com uma autocobrança: “Já estava mais que na hora de lançar um disco”. Ao ser questionada sobre o momento que vive no Copacabana Club, Cacá demonstra-se realmente satisfeita ao repensar sua vida. “De certa forma eu sempre tive vontade de fazer música, só não sabia como. De repente o Copa foi a oportunidade perfeita para isso.”
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Quer dar uma conferida nas músicas novas? Então aperta o play nesse preview que vai deixar aquele gostinho de quero-mais.
Sexta-feira, 3 de junho, 20h. Encarando um frio caprichado da noite paulistana, encontrei-me em um hostel muito simpático na Vila Madalena com os meninos do Apanhador Só, banda porto-alegrense que se apresentou no dia 4 de junho no Centro Cultural São Paulo e em uma intervenção especial no Parque do Ibirapuera, no dia 5.
Os meninos me receberam muito bem (aliás, no local foi gravada a vinheta para a indicação de Aposta MTV do VMB do ano passado) e logo começamos a conversar sobre a banda, os projetos antigos, atuais e futuros, além dos shows e dos times de futebol de cada um. Após uma maratona de shows no Rio de Janeiro, eles tiraram a sexta para descansar e conceder uma entrevista para o Vitroleiros.
“Já tocamos bastante em São Paulo. É quase como a nossa segunda casa, o lugar onde a gente tem mais público, tirando Porto Alegre. É legal vir pra cá e ver alguns rostos conhecidos nos shows, o pessoal cantando as músicas… muito massa”, conta Alexandre, vocalista. Sobre o Acústico Sucateiro, álbum recém disponibilizado no site da banda, eles contaram que a gravação faz parte de um processo longo.
“Em 2005, a Carina Levitan estava com a gente na banda, e acompanhava o som da guitarra, baixo e bateria com a percussão sucata. Mas daí ela foi pra Londres e deixamos a versão desplugada de lado. Às vezes, éramos chamados pra tocar em lugares que não comportavam o formato plugado da banda, então resolvemos adaptar os arranjos das músicas para uma versão desplugada, e não só tocá-las no violão”, completa.
O resultado agradou tanto a banda que eles resolveram gravar o álbum e disponibilizá-lo no site da banda (para quem não baixou, você o encontra aqui). Agora, eles estudam uma forma de unir as duas versões, plugada e desplugada, em um único show. Na apresentação da semana passada, para exercitar as duas formas da banda, o show foi dividido em duas apresentações.
A ideia de ir para o Parque Ibirapuera foi a influência de versões já testadas nos parques de Porto Alegre. ”O Acústico Sucateiro tem outras propostas, precisa de lugares mais tranquilos e intimistas pra rolar, até pra combinar com o clima e a estética que a gente propõe. As pessoas precisam ver o que a gente tá fazendo, aí por isso tem que ser menos gente, um show mais leve”, contou Felipe, guitarrista da banda. Martin, baterista, comentou que “é muito legal testar os sons que saem ao tocar na sucata. É aquela experiência de batucar nas coisas e testar os sons, de cantil, ralador… pra ver que sons saem”.
Felipe ainda contou que eles desejam tocar em outros lugares inusitados, para mostrar se trabalho e se relacionar com espaços urbanos de formas diferentes. “No show que fizemos no Rio, decidimos levar uma parte da apresentação para a praça em frente ao local onde tocamos. É uma forma de interagir de um jeito diferente com quem conhece a banda e com quem não conhece. A gente já chegou a tocar até na escadaria do metrô Sé e foi muito bacana”.
Curtiu? Ficou com vontade de ver a banda? Pois eles estarão de volta fazendo show em São Paulo no Jukebox Festival. No twitter deles, dá pra acompanhar por onde eles fazem shows, pelo Brasil todo. Super recomendado!
(Agradecimentos especiais à Roberta Lopes, pela concessão das fotos dos shows!)
A grande notícia prometida pelo Kaiser Chiefs no lançamento do single Little Shocks foi finalmente revelada!
The Future Is Medieval está disponível para download de uma forma bem surpreendente: você pode criar o seu próprio álbum, num layout super bem pensado, no hotsite da banda!
Basta entrar no site, escolher 10 entre as 20 novas músicas disponíveis, criar uma arte de capa e fazer o download de tudo isso por apenas £7,50, que podem ser pagas com cartão de crédito ou via paypal!
As faixas disponíveis para a montagem de The Future Is Medieval são as seguintes:
1. Little Shocks 2. When All is Quiet 3. Out of Focus 4. Starts with Nothing 5. Child of the Jago 6. Back in December 7. Problem Solved 8. If You Will Have Me 9. Can’t Mind my own Business 10. Cousin in the Bronx 11. Saying Something 12. Coming up for Air 13. Heard it Break 14. Fly on the Wall 15. Things Change 16. I Dare You 17. Long Way From Celebrating 18. My Place is Here 19. Dead or in Serious Trouble 20. Man on Mars