Just Like a Woman

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A Liv Brandão – do blog “Go To Heaven” – preparou essa mixtape fofíssima só com versões “mulherzinhas” de bandas como The Strokes, Hot Chip e Arctic Monkeys.

A minha favorita foi Emmy The Great com “Where’s My Mind”

Salvou minha segunda-feira.

Confiram a coletânea completa aqui.

Mais sobre a Emmy na página dela do MySpace

Ah, sobre o título.  “Just Like a Woman” é uma das faixas do álbum “Blonde on Blonde” (1966), do Bob Dylan. Reza a lenda que a letra da música (“She aches just like a woman / But she breaks just like a little girl”) foi inspirada em Edie Sedgewick, a socialite, modelo e musa de Andy Warhol. Edie e Dylan tiveram um breve romance, mostrado no terrível “Factory Girl” e no genial “I’m Not There”. Muitos acreditam que o clássico “Like a Rolling Stone” também carrega a inspiração de Edie.

Quer brincar de Lego?

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Se liga nessa guitarra incrível construída toda com peças de Lego! Serviço profissa: Dá até pra tocar – o único problema é que desafina o tempo todo. Não é forte o suficiente para suportar a tensão das cordas por muito tempo, por isso nas fotos ela está sem ;)

Não quer tentar não?
Fonte: Geekassaurus

Irlanda para os seus ouvidos

Dia 17 de março, que acabou de passar, foi St. Patrick’s Day (Dia de São Patrício), considerado o Dia Nacional da Irlanda. Saint Patrick é o santo padroeiro da ilha Esmeralda, de quem a história é muito importante no contexto de identidade irlandesa. Para comemorar este dia irlandeses, descendentes e apreciadores da cultura espalhados por todo o mundo vão aos pubs, bebem cerveja Guinness e se divertem. Mas não é só isso. Além das programações da Igreja Católica na Irlanda e em comunidades mais fortes há também todo um lado cultural, com danças, músicas, etc.

Cara IrlandaNo Brasil a comunidade irlandesa é pequenininha, apesar de ter um grande número de apreciadores da cultura celta. Dentre os interessados, brasileiros ou não (ou meia-a-meia, tipo eu), muitos se dedicavam a elementos separados e viviam divulgando-os cada um em seu canto. Desde o ano passado surgiu um fator unificador desses resquícios e desses interesses pela Irlanda no Brasil. É o Irish Institute (Instituto Brasil-Irlanda) que está, ao longo desta semana, promovendo o evento de divulgação destes variados elementos ao longo desta semana, o Cara Irlanda.

Em questões musicais já se foi uma palestra, mas para os interessados ainda há mais (detalhes abaixo). No terceiro dia do festival, segundo de palestras, Claudio Crow e Gustavo Lobão se juntaram para dar ao público (em uma hora!) um panorama da Música Irlandesa. Com muito jeito (e pressa) eles conseguiram passar “a taste” (um gostinho) do que se toca na pequena ilha européia.

Turlough O'CarolanAmbos explicaram um pouco das raízes da música irlandesa, passando pelos gigantes do pop e da forma como a trad music persiste até hoje. Mencionaram grandes nomes e citaram os instrumentos principais. Gustavo até mesmo deu uma “palhinha” de Bodrhán e das colheres de sopa (sim, isso mesmo) usadas como percussão.

Além de tudo isso, Crow e Lobão também explicaram alguns aspectos da trad music (não se chama folk por conta da forma de transmissão da música…). A música irlandesa é viva e ainda varia muito. Não está firmada, mas ainda modificam-se as notas, crescem os instrumentos (alguns foram “importados” de países como a Grécia), variam-se as formas. Curioso, lembrou Lobão ao longo da palestra, é que quando há a junção de vários instrumentos (antigamente eram tocados separados) eles tocam juntos mas de forma polifônica. Aliás, uma das outras características é que cada músico atribui seu toque pessoal. A música é passada de geração a geração não através das aulas como conhecemos, mas através do acompanhamento e observação de um exemplo, levando o aprendiz a imitá-lo (digo, sem, por exemplo, exercícios para aprender, mas prática e acompanhamento). É uma música antiga (mas não majoritariamente) e doméstica.

A dupla também explicou que das diversas formas de performances no Brasil só há algumas, como as apresentações organizadas e os shows. Lá na Irlanda (e em outros países com a forte tradição irlandesa viva) há também as Seisiun (Session, seção), nas quais os artistas se juntam aleatoriamente e começam a tocar. Há os festivais e as gravações de discos, por fim. Crow comentou, também, que em estilos musicais como o heavy metal (citou a banda Iron Maiden) a guitarra faz mais ou menos como a flauta e o violino fazem na trad music.

Mulher tocando BodrhánInteressou? Pois bem, ainda haverá mais. Claudio Crow, depois da palestra, me informou que eles estão planejando algum tipo de curso junto ao Instituto para quem estiver interessado, então é só manter os olhos abertos. Mas ainda durante esta semana vai rolar algumas coisas.

Para começar hoje, sexta-feira (já passou da meia-noite, aí?), haverá um Workshop de Bodrhán com o mesmo Gustavo Lobão, que além de dar aulas também estuda Música na UNESP, e com Marcos Reis (20/03, 16h30, Livraria Cultura do Conjunto Nacional, Av. Paulista, 2073; Lounge da Loja Artes).

The Drunken Merrows From DundalkJá no sábado, 21, haverá, depois da apresentação de Dança Irlandesa pelo Banana Broadway (de Campinas, às 13h), um show juntando três importantes bandas brasileiras que tocam música irlandesa formando o The Drunken Merrows From Dundalk”. Será às 14h30 no Memorial do Imigrante (Av. Visconde de Parnaíba, 1316, Metro Bresser). No domingo, 22, ainda haverá mais shows no mesmo local (U2 Tribute, Merrow, Dundalk e Claudio Crow com seu “The Drunken Bards Project”) a partir das 12 horas.

Não percam esta oportunidade de conhecer a magia da música irlandesa e, para entrar no clima, se alucinar com ela.

O que você não sabia sobre Carla Bruni

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Você sabe que ela já integrou o time das supermodelos nos anos 90. Mas talvez você não saiba que ela é fumante desde a adolescência.

Você sabe que ela é a atual primeira-dama da França, casada com Nicolas Sarkozy. Mas talvez você não saiba que ela teve um gato batizado de George Sand, em homenagem à feminista e escritora francesa.

Você sabe que ela namorou Mick Jagger, mas talvez você não saiba que sua música favorita dos Rolling Stones é "Jumpin’ Jack Flash".

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Você sabe de tudo isso. Mas talvez você não saiba que  sua própria música, uma mistura de folk com a tradicional chanson francesa, é uma delícia de se ouvir. E que ela, assim como Juno, se divertiu com uma versão de "Anyone Else But You", do Moldy Peaches.

Carla Gilberta Bruni Tedeschi nasceu no dia 23 de dezembro de 1967, em Turim, na Itália. Ela está oficialmente no mundo da música desde 2002, quando lançou o álbum "Quelqu’un m’a dit".  Sucesso comercial na França, o álbum foi sucedido pelo anglófono "No Promises", recheado com versões musicadas de poemas de Yeats e Dorothy Parker. O último disco de Carla Bruni, "Comme si de rien n’était", pode ser ouvido no MySpace.

Sinais do Apocalipse

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“Agora é pra valer. A cantora Mallu Magalhães assumiu o seu namoro com o também cantor Marcelo Camelo, na noite deste sábado, 22, durante uma apresentação no Morro da Urca, na Zona Sul do Rio. Quando questionada sobre a diferença de idade entre ela e o namorado, Mallu respondeu: “Não vejo problema nenhum com essa história de idade. Isso existe?”, disse ela, que aos 16 anos vive um romance com um homem de 30 anos. “¹

Mallu Magalhães, 16, e Marcelo Camelo, 30.

O Problema não é nem a idade. ( São só 14 anos, 6 meses e 24 dias de diferença). Antigamente meninas de 13 anos casavam-se com homens de 40 bem mais barbudos.

Imagine que você é uma garotinha adolescente, que cheira a talco de bebê, é um prodígio musical pega um violão, um banjo, um piano, uma gaita e por aí vai, toca todos estes instrumentos e ainda é dona de uma voz agradável e melódica, usa vestidinhos listrados e coloridos bem passados pela mãe e seu pai  te obriga a cancelar um show, porque você tem que estudar para a semana de provas do primeiro colegial. Agora Imagine um tufo de pelos, mas bem peludo mesmo entrando da sua boca e… urgh! Bom, é melhor eu parar por aqui.  É essa impressão que tive quando fiquei sabendo que Mallu Magalhães e Marcelo Camelo estavam namorando.

Isso NÃO é um blog de fofoca, certamente, mas foi a melhor maneira de externalizar minha indignação. Desculpem meus amigos que são a favor de tal relacionamento… não que eu seja contra, só quero que a Mallu seja feliz! (longe de um pedaço de Bombril enferrujado).

Sabe aquela filha que você cria a leite com pêra, cuida, educa e na hora dela andar com as próprias pernas você fala “Vá filha, você já pode encarar o mundo! Seja livre!”. Você solta a guria e ela encontra um sedutor ex-Los Hermanos, com cornos de Anna Júlia e visual a la Tom Hanks no Náufrago…e faz dele seu homem. E você pensa ” Foi pra isso que eu te criei Mallu? Volte para os braços do papai!”

Brincadeiras a parte, Mallu, desejo seu sucesso gradativo e sua felicidade incondicional, sério mesmo! A verdade é que tudo isso é uma questão de gosto. Nada contra os barbudos de 30 anos que beijam menininhas. Mas agora estou torcendo para a Anna Júlia voltar pra esse cara estranho que chegou! E se for para a eternidade este novo amor eterno, quem tratar a Mallu como janta vai se ver comigo!

That’s it folks, desculpem o desabafo!

¹Trecho e imagem extraídos do link http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL872380-9798,00-MALLU+MAGALHAES+E+MARCELO+CAMELO+ASSUMEM+ROMANCE.html