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	<title>vitroleiros.org &#187; Música</title>
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		<title>Filha de Madonna lança linha de roupas</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 18:18:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anita Porfirio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lola (também conhecida como Lourdes Maria), a filha da diva pop Madonna, uniu-se à rede de fast-fashion Macy&#8217;s para criar uma coleção de roupas e acessórios. A tal coleção se chama &#8220;Material Girl&#8221; e estará nas lojas a partir do dia 3 de agosto. Nada de errado em adolescentes desenhando roupas para grandes marcas, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lola (também conhecida como Lourdes Maria), a filha da diva pop <em>Madonna</em>, uniu-se à rede de fast-fashion Macy&#8217;s para criar uma coleção de roupas e acessórios. A tal coleção se chama &#8220;<strong>Material Girl</strong>&#8221; e estará nas lojas a partir do dia 3 de agosto. Nada de errado em adolescentes desenhando roupas para grandes marcas, mas as criações de Lola parecem indicar que ela não consegue se desligar da aura gigantesca da mãe.</p>
<p>Começando pelo nome, Material Girl, que é uma das mais famosas músicas de Madonna. E depois, se analisado o <em>lookbook</em> da coleção &#8211; com a atriz Taylor Momsen -, vemos que as roupas são praticamente cópias do que a rainha do pop usava nos palcos na década de 80. Acho que está na hora da pequena Lola buscar uma identidade própria, se isso for possível&#8230;</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://juliapetit.com.br/wp-content/gallery/material-girl/46795-094_300dpi.jpg" alt="" width="500" height="750" /></p>
<p>Enfim, fica a Material Girl original pra vocês curtirem.</p>
<p><object width="500" height="400"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/FbJa10fzNOM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/FbJa10fzNOM&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="400"></embed></object></p>
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		<title>Quer um Rock inovador? Conheça o Jamirulus</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 19:54:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clara Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Indie]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
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LISTEN: 
 
Pessoas com seus 20 e tantos anos, um pouco mais, um pouco menos, podem se sentir perdidas quando ligam o rádio e ouvem as músicas que estão nas paradas nestes últimos anos e meses. Três tipos definem: pop rock emo/“colorido”, black music e Lady Gaga.
Quando ouvi o som do Jamirulus, aquela esperança de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-3658" href="http://vitroleiros.org/musica/quer-um-rock-inovador-conheca-o-jamirulus/attachment/jamirulus-2/"><img class="alignnone size-full wp-image-3658" title="jamirulus" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2010/07/jamirulus1.jpg" alt="" width="550" height="180" /></a><br />
<strong>LISTEN: </strong><br />
<center><object width="201" height="184"><param name="movie" value="http://listen.grooveshark.com/widget.swf" /><param name="wmode" value="window" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="flashvars" value="hostname=cowbell.grooveshark.com&#038;widgetID=21941869&#038;style=metal&#038;bbg=40ff00&#038;bfg=ffffff&#038;bt=000000&#038;bth=40ff00&#038;pbg=000000&#038;pbgh=ffffff&#038;pfg=40ff00&#038;pfgh=000000&#038;si=000000&#038;lbg=000000&#038;lbgh=ffffff&#038;lfg=40ff00&#038;lfgh=000000&#038;sb=000000&#038;sbh=ffffff&#038;p=0" /><embed src="http://listen.grooveshark.com/widget.swf" type="application/x-shockwave-flash" width="201" height="184" flashvars="hostname=cowbell.grooveshark.com&#038;widgetID=21941869&#038;style=metal&#038;bbg=40ff00&#038;bfg=ffffff&#038;bt=000000&#038;bth=40ff00&#038;pbg=000000&#038;pbgh=ffffff&#038;pfg=40ff00&#038;pfgh=000000&#038;si=000000&#038;lbg=000000&#038;lbgh=ffffff&#038;lfg=40ff00&#038;lfgh=000000&#038;sb=000000&#038;sbh=ffffff&#038;p=0" allowScriptAccess="always" wmode="window" /> </object></center><br />
Pessoas com seus 20 e tantos anos, um pouco mais, um pouco menos, podem se sentir perdidas quando ligam o rádio e ouvem as músicas que estão nas paradas nestes últimos anos e meses. Três tipos definem: pop rock emo/“colorido”, black music e Lady Gaga.</p>
<p>Quando ouvi o som do <strong>Jamirulus,</strong> aquela esperança de buscar algo bom e diferente que não fosse restrito a um público de pseudo cults ou excêntricos musicais, que parecia ter morrido, veio à tona de novo.</p>
<p>&#8220;O <strong>Jamirulus</strong> é uma banda com a energia do pop, o peso do rock e o groove do funk. A proposta da banda é inovar o cenário musical atual do Brasil, com um estilo diferenciado mas sem deixar o gosto popular de lado&#8221;, conta Simba, o guitarra do <strong>Jamirulus</strong>.</p>
<p>Sete anos de banda. É um tempo longo suficiente para saber exatamente como agradar ao público. Os simpáticos e talentosos integrantes da banda desta <a href="http://vitroleiros.org/?s=entrevista&amp;x=0&amp;y=0&amp;=Go" target="_blank">#Entrevista</a> são:</p>
<p><strong>Bruno Geddy &#8211; Vocal<br />
Leandro Piru &#8211; Baixo<br />
Yuri &#8211; Teclado e Guitarra<br />
Simba &#8211; Guitarra<br />
Don Boccalini &#8211; Bateria</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O primeiro álbum do grupo, denominado “<strong>54</strong>” está previsto para ser lançado no mês de agosto de 2010. O disco já foi gravado e está sendo finalizado em fase de mixagem. Os garotos prometem que logo menos estará disponível no site <a href="http://www.jamirulus.com" target="_blank">www.jamirulus.com.br</a>, junto com um clipe novo.</p>
<p>E neste fim de semana, nos dias 24 e 25 de julho, os caras vão tocar em Carapicuíba num  evento de bandas independentes e domingo no evento da rádio  Metropolitana no Itaim Paulista, zona leste de São Paulo.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-3638" href="http://vitroleiros.org/musica/quer-um-rock-inovador-conheca-o-jamirulus/attachment/flyer-jamirulus/"><img class="alignnone size-full wp-image-3638" title="flyer jamirulus" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2010/07/flyer-jamirulus.jpg" alt="" width="550" height="330" /></a></p>
<p><strong>CONFIRA A #ENTREVISTA:</strong></p>
<p><strong>Como a banda começou?</strong></p>
<p>O <strong>Jamirulus</strong> existe desde 5 de abril (05/04 &#8211; para quem não sabe, 54 é intitulado o nome do nosso priemiro álbum) de 2003, quando os amigos<strong> Leandro (Piru)</strong> e <strong>Phillip (Simba)</strong> começaram a fazer aulas de baixo e guitarra respectivamente, e o irmão de <strong>Piru</strong>, <strong>Guilherme (Don)</strong> começou a estudar bateria e decidiram montar uma banda. Vizinho de<strong> Piru</strong>, <strong>Daniel Broetto</strong> assumiu o posto de vocalista e um amigo de infãncia de <strong>Simb</strong>a e <strong>Piru Carlos &#8220;Toss&#8221;</strong>, a outra guitarra. Estava formado o <strong>Jamirulus</strong> Anos mais tarde, por escolha própria, os membros <strong>Daniel e Carlos</strong> deixaram a banda e entraram <strong>Yuri Blackhammit</strong> na guitarra e teclados e seu colega de conservatório <strong>Bruno Geddy</strong> nos vocais. Formação atual da banda.</p>
<p><strong>Quais são as influências do Jamirulus?</strong></p>
<p>Nossas influências são todas possíveis, do pop ao rock, da MPB ao jazz e por aí vai: Red Hot Chili Peppers, Rush, Guns &#8216;n Roses, Charlie Brown Jr, Talisman&#8230;.</p>
<p><strong>De onde veio o nome diferente e curioso da banda?</strong></p>
<p><strong>Jamirulus</strong> veio de uma brincadeira entre <strong>Simba</strong> e <strong>Piru</strong> com uma amiga de escola que apelidamos de <strong>Jamirulus Octavius</strong> (antigo nome da banda). Pra ficar mais fácil deixamos só <strong>Jamirulus</strong>. Existe, inclusive, na internet e no nosso site, um vídeo nosso no CQC respondendo a essa pergunta no top five, graças a &#8220;brilhante&#8221; explicação do baixista. (risos)</p>
<p>&gt;&gt;&gt; Assista à explicação (&#8230;) que o baixista Piru deu sobre o nome <strong>Jamirulus</strong> ao CQC, programa da TV Bandeirantes:<br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/4Mr8C9turrs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/4Mr8C9turrs&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><strong>Contem sobre a participação de vocês em programas eventos.</strong></p>
<p>Além de programas de internet, aparecemos pela primeira vez no programa On Stage em guarulhos. Era um programa para bandas independentes que queriam dar uma divulgada no material, também tivemos a participação no programa Lu na TV (de onde foi tirado o video que foi pro Top Five do CQC) e tivemos uma breve aparição no programa do Jô Soares num cartaz anunciando o Manifesto Rock Fest (festival organizado pelo <strong>Piru</strong> com o Manifesto bar) onde apareceu nossa foto como banda de encerramento do evento que teve menção pelo Jô. Temos que agradecer, e muito, à banda Capital Inicial, pois no dia 1º de  maio de 2010 tivemos a oportunidade de tocar com eles e sem dúvida foi  uma experiência incrível.</p>
<p><strong>Para ganhar fama e notoriedade no mundo da música, é necessário ter Q.I. (quem indica) e &#8220;padrinhos&#8221;?</strong></p>
<p>Para ser reconhecido ter contatos e &#8220;padrinhos&#8221; é muito importante. Não nos lembramos de uma banda que ficou muito famosa sem ajuda de grandes produtoras ou gravadoras ou dinheiro para investir na divulgação de imagem. Nós do <strong>Jamirulus</strong>, como nossas letras dizem, acreditamos também em perseverança, acreditar nos seus sonhos, lutar, correr atras e fazer acontecer. Isso para nós é o principal, além do talento musical. Acreditamos que o cénario musical está sempre mudando. As bandas  ditas como &#8220;coloridas&#8221; vieram talvez por abordar temas mais jovens, ou o  modo como se vestem não sabemos dizer ao certo, o mundo musical é  absurdamente vasto. O <strong>Jamirulus </strong>não é uma banda colorida e quer tentar  trazer um estilo novo para os jovens e adultos do mundo inteiro.</p>
<p><strong>Na opinião do Jamirulus, existe ajuda entre as bandas menos divulgadas pela mídia que fazem parte do cenário independente?</strong></p>
<p>No cenário independente existe sim mais ajuda entre as bandas. Todas as bandas independentes deveriam pensar dessa forma, assim todos chegaremos juntos ao lugar mais alto.</p>
<p><strong>O Jamirulus indica alguma banda para quem está a fim de novidade? </strong></p>
<p>Estamos fazendo shows juntos com a <strong>banda LYS</strong>, parceiros de longa data com um som de primeira qualidade.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/jamirulus54" target="_blank">Youtube</a></p>
<p><a href="http://www.jamirulus.com " target="_blank">Site Oficial</a></p>
<p><a href="http://www.fotolog.com.br/jamirulus54" target="_blank">Fotolog</a></p>
<p><a href="http://www.twitter.com/jamirulus54 " target="_blank">@jamirulus54</a></p>
<p><a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=753206" target="_blank">Orkut</a></p>
<p><a href="http://www.facebook.com/profile.php?ref=profile&amp;id=100000733395017" target="_blank">Facebook</a></p>
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		<title>Trilha internacional</title>
		<link>http://vitroleiros.org/musica/roney-giah-queimando-a-moleira-pop-mpb-internacional/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 17:06:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jessica Grant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[chamber pop]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[masp]]></category>
		<category><![CDATA[MPB]]></category>
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		<description><![CDATA[Roney Giah pode ser um nome novo para muita gente, mas tem mais de 20 anos de estrada, muita bagagem e história para contar. Seu apuro técnico e o caminho que percorreu o levou a poder transmitir uma arte cem porcento pessoal, já que é ele mesmo que se empresaria.
O cantor e compositor brasileiro começou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Roney Giah pode ser um nome novo para muita gente, mas tem mais de 20 anos de estrada, muita bagagem e história para contar. Seu apuro técnico e o caminho que percorreu o levou a poder transmitir uma arte cem porcento pessoal, já que é ele mesmo que se empresaria.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-3612" href="http://vitroleiros.org/musica/roney-giah-queimando-a-moleira-pop-mpb-internacional/attachment/roney-giah-queimando-a-moleira-3/"><img class="alignleft size-medium wp-image-3612" style="margin-left: 2px; margin-right: 2px;" title="Roney Giah - Queimando a moleira 3" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2010/07/Roney-Giah-Queimando-a-moleira-3-273x300.jpg" alt="" width="218" height="240" /></a>O cantor e compositor brasileiro começou a estudar música formalmente aos seis anos de idade. De lá pra cá fez diversas aulas e cursos incluindo no currículo o Musicians Institute of Technology em Los Angeles e o Instituto de Áudio e Vídeo em São Paulo. Seu reconhecimento nacional veio com o primeiro CD, <em>Semente</em> (1997), com o qual concorreu aos prêmios Sharp e Visa e conquistou segundo lugar no Festival Berklee/Souza Lima. Alguns anos depois, em 2005, surgiu o álbum <em>Mais Dias na Terra</em>, que durou seis anos para ficar pronto. Pré-selecionado na edição de 2006 do Latin Grammy e do Prêmio TIM de Música, o álbum acompanhou internacionalização da carreira de Roney.</p>
<p>Lá fora, já recebeu Menção Honrosa no Billboard World Song Contest e no The John Lennon Songwriting Contest, com curadoria de Yoko Ono. Participou da trilha sonora do filme <em>No Pain, No Gain</em> e assinou contrato com a gravadora inglesa Astranova Records, pela qual lançou uma espécie de coletânea, o <em>Yesterday&#8217;s Tomorrow</em>. Também foi indicado, recentemente, à edição de 2010 do festival The Musicoz Award e faz parte do <a href="http://www.jinglepunks.com">Jingle Punks</a>. Voltando à terra tupiniquim, o clipe de “Few People Laughing” foi incluído no início de julho na programação da MTV.</p>
<p><strong>Neste sábado 24 de julho, Roney fará o único show do ano por aqui</strong>. Lançamento do seu último CD <em>Queimando a Moleira</em> e gravação de DVD, a apresentação será no Grande Auditório do MASP (Av. Paulista, 1578, São Paulo), acompanhado pelos músicos da The Pop Chamber Orchestra. O show tem ingressos a preços populares (10 reais!) e também contará com a participação da Perseptom Banda Vocal.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-3613" href="http://vitroleiros.org/musica/roney-giah-queimando-a-moleira-pop-mpb-internacional/attachment/capa_queimandoamoleira/"><img class="alignright size-medium wp-image-3613" title="Capa_QueimandoaMoleira" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2010/07/Capa_QueimandoaMoleira-300x285.jpg" alt="" width="300" height="285" /></a>O álbum que será apresentado traz uma faceta mais tranquila de Roney Giah. Com menos traços da música brasileira – mas sem perder a identidade com a terra natal – o cantor leva melodias mais voltadas para o pop. As dezoito (!) músicas autorais de <em>Queimando a Moleira</em> variam entre ritmos calmos e animados, mas sem perder a sonoridade tranquila.</p>
<p>Alguns instrumentos clássicos se juntam à voz e violão de Roney, como piano, baixo acústico, acordeom, violoncelo e clarinete. Curiosamente misturados, não chegam a parecer uma orquestra, mas dão às canções um toque de naturalidade. O som pode ser aproximado do chamber pop, estilo parecido com o baroque pop inglês dos anos 60 que adicionou, pela primeira vez, os instrumentos clássicos ao pop e rock. Mas vai além e dialoga com diversas influências, praticamente inumeráveis, do pop à bossa nova. O álbum também tem uma temática leve de romance e faz, algumas vezes, uma certa graça.</p>
<p style="text-align: left;"><a rel="attachment wp-att-3614" href="http://vitroleiros.org/musica/roney-giah-queimando-a-moleira-pop-mpb-internacional/attachment/roneygiah_videp1/"><img class="aligncenter size-large wp-image-3614" title="RoneyGiah_videp1" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2010/07/RoneyGiah_videp1-1024x511.jpg" alt="" width="491" height="246" /></a><strong><br />
Você vem de um histórico de estudo musical desde cedo na vida. Como isso ajudou ou influenciou no seu trabalho enquanto artista?</strong><br />
Em tudo. Quanto mais se absorve, mais tem resultado no seu produto cultural. Quanto mais bebo do universo da música, mais ecoa na obra. Vejo o que eu faço e estudei como uma coisa só, como alimento e digestão, não são separados.</p>
<p><strong>E na inspiração?</strong><br />
Depende, divido em setores. Tem o que eu vou falar, o tema, que percebo no dia-a-dia. Se estou numa padaria, o que escuto, o que passa no jornal, conversas também viram temas que fico atento para. E outra coisa é a inspiração musical, que para mim vem primeiro <em>[antes da letra]</em>. Sonho muito com melodias e acordes. E, depois dessas ideias, a temática depende de anotações diárias de temas que quero abordar. Faço um quebra-cabeça.</p>
<p><strong>Você é reconhecido lá fora, tendo recebido inclusive menção honrosa em prêmios importantes e lançado CD com gravadora inglesa. Você sente a diferença na recepção da sua música lá fora e no Brasil?</strong><br />
Eu sinto. <em>[risos] </em>É uma coisa que eu acho importante ressaltar entre a cultura deles e a nossa. Cultura para eles é monstruosa financeiramente e deveria ser assim no Brasil, mais que borracha e laranja. Não se dá a devida importância financeira e, não é só isso, é cultural, política. E lá <em>[fora]</em>, eles tem tudo isso. Não é só interesseiro, é muito mais sofisticado, tem o lado financeiro mas ele está sempre acoplado à importância da cultura e da manutenção da cultura. Percebo isso neles mais evidente do que em nós e isso reflete no dia-a-dia, na atenção, no carinho, na prontidão, nas ofertas e respostas, tudo feito com muito cuidado. Aqui está em desenvolvimento, tem um certo despreparo para lidar com um mercado deste tamanho.</p>
<p><strong>Quais são seus objetivos daqui pra frente? Tem essa de querer ampliar seu público no Brasil?</strong><br />
Meu objetivo agora é cumprir os cronogramas. Por conta da velocidade com que tudo está acontecendo é tudo muito a curto prazo. Farei o show este sábado, gravando DVD, no segundo semestre vou divulgar meu CD <em>[Queimando a Moleira]</em> em Londres e Nova York. O próximo disco, <em>Co’as Goela e Tudo</em>, já está pronto. <em>[Será lançado por aqui no começo de 2011.]</em> Enquanto tô lá fora, vou aproveitar para gravar com a minha gravadora <em>[inglesa]</em> Astranova meu primeiro disco todo em inglês para o final de 2011. E será uma delícia porque vai ser um sonho de infância: a gente vai gravar na Abbey Road.</p>
<p><strong>Este seu disco, <em>Queimando a Moleira</em>, tem mais de pop e melodias mais tranquilas do que alguns trabalhos anteriores. Dá pra dizer que é resultado de amadurecimento musical? Novas experiências? Ou há uma gama de novas influências neste? O que causou o som mais tranquilo?</strong><br />
Tudo isso. Tem maturidade, mas estou sempre inovando. Sou um fã assíduo desta postura <em>a la</em> David Bowie de nunca saberem o que você vai lançar. O próximo disco é inteiro a capella, por exemplo, eu e uma banda inteira no vocal imitando instrumentos com a boca nas minhas músicas. É também uma forma de surpreender. Mas acho que neste processo de surpreender constantemente, estar sempre trabalhando e os anos vão passando, obviamente ganha-se maturidade. Você vai se transformando no processo. Quero, inclusive, é me surpreender.</p>
<p><strong>Você cuida da sua própria carreira?</strong><br />
Cuido, sem dúvida. Depois de 20 anos de carreira tenho grandes parceiros, essencial para a saúde da carreira, mas a organização geral são planejados por mim mesmo.</p>
<p><strong>Quais são os pontos positivos e negativos?</strong><br />
Positivo é a liberdade, é impagável fazer um CD do jeito que eu quis, do jeito que estava na minha cabeça. O lado negativo é o tempo. É muito tempo de trabalho, consome do tempo que seria utilizado para o artístico, ter mais composições, etc. Mas hoje eu penso que tudo é um processo criativo, então, nos problemas diários e administrativos, acho que estes momentos são também um exercício de criatividade.</p>
<p><em><strong>Vai lá</strong></em>: <a href="http://www.roneygiah.com.br/">Roney Giah</a> &amp; The Pop Chamber Orchestra, 24/07 às 20h30 &#8211; Grande Auditório do<a href="http://www.masp.art.br"> MASP</a> &#8211; R$ 10 &#8211; Única apresentação.</p>
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		<title>Movimento e instrumento: Hans Zimmer</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 13:41:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>frantaro</dc:creator>
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Hans Florian Zimmer nasceu em Frankfurt, na Alemanha, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-medium wp-image-3586" style="margin: 10px;" title="euph_hzimmer_piano" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2010/07/euph_hzimmer_piano-238x300.jpg" alt="" width="238" height="300" align="right" />Qual é  a semelhança entre os filmes <em>O Rei Leão</em> (1994), <em>Gladiador </em>(2000), <em>Pearl Harbor</em> (2001), <em>Piratas do Caribe</em> (2007) e <em>Hanibbal</em> (2001)? <strong>Hans Zimmer</strong>. Compositor e produtor musical, Zimmer é o responsável por diversas trilhas sonoras cinematográficas de sucesso, além das citadas no início do parágrafo.</p>
<p>Hans Florian Zimmer nasceu em Frankfurt, na Alemanha, e começou sua carreira como um simples tecladista de bandas.  Em Londres, conheceu o compositor Stanley Meyer, com quem aprendeu e compôs. Através de Meyer, Hans Zimmer se lançou no cenário musical, misturando, com certa peculiaridade, arranjos instrumentais com música eletrônica. A técnica o levou mais longe do que imaginava. Hoje, Zimmer é considerado um dos pioneiros dessa integração.</p>
<p>Em 1988, sua carreira deslanchou. A composição de<em> Rain Man </em>(1988), vencedor do Oscar de melhor filme do ano, do diretor Barry Levinson, trouxe ao compositor o prestígio que precisava para lançar o próprio nome. No ano seguinte, Zimmer encabeçou a trilha sonora de <em>Driving Miss Daisy</em> (1989), estrelado pelo veterano Morgan Freeman.</p>
<p>Mas foi em 1990 que o músico soube o que é ser reconhecido. A trilha sonora de <em>O Rei Leão</em>, além de um Oscar, rendeu mais de 15 milhões de cópias vendidas. Só com o álbum, Zimmer recebeu um Globo de Ouro, um Tony, dois Grammys e certificados de prestígio da Academia.<br />
Posteriormente, o compositor assinou outros nomes como <em>Missão Impossível 2</em> (2000), <em>Falcão Negro em Perig</em>o (2001), os dois últimos títulos e <em>Piratas do Caribe </em>e <em>O Chamado</em> (2002). Com <em>Gladiador</em>, o trabalho de Zimmer foi indicado ao Oscar, assim como em <em>O Príncipe do Egito</em> (1998). Aos 52 anos, Hans Zimmer parece não querer parar, tendo assinado, recentemente, a trilha sonora de <em>Batman: O Cavaleiro das Trevas</em> (2008) e da adaptação cinematográfica <em>O Código da Vinci </em>(2006).</p>
<p>Para quem presta atenção, <em>Piratas do Caribe</em> e <em>Gladiador </em>são exemplos que bem caracterizam o estilo Zimmer, que mistura o tom forte dos metálicos com batidas de efeito e vocais sintetizados. O estilo também é muito bem exemplificado pelo trabalho realizado em <em>O Pacificador</em> (1997) e em <em>Maré Vermelha</em> (1995). Para tons mais calmos, Zimmer trás melodias simplistas, como em<em> Pearl Harbor</em> e<em> O Chamado</em>, não poupando oscilações entre o leve e o pesado. Para Os <em>Simpsons: O Filme</em> (2007) e <em>Melhor Impossíve</em>l (1997), o trabalho é o de musicar e alegrar, ao mesmo tempo.<br />
Recentemente, o trabalho de Zimmer concorreu ao Oscar de Melhor Trilha sonora pela composição que deu vida ao filme Sherlock Holmes, perdendo para o realizado em Up (2009), de composição de Michael Giacchino. O músico também é o responsável pela trilha de <em>Sherlock Holmes </em>(2010).</p>
<p><object width="550" height="437"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/21jW-ZpPDcA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/21jW-ZpPDcA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1?rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="550" height="437"></embed></object></p>
<p>As composições de Hans Zimmer, além de serem influência para as melodias de outros profissionais, como James Horner- que assinou o filme<em> Tróia </em>(2004), por exemplo- trazem ao trabalho de cinema uma magia inexplicável. Muito além das imagens, as trilhas, ainda que não notadas, nem valorizadas como deveriam, são grandes bases de produção e sentimento. O trabalho de Zimmer, assim como o de outros compositores, é o de registrar cada filme como singular.</p>
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		<title>The Flame Still Burns: Bill Nighy</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Jun 2010 21:29:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>frantaro</dc:creator>
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Davy Jones, Billy Mack, Slatirbastfast, Ray Simms: Bill Nighy. Com 61 anos, e rebolado de 15, o ator inglês Bill Nighy caiu no teatro por acaso, através dos pedidos insistentes de uma amiga, e hoje é um dos artistas mais aplaudidos do Reino Unido e do mundo. Mas, a troco de quê estamos falando dele? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3438" title="bill nighty destaque" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2010/06/bill-nighty-destaque.jpg" alt="" width="550" height="330" /></p>
<p><strong>Davy Jones, Billy Mack, Slatirbastfast, Ray Simms</strong>: <strong>Bill Nighy</strong>. Com 61 anos, e rebolado de 15, o ator inglês Bill Nighy caiu no teatro por acaso, através dos pedidos insistentes de uma amiga, e hoje é um dos artistas mais aplaudidos do Reino Unido e do mundo. Mas, a troco de quê estamos falando dele? Além da personalidade favorita deste que escreve, Bill Nighy é conhecido pela genial interpretação de astros do rock, sendo chamado de rock star por parceiros de cena, como a bela Kate Beckinsale.</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-3435" style="margin: 5px;" title="bill nighy" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2010/06/bill-nighy-300x244.jpg" alt="" width="300" height="244" align="right" />Quem nunca ouviu falar de Bill Nighy, certamente o viu em cena, seja irreconhecível fisicamente com o disfarce virtual de <strong>Davy Jones</strong>, da série <em>Piratas do Caribe</em>, ou inesquecível como o vampiro <strong>Viktor</strong>, de <em>Underworld: Anjos da Noite</em>. Mas, muito além dos belos olhos azuis, o ator é facilmente reconhecido pela voz.</p>
<p>Apesar do tom levemente rouco, Nighy não tem dificuldades de impor respeito com a voz. Para efeito de exemplo, foi um dos protagonistas da transmissão de “O Senhor dos Anéis”, pela BBC, em 1981, interpretando o personagem <strong>Sam</strong>. Também colaborou com a edição de rádio da série <em>Yes, Minister</em>, também da BBC. Em 1998, Nighy trouxe <strong>Ray Simms </strong>ao cinema, e marcou seu nome na história.</p>
<p>Com todos os vocais interpretados pelo ator, o longa <em>Still Crazy</em> (1998) conta a trajetória de um grupo de antigos heróis, a banda <strong>Strange Fruit</strong>, da música dos anos 70, perdidos com a nova ordem musical e com as marcas da idade, e com o egocentrismo do vocalista <strong>Ray Simms</strong>. No papel de Simms, Bill Nighy traz ao filme todo o sentimento do rock clássico, além de garantir boas risadas e frases históricas. Com Jimmy Nail, Steve Donelly, Clive Langer e Alan Winstanley, Nighy arranca sorrisos e danças.  A trilha sonora foi gravada pelo time, e conta com sucessos como “All Over the World” e “The Flame Still Burns”, que concorreu ao Globo de Ouro como melhor tema de filme.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="550" height="401" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/BX2T2pUJfJw" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="550" height="401" src="http://www.youtube.com/v/BX2T2pUJfJw"></embed></object></p>
<p>Em 2004, o talento musical do ator foi explorado em <em>Love Actually: Simplesmente Amor</em>. No papel de Billy Mack, uma decadente estrela do rock inglês, Bill Nighy rouba a cena. Apesar do elenco de peso, que exibe personalidades como Alan Rickman, Emma Thompson e Liam Neeson, Nighy chama atenção e tira risadas, enquanto tenta, de qualquer jeito, vencer o prêmio de melhor músico do ano na trama.</p>
<p><strong>Billy Mack</strong>, além de trazer a aura rockeira do ator, rendeu a gravação de um clipe,“Christmas Is All Around Us”, uma adapatação do sucesso “Love Is All Around Us”. Ao lado de ídolos do pop, como Maroon 5, The Calling e Dido, o ator ajudou a trilha sonora do filme a alcançar o segundo lugar do ano britânico, em 2004, além de rankings da Billboard e de outros veículos. Nighy também foi premiado pela<strong> Academia Britânica de Cinema e Televisão</strong>, como melhor ator coadjuvante em “Love Actually”.</p>
<p>Recentemente, Bill Nighy foi convidado para interpretar <strong>Rufus Scrimgeour</strong>, Ministro da Magia em “Harry Potter and the Deadly Hallows”, além dos filmes “The Boat that Rocked” e “Glorius 39”. Sem perder o rebolado e sem deixar de impressionar, o fã de chuva e de trens é o que se pode chamar de artista. E se você ainda não conhecia Bill Nighy, bom, lamento dizer que não deu nem pra fazer folhetim de tudo o que o cara fez e faz, mas, bem vindo.</p>
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		<title>Conheça: Poppin</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 02:55:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>frantaro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre batidas eletrônicas e gritos roucos de guitarra, um som jovem e envolvente.  Com nove meses de banda, a Poppin, que é umas mais aguardadas atrações do Festival YES! Rock, foi um “amor à primeira vista”.

De um encontro de projetos, o da dupla de amigos de infância Vinny Vince, vocalista, e Lucas Parada, baterista, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Entre batidas eletrônicas e gritos roucos de guitarra, um som jovem e envolvente.  Com nove meses de banda, a Poppin, que é umas mais aguardadas atrações do Festival YES! Rock, foi um “amor à primeira vista”.</p></blockquote>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3421" title="banda poppin" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2010/06/jpg" alt="" width="550" /></p>
<p>De um encontro de projetos, o da dupla de amigos de infância Vinny Vince, vocalista, e Lucas Parada, baterista, com o dos músicos Ruan Guimarães, guitarrista e vocalista, e Lucas Bob, baixista, surgiu a Poppin.  “Eu tinha outra banda e queria fazer um projeto com o Ruan e o Paradinha. No ano passado, apresentei um ao outro e foi amor à primeira vista” conta Vinny. A banda completa agora em junho nove meses de formação, desde a estréia com o EP virtual Big Bang.  “Ainda somos bebês” completa.</p>
<p>O som é uma fusão de influências. Do estilo despojado e dançante do Forever the Sickest Kids, até  o jeito rebelde do Paramore, a banda traz batidas elétricas e letras criativas. Outros nomes como Cash Cash, Cobra Starship e Chris Brown também ajudaram a construir a formação musical da Poppin.  Pop, pop, Poppin!</p>
<p>“Big Bang” é o primeiro e, por enquanto, o único EP virtual da banda, que já curte sucesso e reconhecimento, apesar do pouco tempo de formação. Divulgado pelo espaço da Poppin no MySpace, tem seis músicas, que já estouram com mais de dez mil visualizações cada uma, com pico de quase 25 mil para o som ‘Vem pra cá’. “Já temos repertório suficiente para lançarmos um CD” lembra Vinny, sobre a produção de novos títulos.</p>
<p>Ainda falando de planos para o futuro, os meninos tentam conciliar o cotidiano com a evolução da carreira musical. Vinny e Parada, além de estudarem, precisam se dedicar aos próprios empregos, enquanto Ruan e Mío [Lucas Bob] encabeçam e gerenciam um estúdio – o quartel general da Poppin, onde acontecem as gravações, as produções e, nas palavras deles, as risadas-.  Para o segundo semestre, a banda estuda a possibilidade do lançamento de seu primeiro clipe, além de prometer novos lançamentos e shows.</p>
<p>Além do festival YES! Rock, a banda se apresentará na Tribe House, em São Paulo, no dia 13 e no Luso Brasileiro, no Rio de Janeiro, no dia 26. A agenda da Poppin pode ser acessada pelo Fotolog (www.fotolog.com/bandapoppin), ou pelo Twitter (@bandapoppin).</p>
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		<title>Conheça: Mash</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 00:12:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jessica Grant</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Mash]]></category>
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		<description><![CDATA[A banda de pop-rock Mash se repaginou há menos de um ano e agora corre atrás de um sonho: viver da música. Conheça mais uma das atrações do Yes!Rock Fest  

Eles consideram que estão no ponto mais alto de suas carreiras musicais. Uriel Altherman (guitarra), Maurício Trucolo (quitarra), Victor Olivatti (vocal), Gustavo Cardim (baixo) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>A banda de pop-rock Mash se repaginou há menos de um ano e agora corre atrás de um sonho: viver da música. Conheça mais uma das atrações do Yes!Rock Fest <img src='http://vitroleiros.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p></blockquote>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3376" title="promo-2009" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2010/06/promo-2009.jpg" alt="" width="550" /></p>
<p>Eles consideram que estão no ponto mais alto de suas carreiras musicais. Uriel Altherman (guitarra), Maurício Trucolo (quitarra), Victor Olivatti (vocal), Gustavo Cardim (baixo) e Gustavo Miranda (bateria) formam a Mash, um grupo pop-rock da Grande São Paulo. Embora a Mash já tenha seis anos de estrada, desde que o baixista Gustavo Cardim, o Guh, a formou, o som e os nomes são novos.</p>
<p>Há menos de um ano, Guh, com quem o Vitroleiros conversou, decidiu levar a banda para uma nova fase, mudando o estilo e a direção dos seus sonhos. “Vi alguns vídeos do Victor no YouTube e o convidei”, lembra o baixista e fundador sobre os primeiros passos da nova jornada. “No segundo dia que nos vimos já saiu a música ‘O que passou, passou!’, e decidimos gravar, não deu outra, né?” O guitarrista Maurício já estava na antiga formação, Guh convidou Gustavo Miranda, o Gudino, para a bateria, e Victor chamou outro guitarrista, Uriel, que também conhecia pela internet, e lá estava o novo Mash. Apesar dos encontros pela web, a unidade foi tão forte que no MySpace eles já se definem como “cinco amigos-irmãos”.</p>
<p>“Mudanças em bandas são sempre difíceis, mas se você acredita mesmo em tudo aquilo que você faz, as mudanças sempre vem para o bem”, investe Guh, que diz não se arrepender de nada.</p>
<p>Na formação anterior, a Mash fez a demo Um Simples Rabisco (2005) e o CD Um Novo Rumo (2007), material que, de acordo com Guh, rendeu uma quantidade significativa de fãs na época. Hoje, não cantam mais as antigas músicas. “Eu era o vocal e não teria sentido mudarmos o estilo de som e continuar tocando músicas antigas”, explica o baixista, destacando que podem, um dia, dar uma nova “roupagem” para algumas daquelas canções. “Mas nem se compara a essa nova fase que estamos vivendo”, contrasta. “Sem dúvidas já dá pra dizer que estamos começando aos poucos a viver um sonho, mas temos muito pela frente.”</p>
<p>O sonho fez com que produzissem um novo EP em 2009 e, agora em 2010, já colocassem no Trama Virtual um novo single, mostrando que os garotos não perdem tempo. “Fizemos [este EP] com total intenção de vir com um forte diferencial e a gente se sente com um ar de missão cumprida”, diz Guh. “Conseguimos trazer algo trabalhado e pop ao extremo ao mesmo tempo.”</p>
<p>À rápida produção, Guh atribui o apoio dos admiradores da Mash. “Não queremos perder essa fase sensacional e a ligação com os fãs.” Em todos os momentos, eles focam a força das mudanças e do sucesso no público, em forma clara de reconhecimento. “Eles estão se identificando cada vez mais com nossas músicas e com nossos sentimentos colocados [nelas]”, percebe. “Temos o maior prazer em gravar e tocar pra galera curtir com a gente, isso é nossa vida.” Com perfil no Twitter, MySpace, Orkut e Fotolog, a Mash tem investido nas redes sociais para manter o contato próximo e incentivar o “boca-a-boca”.</p>
<p>Ao som, os cinco levam diversas influências musicais. “O que mais temos ouvido ultimamente é Maroon 5, Panic! At The Disco, Red Hot Chili Peppers, Jamiroquai, Coldplay, Arctic Monkeys, Kings Of Leon”, lista Guh.</p>
<p>No visual e nas músicas, lembram as novas bandas que têm feito sucesso e são, muitas vezes, rotuladas como os “coloridos”. “A gente nem dá muita atenção pra esse tipo de assunto”, diz Guh, rindo, “quer rotular? Rotule.” Guh destaca que o que eles estão fazendo é seguindo seu sonho “Seguimos tudo aquilo que a gente acredita. Se preocupar com isso não vai mudar em nada nossas vidas.” O estilo, assume, é fortemente ligado com o som. “Mas isso não pode se tornar o carro chefe”, racionaliza.</p>
<p>Se os sonhos foram realizados? Que nada, a Mash ainda quer ter muito caminho pela frente. Estão começando a viver da música, e é isto que buscam. “Somos novos e queremos viver da única coisa que nos motiva a seguir em frente e que de fato acreditamos que seremos felizes fazendo.“ Querem tocar pelo “Brasil a fora” e lançar logo seu novo CD. ”Sabemos que teremos de ser melhores ainda, e isso, sem dúvida, vai ser uma fase decisiva em nossas vidas.” O novo álbum, que esperam conseguirem uma boa gravadora e distribuição, já está em pré-produção, e os garotos também planejam gravar um clipe para o próximo single. “Estamos mais ansiosos do que nunca e na febre de terminar logo o CD.”</p>
<p>Ao lado de outras grandes bandas pop-rock, vão tocar no Yes!Rock Music Fest. Será a chance, para quem não conhece, de sentir a energia que a Mash gosta de viver no palco. “Tocamos em Taubaté, onde nunca nenhum integrante da banda tinha pisado, e vimos um número que nem de longe esperaríamos ver cantando todas as nossas músicas”, se anima Guh. Um bom show da Mash, o que prometem realizar no festival, é a sintonia. “[Uma apresentação excepcional] é aquela em que a galera e a banda estão na mesma sintonia em uma vibe incrível que o mundo podia terminar ali, que nossos corações estariam repletos de alegria.”</p>
<p><strong>Próximas apresentações:</strong></p>
<p style="padding-left: 30px;">12/6 &#8211; São Caetano do Sul, SP (Victoria Hall)</p>
<p style="padding-left: 30px;">12/6 &#8211; São Paulo, SP (Sattva 2)</p>
<p style="padding-left: 30px;">13/6 &#8211; Itaquaquecetuba, SP (Morena Rosa)</p>
<p style="padding-left: 30px;">18/6 – Mauá, SP (Paço Municipal)</p>
<p style="padding-left: 30px;">20/6 &#8211; São Paulo, SP (Cerveja Azul)</p>
<p style="padding-left: 30px;">27/6 &#8211; São José dos Campos, SP (Espaço Caciano Ricardo)</p>
<p><strong>Acompanhe:</strong></p>
<p>www.tramavirtual.uol.com.br/mash</p>
<p>www.fotolog.com/mashrock</p>
<p>www.myspace.com/mashoficial</p>
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		<title>Lady Gaga, a vampira do pop</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 12:32:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anita Porfirio</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Finalmente consegui assistir a “Alejandro” da Lady Gaga, tudo por culpa de uma conexão de 56 Kbps que para de carregar vídeos do nada.  Pelos comentários que havia lido pela internet afora, esperava me decepcionar e muito. Não foi o caso. Eu gostei bastante, mesmo com todas as Madonnices escancaradas. Todo o látex e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-3396" style="margin: 5px;" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2010/06/gagadentes1.bmp" alt="" width="550px" align="center" /></p>
<p>Finalmente consegui assistir a “Alejandro” da Lady Gaga, tudo por culpa de uma conexão de 56 Kbps que para de carregar vídeos do nada.  Pelos comentários que havia lido pela internet afora, esperava me decepcionar e muito. Não foi o caso. Eu gostei bastante, mesmo com todas as Madonnices escancaradas. Todo o látex e a aura sadomasoquista me lembraram o clipe de “Erotica” e as coreografias, o de “Vogue” (ah não diga, como sou sagaz).  Vendo assim, temos que concordar com Grace Jones quando ela diz que Gaga não é original. No entanto, a senhorita Germanotta sabe muito bem o quê e como assimilar de outros artistas, fazendo uma mistura de referências extremamente particular. Acho que aqui vale a velha máxima do Lavoisier: nada se cria, nada se perde, tudo se transforma.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="550" height="401" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/niqrrmev4mA" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="550" height="401" src="http://www.youtube.com/v/niqrrmev4mA"></embed></object></p>
<p>Quanto ao figurino do clipe. A Haus of Gaga – coletivo responsável por montar a &#8220;estética Gaga&#8221; – sempre consegue algo inusitado, seja criando ou solicitando colaborações de designers do mais alto nível, como Alexander McQueen. Embora o estilista tenha morrido e deixado um vazio imenso na moda contemporânea, ainda é uma das <em>labels</em> mais utilizadas no guardarroupas da loira. Ainda no rol de super marcas, Gaga usa Versace, Louboutin, Dolce &amp; Gabbana e Emporio Armani. Outras menos famosas, mas muito vanguardistas, são Noritaka Tatehana (responsável por alguns dos calçados no vídeo) e Hussein Chalayan, que é culpado também pela jaqueta de couro mais usada por Gaga no dia a dia.</p>
<p>A lista completa quadro a quadro, item a item você pode conferir no <a href="http://nicolaformichetti.blogspot.com/">blog</a> (em inglês) de Nicola Formichetti &#8211; <em>personal stylist</em> da cantora &#8211; ou no site <a href="http://juliapetit.com.br/petiscos-responde/creditos-5/">Petiscos</a> da Julia Petit.  Um acessório que não vi comentado, ainda, é a prótese dentária que a cantora usa: dentes de vampiro prateados. Estaria Gaga entrando na onda dos sanguessugas? Nada mais <em>in vogue</em> no momento, vide Crepúsculo, True Blood e todos os outros neo-derivados de Nosferatu. Combina com seu hábito de chupar referências, não?</p>
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		<title>Conheça: Catch Side</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 20:25:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Anita Porfirio</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Catch Side]]></category>
		<category><![CDATA[rock]]></category>
		<category><![CDATA[YES! ROCK MUSIC FEST]]></category>

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		<description><![CDATA[Lembra que a gente prometeu apresentar alguns nomes do Yes!Rock Music Fest 3? Pois bem, o festival está chegando e batemos um papo com os meninos do Catch Side pra contar a história da banda pra vocês! Enjoy =D

O Catch Side foi formado em 2002, mas só começou a fazer sucesso no ano de 2006, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Lembra que a gente prometeu apresentar alguns nomes do <a href="http://vitroleiros.org/shows/cine-replace-e-cath-side-sao-as-atracoes-da-terceira-edicao-da-yesrock-music-fest/">Yes!Rock Music Fest 3</a>? Pois bem, o festival está chegando e batemos um papo com os meninos do Catch Side pra contar a história da banda pra vocês! Enjoy =D</p></blockquote>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3367" title="catchsidenocapricho" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2010/06/catchsidenocapricho.jpg" alt="" width="550"  /></p>
<p>O Catch Side foi formado em 2002, mas só começou a fazer sucesso no ano de 2006, quando gravaram seu primeiro demo. Os integrantes atuais não são os mesmos desde o início, mas o estilo da banda manteve-se nesses 8 anos de existência. Para montar seu som, juntaram influências de bandas como <strong>Beatles</strong>, <strong>Tears for Fears</strong>, <strong>Paralamas do Sucesso</strong> e <strong>The Police</strong>. “Crescemos ouvindo essas bandas, e talvez sem a existência delas, não nos tornaríamos músicos.”, enfatizam os guris.</p>
<p>Quando questionados sobre a relação entre eles, Kaká os compara a uma família. A amizade com Diego, por exemplo, já dura 18 anos. Junto de Bryan e Shaman, que se uniram aos dois amigos ao longo desses 8 anos, são praticamente irmãos. Não é à toa, já que a banda ocupa o tempo integral dos meninos. Embora eles já tenham dividido a rotina entre a música, empregos paralelos e estudos, agora seu foco único é a música, como eles mesmos confirmam“Nos dedicamos totalmente ao Catch Side, é o nosso trabalho” E mesmo os estudos não deixavam de ser ligados à música. Os guris já fizeram aulas de instrumentos no passado e hoje voltaram a dedicar-se para aprimorar suas composições.</p>
<p>Com essa determinação toda, os fãs podem esperar ótimas novidades do Catch Side. Tanto composições inéditas quanto releituras de seus dois álbuns – <strong>O Sonho não Acabou</strong> e <strong>Sempre Mais</strong> – fazem parte dos planos do quarteto. Para quem não aguenta esperar, a Catch Side tem feito shows Brasil afora. Confira abaixo as próximas apresentações e separe um espaço na sua agenda pra ver a Catch Side fazer barulho! =)</p>
<p>[ JUNHO 2010 ]</p>
<p>11/06 Fusion @ Bauru &#8211; SP<br />
<strong>YES!ROCK MUSIC FEST [ 12/06 Victoria Hall @ São Caetano - SP ]</strong><br />
13/06 Tribe House @ São Paulo &#8211; SP</p>
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		<title>#entrevista: banda Offline</title>
		<link>http://vitroleiros.org/musica/entrevista-banda-offline/</link>
		<comments>http://vitroleiros.org/musica/entrevista-banda-offline/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 05:15:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Clara Camargo</dc:creator>
				<category><![CDATA[MPB]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Pop]]></category>
		<category><![CDATA[Rock]]></category>
		<category><![CDATA[aerosmith]]></category>
		<category><![CDATA[banda]]></category>
		<category><![CDATA[Barão Vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[Bon Jovi]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Goo Goo Dolls]]></category>
		<category><![CDATA[Guns 'n Roses]]></category>
		<category><![CDATA[Legião Urbana]]></category>
		<category><![CDATA[Lulu Santos e Nando Reis e internacionais posso dizer que Counting Crows]]></category>
		<category><![CDATA[offline]]></category>
		<category><![CDATA[rock independente]]></category>
		<category><![CDATA[Tudo Aquilo Que Te Faz Voar]]></category>

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		<description><![CDATA[
O Vitroleiros conversou com a banda carioca Offline sobre seu novo álbum independente, lançado em abril deste ano. É o segundo disco dos caras, um trabalho primoroso que comporta 12 faixas inéditas. Lançado pelos quatro integrantes (Pedro, Diego, Marcão e Gabriel) + empresário + engenheiro de som + patrocínios é “totalmente independente de selos, gravadoras, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-3321" href="http://vitroleiros.org/musica/entrevista-banda-offline/attachment/1275425177175_f/"><img class="aligncenter size-full wp-image-3321" title="1275425177175_f" src="http://vitroleiros.org/wp-content/uploads/2010/06/1275425177175_f.jpg" alt="" width="500" height="472" /></a></p>
<p>O <strong>Vitroleiros</strong> conversou com a banda carioca <strong>Offline</strong> sobre seu novo álbum independente, lançado em abril deste ano. É o segundo disco dos caras, um trabalho primoroso que comporta 12 faixas inéditas. Lançado pelos quatro integrantes (Pedro, Diego, Marcão e Gabriel) + empresário + engenheiro de som + patrocínios é “totalmente independente de selos, gravadoras, empresários ricos e famosos”, como contou o baterista, Diego.</p>
<p>O curioso é que o “<strong>Tudo Aquilo Que Te Faz Voar</strong>” foi gravado no ambiente rural, numa fazenda. Os garotos comentam que o resultado deste “isolamento” do mundo urbano foi um disco mais fluido, mais acústico e mais despojado.</p>
<p>O CD está disponibilíssimo para baixar, com as letras das músicas e tudo mais, no <a href="http://www.bandaoffline.com.br/" target="_blank">site oficial</a>.</p>
<p style="text-align: center;">Confira também:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.fotolog.com.br/banda_offline" target="_blank">Fotolog</a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.myspace.com/bandaoffline" target="_blank">Myspace </a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=2421239" target="_blank">Orkut</a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.youtube.com/bandaoffline" target="_blank">Youtube </a></p>
<p style="text-align: center;"><strong><span style="text-decoration: underline;">Quem toca:</span> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Pedro Burgos &#8211; vocal e guitarra, Gabriel Marcondes &#8211; baixo, Diego &#8211; bateria, Marcão &#8211; guitarra</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong><br />
</strong></p>
<p>Ouça “<strong>Quando o chega o fim</strong>”:</p>
<p><object style="background-image: url(http://i3.ytimg.com/vi/BsAGiDSCbhg/hqdefault.jpg);" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/BsAGiDSCbhg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="background-image: url(http://i3.ytimg.com/vi/BsAGiDSCbhg/hqdefault.jpg);" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/BsAGiDSCbhg&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1" wmode="transparent" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>A <strong>Offline </strong>surgiu no Rio de Janeiro, cidade menos acostumada com o cenário do <strong>rock independente</strong>, diferente de São Paulo, Curitiba e até mesmo do nordeste brasileiro, o que torna mais difícil a subida de uma banda na escada da fama e do reconhecimento. Mas isso não foi um empecilho para a Offline. Confira na entrevista.</p>
<p style="text-align: center;"><span style="text-decoration: underline;">Sempre em busca de apoiar as produções alternativo-independentes, o Vitroleiros perguntou para a Offline:</span></p>
<p><strong>- Vitroleiros: Há poucas bandas de rock do Rio de Janeiro conhecidas atualmente. Qual a força, o impacto e o público deste estilo na região?</strong></p>
<p><strong> </strong><strong>Offline</strong>: Bem, no <strong>Rio de Janeiro</strong> o cenário que prevalece é o do funk, samba e o das noitadas, é claro.  Então ser uma banda de rock, por mais pop que seja, é difícil por aqui. Mas acho também que a dificuldade em se tornar uma banda reconhecida não é só no Rio. Em todos os lugares é bem difícil aparecer, até porque hoje em dia tem “mil bandas por quilômetro quadrado”. Toda essa dificuldade, para nós, é vista como um incentivo a correr mais atrás do nossos sonhos e objetivos como banda.</p>
<p><strong>- Vitroleiros</strong>: <strong>Como a banda Offline foi formada?</strong></p>
<p><strong>Offline:</strong> Eu (<strong>Diego</strong>) e <strong>Pedro</strong> estudávamos juntos na adolescência e nos identificamos musicalmente desde sempre. Quando dava, nos reuníamos para fazer um som, fosse em pequenos projetos ou simplesmente para passar o tempo, e um dia tivemos a ideia de formar a <strong>Offline</strong>. <strong>Gabriel</strong> é primo do <strong>Pedro</strong> e já havia tocado conosco em um desses projetos. Começamos a fazer shows, frequentar ainda mais shows e a conhecer gente, e assim conhecemos o <strong>Marcão</strong>.</p>
<p><strong>- Vitroleiros: Qual a identidade musical deste álbum?</strong></p>
<p><strong>Offline:</strong> Depois de alguns anos de banda, meio que achamos o que se chama de &#8221;<strong>identidade musical</strong>&#8220;. Nada mais é do que um início de estrada pelo qual você começa a querer caminhar. Ao longo desse trajeto muitas coisas vão acontecendo e influenciando essa estrada de todas as formas. Um diferencial nesse disco foi o fato de o gravarmos numa fazenda, meio isolados do mundo e num clima diferente da cidade grande que estamos acostumados a (con)viver. O resultado foi um disco mais despojado, muito orgânico, com mais violões e arranjos mais livres do que os do primeiro disco (<strong>OFFLINE &#8211; 2008</strong>). Gostamos de acreditar que foi um belo registro daquele momento. Simples assim.</p>
<p><strong>- Vitroleiros: Quais são as influências de músicos nacionais e internacionais da banda?</strong></p>
<p><strong>Offline:</strong> Nossas influências são as mais variadas possíveis. Mas como exemplo de artistas nacionais podemos citar<strong> Legião Urbana, Barão Vermelho, Lulu Santos </strong>e<strong> Nando Reis</strong> e internacionais posso dizer que <strong>Counting Crows, Goo Goo Dolls, Bon Jovi, Aerosmith, Guns &#8216;n Roses,</strong> etc. Influência vem basicamente de tudo o que a gente ouve, lê, vive e imagina.</p>
<p><strong>- Vitroleiros: Como está a recepção do público pelas músicas novas?</strong></p>
<p><strong>Offline:</strong> Tem sido a melhor possível! As pessoas comentam que o som está mais maduro, muito &#8220;gostoso&#8221;, que é um som que embala. Falam das canções e comentam também da naturalidade, que foi na minha opinião um dos pontos altos do disco. Ainda vamos apresentar esse novo projeto a muitas e muitas pessoas!</p>
<p><strong>- Vitroleiros: Quais são os projetos futuros da banda?</strong></p>
<p><strong>Offline</strong>: Futuro é o presente neste caso. Temos que botar a cara na estrada para divulgar nosso disco recém-lancado em todos os lugares possíveis e acumular experiências e novas influências para fazer um novo disco daqui há algum tempo.</p>
<p><strong>- Vitroleiros: Como está a agenda de shows?</strong></p>
<p><strong>Offline</strong>:  Nosso empresário esta agendando nossos shows dessa turnê que começará custe o que custar, agora no mês de junho. Então em breve divulgaremos as datas, locais e tudo mais.</p>
<p><strong>- Vitroleiros: Vocês Pretendem lançar algum clipe?</strong></p>
<p><strong>Offline:</strong> Com certeza! Ao final da gravação do “<strong>Tudo Aquilo Que Te Faz Voar</strong>”, juntamos o equipamento numa certa área da fazenda e gravamos um material que está sendo editado como vídeo da música &#8220;<strong>Você Me Disse Que Ia Voltar</strong>&#8221; (faixa 2). Decidir uma música em especial é que é difícil (risos), mas estamos sempre fazendo imagens de shows ao vivo. Pretendemos produzir um clipe oficial mais requintado para lançar na TV também.</p>
<p><strong>- Vitroleiros: A Offline disponibiliza o álbum, inclusive os encartes e letras no site para baixar gratuitamente. A divulgação da música hoje é mais importante do que vender mais discos?</strong></p>
<p><strong>Offline: </strong> Sem dúvida que é. Hoje em dia tem muita oferta de música, então a melhor maneira de vender música é dando elas para o público sem que eles precisam de grandes esforços. Qualquer empecilho gerado para alguém chegar até música já é ruim, devido ao fato de que certamente terá um link ao lado de uma outra música, com o acesso mais fácil e rápido. Então a gente dá a nossa música a quem quer ouvir e dá a oportunidade das pessoas conhecerem mesmo que seja sem querer (risos).</p>
<p><strong>- Vitroleiros: Indicam alguma banda que considerem de destaque do cenário alternativo?</strong></p>
<p><strong>Offline: </strong>Alternativo é o que destoa do comum e hoje em dia tudo destoa do comum, então grupo alternativo pode ser qualquer um, inclusive a gente, se comparado com outra realidade. Mas um cenário alternativo que eu indico é o do rock &#8216;n roll. Tem muito rock bom hoje em dia que não tem espaço na mídia. Procurem no <a href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;source=hp&amp;q=rock+n+roll&amp;aq=f&amp;aqi=g10&amp;aql=&amp;oq=&amp;gs_rfai=" target="_blank">Google</a> “<strong>rock &#8216;n roll</strong>” e escutem tudo o que puderem que vão achar muita coisa boa.</p>
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